24 de fev de 2013

Conspiração: Faça oposição ao sistema maçônico e sofra as consequências. Um breve histórico.

Você está prestes a navegar por fatos marcantes de nossa história. Personagens que se destacaram externando o grito contido em suas almas: inconformismo, senso crítico, liberdade de expressão, liberdade de sexo, fuga de um capitalismo opressor e fim das guerras.

A seguir constataremos que há muitas maneiras de se lutar em busca de um ideal. Os fatos históricos narrativos nos remetem a gerações que buscaram a democracia de um país, onde quem manda são as pessoas; buscaram também um Estado em que a laicidade possa imperar: liberdade, liberdade...liberdade para fazer o que quiser, para falar o que desejar. Será que o mundo busca a verdadeira liberdade?

As pessoas desejam se desprender de uma série de algemas hoje em dia: de uma condição de vida, do vínculo empregatício, da pobreza, etc.

Mas o que as Sagradas Escrituras nos revela sobre a liberdade? Saiba ao final do texto. Mas antes, acompanhe estes fatos e seus personagens.

 

lennon yoko war is over - Priscila e Maxwell Palheta

1º.  John Lennon

Durante a década de 1970, John e Yoko (sua esposa) envolveram-se em vários eventos sócio-políticos, como: promoção à paz mundial, apologia aos direitos das mulheres e trabalhadores e, também exigiram o fim da Guerra do Vietnã. Seu envolvimento com líderes da extrema-esquerda norte-americana - com Jerry Rubin, Abbie Hoffman e John Sinclair - além de seu apoio formal ao Partido dos Panteras Negras, deu início a uma perseguição ilegal do governo Nixon ao casal. À pedido do Governo, a Imigração deu início a um processo de extradição de John Lennon dos EUA que durou cerca de três anos, período em que John ficou separado de Yoko Ono por 18 meses, entre 1973 e 1975.

Ativismo político

A gravação da canção "Give Peace a Chance", em 1969, contra a Guerra do Vietnã marca a transformação de Lennon em um ativista antiguerra. Foi o começo de um processo que culminou em 1972, quando a administração do presidente norte-americano Richard Nixon tentou deportá-lo dos Estados Unidos.

Quando John Lennon e Yoko Ono mudaram-se para Nova Iorque em agosto de 1971, eles se tornaram amigos de líderes antiguerras como Jerry Rubin, Abbie Hoffman, e outros, e planejaram um concerto nacional para que coincidisse com a eleição presidencial de 1972. John Lennon tentaria convencer aos jovens a votar contra a guerra, ou seja, a votar contra Nixon.

O governo Nixon começou a investigar John Lennon com a finalidade de deportá-lo. O concerto nunca aconteceu, mas John passou, na época, boa parte de seu tempo tentando livrar-se da deportação.

Em 1971, John Lennon cantou no concerto Free John Sinclair em Ann Arbor. Sinclair era um ativista antiguerra preso por dez anos por portar dois cigarros de maconha. John Lennon e Yoko Ono apareceram no concerto assim como Stevie Wonder e outros músicos, mais os ativistas radicais Jerry Rubin e Bobby Seale dos Panteras Negras.

Em 1972, John deu entrevista ao Mike Douglas Show, falando contra a Guerra do Vietnã. Nixon deixou a Casa Branca após o escândalo de Watergate. Em 1975, John Lennon conseguiu finalmente seu green card. Após sua morte em 1980, o FBI admitiu tê-lo investigado.

Morte

Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP Double Fantasy. O rapaz era Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, que acabou disparando 5 tiros com revólver calibre 38, os quais 4 acertaram em John Lennon. A polícia chegou minutos depois e levou John na própria viatura para o hospital. O assassino permaneceu no local com um livro nas mãos, O Apanhador no Campo de Centeio de J.D. Salinger. John morreu após perder cerca de 80% de seu sangue, aos quarenta anos de idade. Logo após a notícia da morte de John Lennon, que correu o mundo, uma multidão se juntou em frente ao Dakota, com velas e cantando canções de John e dos Beatles. O corpo de John foi cremado no Cemitério de Ferncliff, em Hartsdale, cidade do estado de Nova Iorque, e suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono.

O assassino foi preso, pois permaneceu no local, esperando os policiais chegarem. Ao entrar na viatura, pediu desculpas aos policiais pelo "transtorno que havia causado". Em seu julgamento alegou ter lido em "O apanhador no Campo de Centeio" uma mensagem que dizia para matar John Lennon. Acabou sendo condenado à prisão perpétua e até hoje é mantido numa cela separada de outros presos, devido às ameaças de morte que recebeu. Segundo Chapman, o motivo do crime foram declarações de Lennon consideradas por Chapman como blasfêmia, como se declarar mais popular que Cristo e dizer em suas letras de músicas coisas como não acreditar em Jesus e dizer que todos imaginassem que os céus, em sentido espiritual, não existissem.

Motivo do crime

Segundo Mark Chapman, que era cristão, o seu ódio a John Lennon originou-se das várias afirmações do cantor sobre Deus, consideradas por Chapman como blasfêmias. Chapman também era fã dos Beatles, até o dia em que John Lennon fez a infame declaração de que os Beatles seriam Mais populares que Jesus, em 1966. Amigos de Chapman disseram que isso o deixou enfurecido e ele seguia se perguntando por que Lennon havia dito aquela blasfêmia. E segundo ele mesmo, seu ódio a Lennon aumentou quando o cantor criou a música "Imagine", em 1971, onde Lennon diz que deve-se imaginar que os céus - no plano espiritual - e até mesmo o inferno não existem, conspirando contra os ensinamentos de Jesus Cristo. Mas não foi só isso que enfureceu Chapman na letra desta canção. Mark Chapman disse:Ele (John Lennon) nos disse para imaginarmos que não existem posses (ou "bens materias", especificamente na frase "Imagine no possessions" da música Imagine) e lá estava ele, com milhões de dólares, iates, fazendas e mansões, rindo de pessoas como eu, que acreditaram em suas mentiras, compraram os discos dele e alicerçaram boa parte de suas vidas com as músicas dele.

Outra música que o deixou enfurecido foi a canção God (do álbum John Lennon/Plastic Ono Band), onde Lennon diz que Deus é apenas um conceito e que não acreditava em Jesus, nem na Bíblia e até mesmo nos Beatles. Chapman disse que após ouvir esta música teve vontade de gritar bem alto:Quem ele pensa que é para dizer essas coisas de Deus, dos céus (ou paraíso) e dos Beatles, dizendo que não acredita em Jesus ou coisas assim? Chapman chegou até mesmo cantar sua "versão" para a música Imagine: Imagine John Lennon morto... Ele havia anteriormente ido à Nova Iorque, em outubro de 1980, para assassinar John Lennon, mas mudou de idéia e retornou à sua casa no Havaí. Chapman disse que na hora de puxar o gatilho que em seu sangue (ou, dentro de si) não havia emoção, nem raiva. Apenas um silêncio mortal em seu cérebro. E também alega ter ouvido uma voz misteriosa que lhe repetia: "Do it, do it, do it" ("Faça isto!", ou "Mate!") quando John passou por ele. Chapman também disse em entrevistas que pediu ajuda a Satanás para possuí-lo e assim cometer o crime.

O assassino e o governo

Mark David Chapman nasceu em 10 de maio de 1955, em Fort Worth, Texas. Ele levou vários estilos de vida. Foi viciado em drogas, converteu-se ao cristianismo e chegou a ser hospitalizado com diagnóstico de esquizofrenia e doença mental. Ele afirma ter tido uma infância difícil. Alega que, quando criança, ouvia vozes de seres que ele apelidou de "povo pequeno". Chapman diz que os imaginava em uma cidade da qual ele seria o "prefeito".

Esta é a versão apresentada no tribunal e a versão até hoje utilizada pela polícia e governo americano. Mas a pergunta que não quer calar é: de fato todas estas afirmações são verdadeiras? Que fã assassinaria seu ídolo? Se este ídolo era cristão como ouvia vozes de demônios?

É incoerente afirmar tais coisas, mesmo se sabendo que o assassino de John tivesse problemas mentais desde a infância conturbada. E aí, acredito que está a chave para entender a real versão ocultada da mídia comum: Chapman teria sofrido controle mental e sido induzido pelo programa Monarca da CIA para matar o cantor ativista? Quantas vezes não se foram programados escravos monarcas para que se concluíssem os planos governamentais? Governo este que luta contra os cristãos genuínos desde que existem líderes no mundo, mesmo que de forma velada. Manchar a imagem de um cristão desta forma talvez fosse uma estratégia perfeita.

O governo Nixon inúmeros motivos tinha para isso, vale lembrar que todos aqueles que se opõem à sua ditatura dita democrática corre sérios riscos de vida. A maçonaria controla todo este sistema e sabe fazer com que suas vítimas sejam caladas de forma bastante obscura. Casos como estes ocorreram durante a história do mundo diversas vezes e é o que veremos a seguir.

“NÃO FAÇA GUERRA, PEGUE UM VIOLÃO.” John Lennon

Saiba mais sobre Programa Monarca da CIA clicando aqui: Projeto MK Ultra da CIA, Mitologia Grega e Branca de Neve: a demoníaca relação originária.

 

muhammad ali - Priscila e Maxwell Palheta

Muhammad Ali recusava servir o exército dos EUA no Vietnã

Pouco antes das oito horas da manhã de 28 de abril de 1967, Muhammad Ali, campeão mundial dos pesos pesados, compareceu à Junta de Recrutamento e Exame das Forças Armadas dos Estados Unidos, na San Jacinto Street, em Houston, onde fora convocado a se apresentar para ser o exército, com o intuito de servir na Guerra do Vietnã.

Do lado de fora, um grupo de pessoas, na maioria estudantes, aproveitava a presença da celebridade do esporte para pedir o fim da guerra. “Deixem Ali aqui. Não vá. Não vá.”

No início da tarde, os recrutas e Ali se enfileiraram diante do tenente Steven Dunkey. Em uma cerimônia simbólica, o oficial chamava o nome do futuro soldado e ordenava que ele desse um passo à frente – dando entrada no exército. O tenente gritou: “Cassius Clay (nome de Ali antes de se tornar muçulmano)! Exército!”. Ali não se moveu. Ele chamou: “Ali”. E o boxeador permaneceu imóvel.

Ali foi levado a uma sala por outro oficial e foi alertado de que a recusa o levaria à prisão por cinco anos, além do pagamento de uma multa. Ali disse que entendia a situação. Os oficiais, então, pediram para que ele escrevesse uma carta, alegando seus motivos.

“Eu me recuso a ser convocado para as Forças Armadas dos Estados Unidos, pois exijo isenção como ministro da religião islâmica.” Dias depois, em uma entrevista, afirmou: “Por que me pedem para vestir uma farda, viajar 10 mil quilômetros e matar vietcongues, se eles nada fizeram de mal para mim?”.

Em 8 de maio, Ali foi indiciado por um júri federal em Houston. Em 20 de junho, após dois dias de julgamento, um júri composto por seis mulheres e seis homens (todos brancos) levou apenas 20 minutos para condená-lo à pena máxima: cinco anos de prisão e US $ 10 mil.

Após pagamento de fiança, Ali permaneceu livre, enquanto seus advogados buscavam recurso para recorrer da pena. Seu passaporte, assim como sua licença para lutar, foram confiscados. Ele também perdeu o título mundial.

Sem poder lutar, Ali viajou pelos Estados Unidos, dando palestras em faculdades e reuniões muçulmanas.

Após três anos afastado, Ali recebeu a licença para lutar em Atlanta, diante de Jerry Quarry, em 26 de outubro de 1970. Foi reconquistar o título mundial em 1974 e em 1978. Parou de lutar em 1981.

Ali se recusava a fazer parte de uma Guerra insana e sem sentido e por isso, acabou indo para os tribunais e condenado a uma pena maxima, perdeu seu títuilo mundial e não pode mais lutar. É assim que o governo maçônico dos EUA cala e oprime os sonhos de seu povo.

 

martin luther king - Priscila e Maxwell Palheta

3º Martin Luther King, Jr.

Martin Luther King, Jr. (Atlanta, 15 de janeiro de 1929 — Memphis, 4 de abril de 1968) foi um pastor protestante e ativista político estadunidense. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo com uma campanha de não violência e de amor ao próximo.

O ministro Batista tornou-se um ativista dos direitos civis no início de sua carreira. Ele liderou em 1955 o boicote aos ônibus de Montgomery e ajudou a fundar a Conferência da Liderança Cristã do Sul (SCLC), em 1957, servindo como seu primeiro presidente. Seus esforços levaram à Marcha sobre Washington de 1963, onde ele fez seu discurso "I Have a Dream".

Em 14 de outubro de 1964 King recebeu o Prêmio Nobel da Paz pelo o combate à desigualdade racial através da não violência. Nos próximos anos que antecederam a sua morte, ele expandiu seu foco para incluir a pobreza e a Guerra do Vietnã utilizando o discurso de 1967 intitulado "Além do Vietnã".

King foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennessee.

Ativismo político

Em 1955, Rosa Parks, uma mulher negra, se negou a dar seu lugar num ônibus para uma mulher branca e foi presa. Os líderes negros da cidade organizaram um boicote aos ônibus de Montgomery para protestar contra a segregação racial em vigor no transporte. Durante a campanha de um ano e dezesseis dias, co-liderada por Martin Luther King, muitas ameaças foram feitas contra a sua vida, foi preso e viu sua casa ser atacada. O boicote foi encerrado com a decisão da Suprema Corte Americana em tornar ilegal a discriminação racial em transporte público.

A morte

O sonho radiante da conquista da liberdade, dos direitos civis reconhecidos e da harmonia racial nos Estados Unidos transformou-se num amargo pesadelo na tarde da última quinta-feira 4, em Memphis, no Tennessee. Martin Luther King Jr., de 39 anos, pastor batista e herói da luta dos negros americanos por igualdade foi assassinado na varanda do segundo andar do Hotel Lorraine, onde estava hospedado. Laureado com o prêmio Nobel da Paz de 1964, o "doutor King", como era conhecido, conversava com integrantes de sua comitiva, pouco antes de sair para jantar, quando foi atingido no lado direito do pescoço por um único e fatal projétil de alto calibre, disparado de uma distância estimada entre 50 e 100 metros. A bala explodiu sua mandíbula e o arremessou contra a parede interna do edifício. King ainda foi levado para o hospital Saint Joseph, próximo dali. Menos de uma hora depois do brutal atentado, foi declarado morto. A polícia de Memphis, que ainda não identificou o atirador, está à procura de um homem de cerca de 30 anos, vestindo terno e gravata pretos, visto por testemunhas deixando as redondezas em um Mustang último modelo. O suspeito é branco.

Mais uma vítima do sistema obscuro maçônico fora feita. Este é o trágico fim dos ativistas, principalmente cristãos.

 

jfk president - Priscila e Maxwell Palheta

4ºJohn F. Kennedy

Após seu belíssimo discurso (assista clicando aqui) desmascarando as forças ocultas (MAÇONARIA) que detém o poder dos Governos, fora assassinado durante uma visita política a cidade de Dallas, no estado americano do Texas, onde iniciara sua campanha a reeleição. O então Presidente, enquanto desfilava pelas ruas da cidade em carro aberto, fora atingido por dois disparos às 12:30 hs do dia 22 de novembro de 1963. Ele foi declarado morto meia hora depois.

bullet trajectory jfk - Priscila e Maxwell Palheta 

Lee Harvey Oswald, o suposto assassino, foi preso em um teatro cerca de 80 minutos após o tiroteio. Oswald foi inicialmente acusado do assassinato de um policial de Dallas, JD Tippit, antes de ser acusado do assassinato do presidente. Oswald disse que não tinha matado ninguém, alegando que ele era um chamariz. Mais tarde, ele também seria assassinado.

Em 29 de novembro, o novo Presidente, Lyndon B. Johnson, criou a Comissão Warren que foi presidida pelo Chefe de Justiça Earl Warren para investigar o assassinato. A comissão concluiu que Oswald agiu sozinho, mas as suas conclusões ainda estão em debate, tanto a nível acadêmico quanto a nível popular, com boa parte do povo americano acreditando que a morte do Presidente envolveu uma grande conspiração.

 

charlieSheen - Priscila e Maxwell Palheta

5º Charlie Sheen

Charlie Sheen foi outra personalidade que sofreu duras represálias. Após pesadas críticas ao sistema governamental nos Estados Unidos e apresentar sua manifestação contra o atentado do 11/9 como sendo uma conspiração, sua vida nunca mais foi a mesma. Perdeu contratos de trabalho no cinema, seriados e publicidades. A mídia, por sua vez, lhe coube destruir a moral do ator, acusando-lhe de viciado em drogas e tantas outras imoralidades.

 

jacob volkmann obama - Priscila e Maxwell Palheta

6º Jacob Volkmann

Após vencer o UFC 125, a confiança do lutador Jacob Volkmann parece ter subido a níveis estratosféricos, o atleta sentiu-se tão otimista que desafiou ninguém menos do que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para uma luta.

Criticando o sistema de saúde implantado por Barack Obama, o lutador desafiou o político, em entrevista ao site mmafighting.com.

Questionado sobre o próximo adversário, Volkmann disparou. "Não sei quem pode ser. Pode ser o (Clay) Guida, ou o Obama... Ele não é muito esperto, alguém tem que dar uma lição nele. A situação da saúde não é das melhores e ele está conseguindo piorar. Não gosto do que ele está fazendo. É irritante", reclamou o lutador.

Suas palavras lhe renderam uma visita do Serviço Secreto três dias depois, isso em janeiro de 2011.

Em fevereiro de 2013 o rapaz foi demitido do quadro de lutadores do UFC e pensa em se aposentar (obrigatoriamente).

Isso representa a verdadeira liberdade de expressão. Fazer oposição ao “SISTEMA” resulta em perdas irreparáveis.

 

William_Morgan_(anti-Mason) - Priscila e Maxwell Palheta

7º Capitão William Morgan

Caso Morgan foi o nome dado a um suposto crime perpetrado por maçons contra William Morgan, em 1826, em Batávia, norte de New York. Morgan teria a intenção de revelar os segredos da Maçonaria, conhecidos ao tempo em que fora membro, por isso o motivo do assassinato.

Morgan Monument - Priscila e Maxwell Palheta

“Monumento sagrado em memória de Williamm Morgan, um nativo de Virgínia, um capitão na guerra de 1812, um cidadão respeitável de Batavia, e um mártir da liberdade de escrita, impressão e da proclamação da verdade. Ele foi sequestrado próximo deste local no ano de 1826, por maçons e assassinado por revelar os segredos de sua ordem.”

William Morgan (que se autodenominava Capitão), que tinha supostamente pertencido a uma Loja maçônica, anunciou a publicação de um livro Freemasonry Exposed, com os segredos maçônicos, provocando indignação da sociedade secreta. O livro foi publicado por um movimento denominado Partido Anti-maçônico. Três meses mais tarde, alguns maçons cometem o gravíssimo erro de seqüestrá-lo. Mais tarde, é acusado de estelionato e, no caminho da prisão, perto das Cataratas do Niágara, desaparece, sendo acusada a maçonaria da sua morte. Uma versão diz que os raptores afogaram Morgan no rio Niagara. Outra diz que ele escapou, atravessou a fronteira e viveu o resto da vida no Canadá ou que a maçonaria haveria dado dinheiro para ele sumir e nunca mais aparecer. A opinião pública ficou indignada contra a Maçonaria e as Lojas esvaziaram. O número de lojas em Nova York caiu de 480 em 1825 a 75 apenas 10 anos mais tarde. Foi só quando o país começou a se preocupar com a Guerra Civil que os maçons voltaram a ganhar popularidade.

 

GUSTAVO BARROSO anti-semita - Priscila e Maxwell Palheta

8º Gustavo Dodt Barroso

Gustavo Dodt Barroso sempre foi avesso à política governamental. Manifestou-se um ferrenho opositor do governo Antônio Pinto Nogueira Accioly (1908), presidente do Ceará. Jovem questionador lutava por uma sociedade diferente (melhor). Ele abordava soldados nas ruas e cometia ações contrárias à ordem pública.

Tomado pelo espírito analítico, rebelde e de oposição, o professor de francês influíra muitas pessoas naquela época através de leituras que promoveram em si certa aversão à classe burguesa.

Apontado como oposicionista e terrorista, muito temia ser espancado na calada da noite pelos policiais. Vivia temeroso!

Gustavo Barroso foi um advogado, professor, político, contista, folclorista, cronista, ensaísta e romancista brasileiro. Como literário escreveu mais de 100 livros. Sendo seu principal feito o qual  lhe trouxe sérias consequencias para sua vida, a tradução do livro, Os Protocólos dos Sábios de Sião, original do francês.

Gustavo Barroso foi o idealizador do livro dicionário de palavras, Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa, em 1941. Chegando a nona edição, foi-se removido o nome do Gustavo da impressão dos livros, deixando assim apenas o do então colaborador, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. Hoje este livro é conhecido como o Dicionário Aurélio para que sua memória fosse apagada.

O hino de sua cidade natal Fortaleza e a fundação do primeiro Museu Nacional foram outras contribuições de Barroso.

Aos 71 anos de idade, o desafiador do sistema, Gustavo Dodt Barroso – presidente da Academia Brasileira de Letras por duas vezes - foi assassinado misteriosamente e sua literatura fora ocultada do alcance público.

 

CONCLUSÃO

O sistema em que estamos escravizados e inseridos começa pela má gestão dos serviços e toda sua lógica maléfica, na qual padecemos desde que nascemos. Sofremos constantemente com a perda de nossos direitos, principalmente os de ‘ir e vir’ e nossa liberdade de expressão.

Não existe luta para melhorias por parte das lideranças políticas, apenas interesses hediondos.

Os governos só permitem uma geração de gente inoperante e inépcia. Ameaças, conluios e assassinatos são armas usadas contra as nossas vidas, afim de que uma vez intimidados não lutemos mais.

Desde que você não se oponha ao sistema, tudo lhe é permitido.

Todos os homens que tentaram se opondo aos interesses satânicos da maçonaria, pagaram com a própria vida. As personalidades citadas acima foram apenas alguns exemplos do sofrimento como parte da recompensa.

Aquele que deseja a paz traz para si sérios problemas. Lemos acima que John Lennon promoveu paz invés de guerra resultado: acabou morto com cinco tiros. Muhammad Ali se recusou lutar contra os vietcongs e ficou impedido de exercer seu ofício durante anos. Martin Luther King, Jr. tinha um sonho de liberdade para os negros e igualdade social mas perdeu a vida com um tiro que dilacerou o maxilar. John F. Kennedy revelou o poder oculto por trás do sistema governamental mundial e foi assassinado com um tiro na cabeça. Charlie Sheen rebelou-se contra o sistema do governo Obama e sua vida profissional está de mal a pior. Sumiu da mídia. Jacob Volkmann fez um discurso atrevido em cadeia nacional criticando o sistema de saúde pública do governo Obama e três dias depois recebeu uma visitinha do serviço secreto. Hoje se encontra prematuramente aposentado. Capitão William Morgan revelou em um livro os segredos da maçonaria e morreu nas cataratas do Niágara. Gustavo Barroso opôs-se ferrenhamente às normas impostas aos brasileiros e fora assassinado prematuramente. Todos os seus livros foram escondidos nos calabouços do Estado.

Entenderam como não é possível lutar contra o sistema? Isso é uma Conspiração!

A liberdade segundo a Bíblia

“Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.” Romanos 6.16-18.

Se livres do pecado, logo seremos escravos da justiça e isso configura liberdade? A narrativa deixa bem claro que: tornamos-nos escravos de quem servimos.

“Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo.” 2 Pedro 2.19

Observem que todas as ilustres personalidades que lutaram por um ideal ou liberdade são verdadeiramente escravos, ou melhor, é um escravo que aparenta ser liberto.

Todos (ou quase todos) eles possuíam as marcas da escravidão em seus corações e corpos. Resumindo: o meu desejo é que os amigos leitores compreendam que não é possível mudar as coisas desta terra, primeiro porque o mundo jaz no maligno e segundo, as conseqüências virão “a cavalo”.

A liberdade se dá na mente e no espírito. Os cristãos devem ser conhecidos por serem mansos e vítimas da injustiça e do dano. Mas também por não temerem a nada, pois sabem que seu espírito pertence a Deus e a Ele o mesmo retornará após sua morte. Jesus Cristo é a nossa verdadeira justiça!

“Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.” Mateus 5:5

“Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz.” Salmos 37:11

“Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?” 1 Coríntios 6:7

Essa é a verdadeira liberdade:

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” João 8:36

Deus te abençoe!

2 Cafés e a Conta, por favor.



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