25 de nov de 2012

Projeto MK Ultra da CIA, Mitologia Grega e Branca de Neve: a demoníaca relação originária.

 

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 Criança passando pelo processo de controle mental.

 

Introdução

Todos os dias nós somos bombardeados por uma série de conceitos demoníacos através dos meios de comunicação. E cada um deles estabelece com nosso cérebro uma relação praticamente imperceptível, muito embora destruidora.

Mas o que isso tem a ver com o Projeto MK ULTRA da CIA, com o conto infantil ‘Branca de Neve e os Sete Anões’ e com a Mitologia Grega? Para respondermos precisamos entender seus elementos e propósitos.

Milhares de estudos na internet falam a respeito do MK ULTRA, mas não compreendem a estreita interação existente entre os três e os males que causam à humanidade até hoje. Muito menos conhecem sua verdadeira origem.

Branca de Neve

Precisamos esclarecer primeiramente a respeito do conto Branca de Neve. A saber: “Branca de Neve e os Sete Pecados Capitais”. O leitor pode clicar e conferir na íntegra, porém, a seguir eis o comentário a respeito:

 

braca de neve mensagens subliminares - priscila e maxwell palheta Branca de Neve e os personagens simbólicos

Branca de Neve é de longe um inocente conto para pequeninos e, para elucidar toda sua atmosfera satânica, nada melhor do que observar pela ótica dos ocultistas. Marcelo del Debbio e Cid Oliveira, autores que esmiuçaram o texto original de Branca de Neve revelando seus significados, são astrólogos herméticos. Marcelo é orientador nas práticas de magia sexual e tarôt. Ambos só se referem a Jesus Cristo e à Bíblia como um “conto mitológico”, ou seja, como algo mentiroso. Desprezam totalmente o Rei dos reis que entregou sua vida pela humanidade.

Branca de Neve é uma literatura com um significado ocultista profundo. Verdadeiramente uma iniciação aos simbolismos satânicos utilizados nos mesmos círculos da maçonaria, do satanismo e da bruxaria. A iniciação pode ser denominada de ritual satânico para os que estão em níveis/graus mais altos dentro destas seitas secretas.

A estória infantil contém elementos do satanismo, como é o caso dos 7 pecados capitais. Sendo assim, o iniciado precisa vencer sozinho seu próprio ‘eu’ (pecados) extirpando estes defeitos como numa transformação espiritual, mas sem a presença de Cristo, sem o mover do Espírito Santo.

Os 7 pecados capitais nada mais são do que as indulgências de Satanás descritas por Anton LaVey na Bíblia Satânica: orgulho, ganância, inveja, raiva, gula, luxúria, preguiça. Além disso, o conto possui fortes componentes como os da magia e da alquimia - e as cores de seus rituais – os quais representam pontos iniciais de ligação entre o mundo físico e o espiritual demoníaco.

A mocinha como personagem principal sintetiza em si as três cores que simbolizam, no Hermetismo, as três etapas da prática espiritual: o negro, o branco e o vermelho, que correspondem respectivamente, ao Nigredo, Albedo e Rubedo dos alquimistas. Já os sete anões que trabalham numa mina buscando ouro, são uma clara alusão a outro aspecto do simbolismo alquímico, que nos informa ser a meta do alquimista: a transformação dos metais impuros em ouro. Este tipo de mudança significa a suposta “união do homem a deus” perdida após a queda de Adão.

E essa relação só seria possível se antes o homem alcançasse sua pureza de estado original, ou seja, Cristo é algo meramente ilusório e não interfere neste tipo de relacionamento. O único mediador entre Deus e os homens descrito pela Bíblia Sagrada é descartado por completo.

No conto a expressão ‘unir-se ao Príncipe’ seria a representação do unir-se ao suposto ‘espírito Crístico’. Assim sendo, o sacrifício de Jesus na cruz do calvário é recusado como único meio de nos religarmos a Deus.

Enfim, são diversos os correspondentes do mundo físico com a outra dimensão.

O suposto conto ingênuo é uma chave de elementos básicos pagãos para que a criança se habitue e até mesmo comece a aceitar de forma natural as ideologias demoníacas. A criança que assiste desenhos baseados neste ritual e lê estes tipos de narrativas começa a ser doutrinada na prática de adoração luciferiana, sem nada perceber. Muitos pais não compreendem as transformações que ocorrem com os infantes em sua personalidade durante a transição para a vida adulta, mas a rebeldia pode ter sua explicação no mundo espiritual. O que a juventude absorve determina o que ela é, principalmente quando não se conhece a Palavra de Deus. Ela é a libertação, a única verdade, o único caminho para a transformação de um ser humano, porém, os contos pagãos tentam romper esta realidade.

A iniciação espiritual nestes círculos maçônicos, satanistas e de outras seitas só corrompe o indivíduo. O homem jamais pode ‘libertar-se a si mesmo’, ele precisa do poder de Deus em sua vida através do único mediador do mundo: Jesus Cristo! As demais coisas são vãs sutilezas de homens que negam a divindade de Cristo e são falsas ideologias que podem conduzir à perdição!

“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” Colossenses 2:8-9

A origem mitológica de Branca de Neve

Branca de Neve tem origem controversa nas literaturas difundidas, mas descobrimos que o conto nada mais é do que UMA VERSÃO REPAGINADA DE ‘EROS E PSIQUÊ’ DA MITOLOGIA GREGA! veremos a seguir.

Enganam-se os que acreditam que foram os irmãos alemães Grimm autores originais. Eles foram apenas os compiladores da obra e fizeram algumas pequenas modificações antes de publicar. Provavelmente eram maçons assim como o autor do conto Pinóquio (Carlo Lorenzini, também conhecido como, Carlo Collodi). Este fazia parte da ordem secreta maçônica e também baseou sua obra na mitologia grega (Demiurgo de Platão – o correspondente de Grande Arquiteto do Universo na maçonaria) trazendo elementos do processo iniciático ocultista (MAÇOM). Estes homens trazem das culturas pagãs aquilo que eles desejam para seus filhos a fim de que sejam doutrinados no satanismo das sociedades secretas.

O paganismo da Mitologia Grega e suas relações com o mundo de hoje

Na Grécia Antiga todos os fenômenos naturais e outros acontecimentos que ocorriam sem o intermédio dos homens se tornavam uma criatura ou um deus diferente. E era assim que as crianças da época eram doutrinadas. Os contos criados se tornavam a fonte principal de aprendizagem visto que a Bíblia era algo indiferente aos gregos e até mesmo rejeitado pela cultura em questão.

Os cultos gregos compreendiam, portanto uma religião politeísta. Afinal, antes da fama da filosofia, tais contos inventados eram considerados como reais. Esta era a religião deles: suas próprias invenções passadas de geração a geração.

E é destas criações imaginárias que, em alguns casos, os contos infantis tiveram sua origem. Branca de Neve é um grande exemplo disso. As semelhanças com ‘Eros e Psiquê’ da mitologia grega são inegáveis. Na verdade, os personagens tomaram apenas formas ou ares diferentes, receberam nomes distintos. O processo iniciático é o mesmo.

O leitor pode buscar no Google.

eros e psique mitologia grega - priscila e maxwell palheta Pintura representando Eros e Psique

 

Eros seria o suposto deus do amor, filho da deusa Afrodite. Psiquê seria a mais bela mortal. A narrativa gira em torno do amor existente entre Psiquê e o deus Eros que sofre perseguições da deusa má Afrodite que não aceita que uma simples mortal seja mais bonita do que ela, até então considerada a mais bela existente. Após alguns obstáculos impostos, inclusive de confiança entre os dois (que é temporariamente perdida e depois recuperada), Eros e sua amada conseguem ficar juntos e concebem uma filha denominada Prazer. Resumidamente era a forma que os gregos tinham para explicar as relações humanas e naturais de amor ferido, ódio, vaidade, beleza, confiança e prazer.

Branca de Neve nada mais é do que esta mesma narrativa apenas com ligeiras modificações, mas de mesma maneira potencializadora para os intentos malignos e perturbadores para a vida de uma criança.

A morte da mãe de Branca de Neve é o suposto desequilíbrio criado no ambiente do castelo, o que irá proporcionar seu futuro amadurecimento espiritual. A partir deste momento ela perde sua dignidade de princesa no castelo do pai e se torna uma serva da madrasta má. Apesar de ter a marca das três cores, que a qualifica como um ser especial dentro dos círculos ocultistas, cai numa função subalterna dentro do mundo denominado profano, marcado pela dualidade, pela dispersão, pelas paixões e dominado pela rainha má (que simboliza ao mesmo tempo as paixões vis e a Igreja dogmática). O conto nos mostra que para as sociedades secretas é necessário reunir em si o suposto disperso (no caso de Branca de Neve: reintegrar-se em retiro além da floresta e nas montanhas), para depois se unir ao Espírito (figurado pelo Príncipe – espírito ‘Crístico’).

A rainha madrasta descobre que Branca de Neve é a mais bela quando esta última faz sete anos. A rainha má é obcecada com a comparação quantitativa do aspecto estético (beleza física) e, portanto, apenas sensorial da realidade (Matrix). Ela é incapaz de perceber a beleza interior. A unidade do belo, do bem e da verdade (figurados pelos conceitos religiosos) não existe na rainha má, por causa de uma concentração exagerada da inteligência dela no aspecto mais externo da realidade material (figurada pela ciência).

O conto sugere que as provações iniciáticas sejam ritos preparatórios da iniciação. Eles representam uma preparação necessária, de tal forma que a iniciação mesma é como se fosse sua conclusão ou seu fim imediato. Representam as mesmas viagens simbólicas de certas seitas (maçonaria, rosacruz, druidismo, wicca) e se apresentam como uma busca ou procura, que conduz o indivíduo do suposto mundo de trevas para a luz de uma iniciação. São os ditos ritos de purificação, utilizando termos alquímicos. A maçonaria, por exemplo, introduz seus construtores em seus rituais de iniciação em cada grau até o 33º nível. Embora a maioria dos iniciáticos nem chegue ao 4º grau.

A corrida de Branca de Neve pela floresta representa a viagem do ‘mundo profano’ – figurado pelo castelo da rainha má, que é um mundo de maldade e mentira, o reflexo da mentalidade dela mesma – até o local ‘claro, limpo e protegido’, nas montanhas, onde se localiza a casa dos sete anões. É uma viagem do ‘mundo exterior’ para um outro ‘interior’, onde ela vai encontrar e aprender a lidar com as sete indulgências satânicas que estão esquecidas no mais íntimo dela mesma (os tais sete pecados capitais).

Estas simbologias e representações são as mesmas do conto mitológico Eros e Psiquê, afinal a “purificação do ser” é necessária através dos mesmos processos e são descritos na narrativa.

Infelizmente estas ideologias esbarram em fatos que andam perturbando e destruindo famílias inteiras até os dias de hoje. Mas isso não é contado a ninguém, muito menos de forma figurada. Este tipo de transformação ilustrativa tenta esconder segredos há muitas décadas. Este tipo de cultura pagã e satânica originária dos antepassados, diria até desde a Torre de Babel, cada vez mais alimenta as mentes que dão lugar aos demônios. Onde não há espaço para o Deus único e verdadeiro e seu filho Jesus Cristo, os valores se tornam completamente deturpados.

O Projeto MK ULTRA e a Programação Monarca

O Projeto MK ULTRA da CIA (Agência Central de Inteligência) dos EUA surgiu da mente de homens que entenderam todo este contexto iniciático e transformaram em algo pior do que um ser humano pode imaginar. É composta basicamente desde seu surgimento por maçons, de altos graus da maçonaria especificamente, e com intentos malignos a serem cumpridos com urgência, mas de forma secreta.

 

mk ultra documento - priscila e maxwell palheta Documento Projeto MK ULTRA

 

É um órgão que até hoje trabalha de forma obscura juntamente com suas organizações interligadas. Apesar disso, muitas informações de seus estudos internos acabaram vindo a conhecimento público.

Vale lembrar que a fundação maçom Rockeffeler tem sido uma importante financiadora de testes da CIA. Alguns hospitais psiquiátricos da organização fazem uso massivo destas pesquisas nos humanos.

Muitos de seus experimentos são aplicados na mídia (no entretenimento em geral), na política e aonde mais desejarem. Tudo o que assistimos hoje está condicionado em ‘moldes iniciáticos’ demoníacos. O condicionamento interfere em nossas mentes através das tv’s, rádios, livros e internet.

O mundo está mergulhado numa tremenda mentira. Ela começa nos livros de história que omitem sobre a maçonaria, passa pelos contos infantis que expressam iniciações demoníacas, pelo entretenimento (através das novelas, dos filmes, etc.) e continua em nossa política manipulada, fantoche dos líderes ocultos nos bastidores.

Neste estudo pretendo relatar que as torturas acontecem em locais onde as vítimas do controle mental não podem ser socorridas. Aliás, já o fazem desde a Alemanha nazista de Hittler. Joseph Mengele, um médico que trabalhou nos campos de concentração nazista foi o que primeiro ganhou notoriedade com estudos experimentais em prisioneiros dos campos de concentração. Muitas pessoas na história (II Guerra Mundial) serviram como informantes de operações secretas do governo, agentes da morte (executores) ou até mesmo foram descartados (executados).

 

documento cia illuminati mk ultra  - priscila e maxwell palheta Documentos da época comprovando relação da CIA com suas vítimas

 

No Livro ‘The Illuminati Formula to Create a Mind Control Slave’ o autor descreve Dr. Mengele como o pai da programação Monarca. Os mesmos tipos de testes que descrevemos aqui serviram como uma espécie de inspiração para provar os limites da mente humana. A este processo deram o nome de ‘Projeto Borboleta Monarca’.

A Programação Monarca surgiu como uma continuação do MK ULTRA e atualmente tem feito mais de 2 milhões de vítimas. Seus métodos são sádicos a fim de que as informações registradas nas mentes dos denominados escravos os façam executar as ações programadas pelo manipulador (o torturador). Os traumas causados são realizados através de rituais satânicos que iniciam o indivíduo numa tormenta que o marcará pelo restante de sua vida.

 

programaçao monarca mk ultra - priscila e maxwell palheta Borboleta Monarca e as personalidades dissociadas

 

Os médicos psiquiatras descobriram que sofrer freqüentes torturas físicas ou mentais pode ocasionar no desenvolvimento de diversas personalidades (alter-ego) e propicia o estabelecimento de comandos a serem executados. Muitas vezes drogas alucinógenas (LSD) e técnicas de hipnose são utilizadas em conjunto. Alguns dos filmes utilizados na Programação Monarca incluem Branca de Neve, Alice no País das Maravilhas, Pinóquio, O Mágico de Oz e Bela Adormecida.

O que a Programação Monarca fez foi transportar todos estes conceitos da cultura grega pagã, aperfeiçoar e unir aos rudimentos existentes das seitas secretas a fim de que pudessem agir no controle das massas. A isso se denomina controle mental. Ela não é somente uma simbologia da borboleta que passa por transformações desde a sua forma como lagarta até sua maturidade. É a modificação da psique do ser humano considerado normal. Este nome se originou de Psiquê, que na cultura grega significa: personificação da ALMA ou BORBOLETA. Psiquê tem sido um termo empregado para definir ego, mente, conceito de ‘si mesmo’, alma.

Os termos gregos Psique, Eros e Tânato foram curiosamente utilizados pelo pai da psicanálise: o maçom Sigmund Freud. Ele propôs esta terminologia. A psicologia muito se utiliza destes tipos de semânticas empregadas por ele.

Podemos então fazer as seguintes associações para que fiquem mais claras ao leitor:

BORBOLETA = ALMA = PSIQUE

MENTE = TRANSFORMAÇÃO INICIÁTICA

ESCRAVO MONARCA = TORTURA = DISSOCIAÇÃO DA PSIQUE

DISSOCIAÇÃO DA IDENTIDADE = COMPARTIMENTAÇÃO MENTAL

Para comprovar a respeito desta obscura e velada realidade, nada melhor do que assistir ao depoimento das vítimas desta imunda Programação Monarca. Elas relatam os traumas pelos quais passaram: eletrochoque, tortura, abuso sexual e jogos mentais, a fim de forçá-los a dissociar-se da realidade*. Eles são doutrinados na monstruosa idéia de que dor é amor e amor é dor.

*A capacidade do sujeito de dissociar-se é a resposta natural da mente do ser humano frente a dores insuportáveis. Ela permite que na PSIQUE do indivíduo personalidades/personas (alter-ego) fiquem em stand-by até que sejam programadas a estar ativas.

Assista aos depoimentos:



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