14 de nov de 2012

A maçonaria e a Proclamação da República – Nasce uma República morta!

navio negreiro maçonaria - Priscila e Maxwell Palheta

“O mundo segue o seu curso normal. O que traslada são os marionetes, os fantoches, os mascarados. Pelas veias desses sanguinários corre um demônio, um tipo de espírito que não sai nem com oração nem reza brava, dou-lhe o nome de corrupção.”  (Maxwell Palheta)

A Proclamação da República segundo lhe contaram

É inegável afirmar que em todos os eventos históricos brasileiros se teve a presença ‘notável’ da maçonaria. E todos foram tramados e concretizados dentro das Lojas maçônicas. Assim, não poderia deixar de ser com a Proclamação da República.

Estiveram na frente deste empreendimento os maçons: Marechal Deodoro da Fonseca, Benjamin Constant, Ruy Barbosa, Campos Salles, Quintino Bocayuva, Prudente de Morais, Silva Jardim e outros mais.

As lojas: Vigilância e Fé, de São Borja – RS, Loja Independência e Regeneração III, ambas de Campinas – SP, aprovaram um manifesto contrário ao advento do Terceiro Reinado e enviaram a todas as Lojas Maçônicas do Brasil, para que tomassem conhecimento e que apoiassem esta causa. Mais uma vez a Maçonaria estava à frente para liderar um Movimento ‘Democrático’.

Em 10 de novembro de 1889, em uma reunião na casa do Maçom Benjamin Constant, onde compareceram os Maçons Francisco Glicério e Campos Salles - que decidiram pela queda do Império - , Benjamin Constant foi incumbido de persuadir Marechal Deodoro da Fonseca, já que este era muito afeiçoado ao Imperador. Por fim, Deodoro assumiu o comando do movimento e Proclamou a 15 de Novembro de 1889, a República no Brasil.

Até aí os livros de história espalhados pelas gráficas editoriais da maçonaria te contam. Agora, o que você talvez não soubesse é que...

 

república semíramis - Priscila e Maxwell Palheta

Deusa Semíramis como símbolo da República

Começa a nossa verdadeira escravidão!

A dívida externa que furiosamente os Ministérios da Fazenda e da Economia, juntamente com as mídias nos empurram goela abaixo, lá por volta do século XIX, surgiu como empréstimos que se tornariam impagáveis através de gestos dantescos de nossos governantes junto aos banqueiros ingleses. Os elitistas maçons nadavam em toda a dinheirama, mais ricos e abastados enquanto que o povo continuava à míngua. Então, amigos, essa tal dívida externa que tanto falam, foi contraída há mais de dois séculos. Vamos falar mais sobre isso à frente.

Como todos os maçons arquitetavam muito bem seus planos e precisavam controlar muito bem os empréstimos que seriam feitos, em 1763, um tal de José Bonifácio de Andrada e Silva, tomou posse para a maçonaria o primeiro ministério brasileiro, o Ministério do Reino e dos Negócios Estrangeiros. José Bonifácio tornava-se então, o homem mais poderoso do Império e a maçonaria mais forte ainda.

Livre da colônia portuguesa, o Brasil estava agora sob o comando imperial da casa bancária judaica Rotschild. A partir daí seríamos também torturados pela metrópole comercial inglesa, isso lá por volta de 1834. Pronto! Estaríamos agora infiltrados no supercapitalismo internacional, tipo esse que não tem pátria e que submete à leis secretas o aniquilamento dos filhos da nação.

Aqui é um capítulo interessante desta aventura rumo à República: os empréstimos. A dolorosa escravidão age por meio de “favores”, dos empréstimos. Esse é o ponto de partida para escravizar um governo e torná-lo devedor por séculos.

Quando esse demônio internacional deseja dizimar uma nação ao estado de escravo, o que ele faz naturalmente não é enviar exércitos: envia banqueiros. Desse modo, o povo peregrinará eternamente pela escravidão. Sucessivos empréstimos agirão como tentáculos nesta trama espinhosa, a fim de manietar a nacionalidade.

Agora surge a farsa: um país depois de entrelaçado nesses esquemas permite o “polvo” (banqueiros sionistas) sugar-lhes todas as riquezas. Como consequências desastrosas, teremos distúrbios em diversos segmentos sociais. Os partidos políticos, que resplandecem em seus semblantes como amigos dos banqueiros, demonstram atitudes das mais canalhas possíveis, para ludibriar o povo, ora com o regionalismo separatista, ora com o acenar novas e maiores liberdades, ora a defender obscuros princípios revolucionários. O povo aplaude e acompanha esses políticos que estendem sobre os banqueiros internacionais a clámide pura de suas intenções patrióticas, sagrando-os amigos da Pátria.

Senhores leitores, nosso país desde sempre está solidificado na corrupção e gerido por maçons que nos comprometeram a essa avassaladora influência de grupos financeiros exploradores dissimulados em mil face. Muitos, disfarçados sob caricaturas simpáticas, porém carregando sempre o mesmo espírito político negro, a fim de encobrir as rapacidades que destroem a vitalidade nacional, comprometendo assim todas as gerações deste Estado.

Liberdade de Estado é algo impossível, pelo menos neste século, pois as forças paralelas (maçonaria) já se amontoam sobre nossa Bandeira; como impor a autoridade do nosso símbolo maior? Penso ser um pouco tarde demais para isso. Esse câncer capitalista vem adoecendo o mundo desde longa data. Observem a elucidação de Martin Lutero, em 1545, despertando o povo, quanto ao florescer do capitalismo:

“Eles (os banqueiros e capitalistas) têm todas as mercadorias nas mãos e fazem com elas o que bem entendem, sem receio de elevar ou abaixar preços conforme sua conveniência, oprimindo e destruindo os pequenos comerciantes, do mesmo modo que o peixe maior devora os peixinhos dentro d'água. Parece que foram instituídos senhores de todas as criaturas de Deus e libertados de todas as leis da fé e do amor... Somente se contentarão quando tiverem sugado o mundo inteiro e todo o ouro do universo lhes encher a pança... Todos estão expostos ao perigo e à ruína, ganha este ano, perde no seguinte, menos eles, os capitalistas, que ganham sempre, eternamente, ou reparam as perdas com novos lucros. Não é de admirar, pois, que tomem conta do mundo.”

Certamente que entreguemo-nos a este demônio desde o primeiro empréstimo que fizeram logo após a proclamação da independência, junto ao banqueiro Nathan Mayer Rotschild e que nos levou para sempre a independência. Ao raiar desta nova nação, estávamos ligados por um cordão umbilical ao capitalismo sem pátria.

Em 1922, escrevendo sobre o centenário de nossos empréstimos, o Sr. Jacob Cavalcanti disse:

“o mau estado das finanças do Brasil-Colônia, nos dias próximos à sua independência, retratava a desordem financeira da metrópole; de sorte que o Brasil, tornado independente, entrava logo no regime dos déficits orçamentários e caminhava a passos largos para a subordinação ao crédito estrangeiro”.

Tornava-se independente para ficar subordinado...

Sim, os maçons brasileiros e que se dizem patrióticos, estes retratados nos belos quadros expostos pelos museus, estes divulgados incessantemente nas escolas, nos enterraram numa dívida que jamais nos livraremos dela: Guarde esta data – 12 de janeiro de 1825. Foi exatamente neste dia que os banqueiros puseram seus pés sobre nossos ossos para nos esmigalhar, pertencemos a eles desde então e como escravos os servimos.

Senhoras e senhores, a palavra tem o poder de embriagar as massas. Divertem-nos com histórias mal contadas como se verdadeiras fossem. Naqueles dias, há mais de duzentos anos, a maçonaria brasileira, os políticos e os governantes unidos aos exploradores maçons banqueiros ingleses brindavam e festejavam a doce ganância.

É passado o tempo de contarem toda verdade a esta nação. Ela existe, mas está guardada a sete chaves, em documentos oficiais. Para sempre a boca mentirosa e covarde dos políticos estará muda? Onde estão os homens de coragem para pregar a verdadeira liberdade, a verdade que espatife os ídolos e os bezerros de ouro?

A doce mentira desvairada para iludir os tolos através da leitura dos jornais é propagada incansavelmente. Porém, a verdade é muito cruel: essa propaganda, obstinada e esperta, escondeu tão somente o trabalho forçado de gerações e gerações de brasileiros.

A maçonaria possui muita habilidade. Apertam-se as mãos e coroam-se com títulos e honrarias os homens que procedem impiedosamente, enquanto se lança na prisão o ladrão que furtou um pote de margarina para matar a fome dos filhos.

O argentário sem compaixão lucra, através da desgraça e sofrimento alheio, dos países que se digladiam, do sangue jorrado em campo de batalha das viúvas e órfãos sem pão, das economias de nações inteiras surrupiadas por vorazes bolsas de valores! Neste belíssimo planeta, muitos passaram por aflições, outros estão passando e muitos irão passar. O mundo foi, é e será testemunha dessa triste realidade.

Paz? Pra que paz? A paz não gera lucro, não fazem ricos. Então não lhes interessa! A sociedade está perturbada, ela saiu do seu rumo. Perdeu o sentido! As sociedades quando não são vitimizadas pelas economias vorazes, são violentadas pelas indulgências religiosas. “Ou dá ou desse!” Já dizia um famoso poeta maçom. Eles se unem como se cartéis fossem, traficando e ceifando vidas, destruído nações inteiras, comprometendo assim toda a nossa posteridade. Duvida? Leia um pouco mais sobre a história da humanidade e comprove você mesmo.

O mundo segue o seu curso normal. O que traslada são os marionetes, os fantoches, os mascarados. Pelas veias desses sanguinários corre um demônio, um tipo de espírito que não sai nem com oração nem reza brava, dou-lhe o nome de corrupção.

“Possa a dolorosa recordação destes fatos gravar-se profundamente na memória dos administradores brasileiros, como legenda monumental de graves erros, e de lamentáveis desperdícios na gestão das finanças do Estado”. (Candido de Oliveira – “Sistema financial do Brasil”.)

A maçonaria e os deuses Moloch e Mamom

15 de Setembro de 1889 - Nasce uma República morta

O endividameto através dos empréstimos

Proclamada a República, a história brasileira toma novos rumos. A velocidade adquirida com os empréstimos da monarquia se acelerou ao sopro dos desperdícios republicanos e rolamos mais depressa para o abismo...

O primeiro empréstimo do novo regime foi feito com Rotschild, em 1893, para a Estrada de Ferro Oeste de Minas, garantido pelo Governo: £ 2.968.000 – de capital real reduzidas a £ 2.374.000 pelo tipo 80. O capital nominal elevava a divida a £ 3.710.000. Calculando os juros de 5% ao prazo de 30 anos, segundo o contrato, veremos que as £ 2.374.000 nos custarão £ 9.275.000!!

Na assinatura dos instrumentos necessários, a companhia aludida foi representada pelo barão do Rosário e o governo brasileiro pelo seu plenipotenciário conselheiro João A. de Souza Corrêa. Em 1895, a 17 de julho, sendo ministro da Fazenda o conselheiro Rodrigues Alves, pegou o segundo empréstimo com Rotschild: £ 6.000.000 reais por £ 7.442.000 nominais, reduzidas de 15%, em virtude do tipo 85, portanto £ 5.100.000, das quais os banqueiros retiraram ainda £ 2.000.000 para resgate da divida flutuante do Governo Brasileiro com eles próprios; juros de 5 % e prazo de 30 anos. Custar-nos-á a brincadeira £ 18.605.000!

Não era possível aguentar o peso esmagador do serviço de juros, sobretudo, depois das perturbações políticas, sociais e militares do início da era republicana. Em 1898, o Governo Campos Sales e Rotschild fizeram o 1.° funding-loan, isto é, o primeiro empréstimo de consolidação, garantido pela renda das alfândegas, coitadas! Emitiram-se bônus no valor de £ 8.613.717 a juros de 5 % e prazo de 63 anos. Até 1961! Verdadeira hipoteca do futuro!

Esses títulos representam os juros acumulados que passam a constituir nova dívida, rendendo novos juros. Em 31 de dezembro de 1930, logo após a queda do Governo Washington Luis, ainda havia em circulação bônus no valor de £ 6.872.60044.

Será curioso ver o custo total em 1961; £ 27.283:208!!

A situação econômico-financeira que se antolhava ao país na época do funding era na verdade lastimável. O ministro da Fazenda do governo de Prudente de Morais, pintara-a já com cores carregadas: “De 1888 a 1894 transpusera o Brasil períodos assinalados pelas maiores agitações quais as provenientes da abolição do elemento servil e da proclamação da Republica, que abriram uma fase de graves perturbações políticas, frequentes revoltas e constantes alterações da ordem... Além disto, a megalomania, as grandes operações aleatórias visando fáceis riquezas, as maravilhas do jogo da bolsa e dos capitais fictícios, que haviam animado nervosamente os últimos tempos do Império, não se contiveram pelo advento das novas instituições, porque se ampliaram as temerosas aventuras; e sob a ilusão do deslumbramento da criação de uma surpreendente sociedade nova, opulentada rapidamente, por golpes repetidos de emissões de papel-moeda... A moeda fiduciária, copiosamente lançada, desvalorizou-se... Desde logo, delineou-se o seguinte quadro: a desvalorização do papel-inconvertível, causada pelas emissões sucessivas e pelos profundos e contínuos abalos sociais por um lado; por outro, as novas perturbações, os motins e desordens reiterados, as conspirações, as ameaças de intervenções dos quartéis e fortalezas, à oposição prenhe de paixões, esgrimindo todas as armas da imprensa e da tribuna, tanto parlamentar como popular... Todos esses fatores conjugados traziam como principal resultado o descrédito do país e sobretudo a desconfiança dos capitais e a germinação de um verdadeiro pavor entre os credores estrangeiros... Tínhamos o déficit acrescido anualmente e que chegara ao governo de Prudente representado no assustador algarismo de mais de cem mil contos; os outros erros descritos abriram novo abismo; a verba de diferenças de câmbio, ascendendo também a mais de cem mil contos anualmente. Eram duas voragens insaciáveis, nas quais fatalmente se submergia a maior parte da renda do País”.

Abyssus abyssum vocat!

De voragem em voragem, nós nos viemos despenhando assim, desde a independência, e, lá no fundo do Maelstrom, as fauces dos banqueiros internacionais devorarão tudo quanto entreguemos ao abismo insondável feito de abismos... Suor, sangue, lágrimas! Suor do trabalho e das angústias, cheirando a doença e pobreza. Sangue das guerras fratricidas e dos crimes políticos, fervendo de ódios ou de heroísmos. Lágrimas de criancinhas, de mulheres e de velhos, lágrimas de órfãos, de viúvas, de desvalidos. E tudo é pouco! Nada satisfaz o Moloch insaciável acocorado nas sombras e manobrando os inúmeros cordões dos seus títeres...

O contrato do funding foi assinado em Londres no dia 15 de junho de 1898 pelos banqueiros N. M. Rotschild & Sons e o conselheiro José Antonio de Azevedo e Castro. Delegado do Tesouro. Os títulos do “United States of Brazil 5 % Funding Bonds” compreenderam os seguintes empréstimos: de 4%, de 1889; de 4 ½%, interno de 1879, ouro, de 1883 e de 1888; de 5 %, de 1893 (Oeste de Minas) e de 1895. Além disso, as garantias de juros às companhias: The Alagoas Railway Co., The Great Western of Brazil Railway Co., The Conde d'Eu Railway Co., The Central Bahia Railway Co., The Brazil Great Southern Railway Co., The Bahia and S. Francisco Railway Co., Mogiana, The Minas and Rio Railway, The Natal and Nova Cruz Railway Co., Compagnie Genérale de Chemins de Fer Brésiliens, Compagnie des Chemins de Fer du Sud-Ouest Brésilien, The Recife and S. Francisco e Chemin de Fer S. Paulo-Rio Grande.

Pelo funding, ficou o Governo Brasileiro obrigado a retirar da circulação do país, à proporção que se emitiam os títulos do novo empréstimo, uma soma equivalente em papel moeda, ao cambio de 18 d., afim de ser incinerada. Muitos acharam que essa cláusula até então desconhecida nos empréstimos brasileiros era de grande alcance financeiro. Outros, porém, a criticaram. O ministro Joaquim Murtinho justificou-a, bem como a criação do chamado fundo de garantia. Os que o censuraram acharam que a nova política financeira era verdadeira humilhação imposta ao país pelos credores estrangeiros. Entretanto, ninguém viu o que, de fato, representava a retirada do papel-moeda da circulação, a qual chegou, no período de 1899 a 1901, à soma de cem mil contos. Todos se preocupam, com a chamada inflação, com as baixas do cambio, com as humilhações impostas ao país; e ninguém com o que é de verdade importante: o prejuízo que a falta de numerário causa à circulação das riquezas, sangue de um país. E vão fazendo o jogo judaico, que é retirar dinheiro da circulação, suprimir de qualquer forma o numerário dos Estados; a fim de restringir os capitais e seus possuidores, e forçar a procura desses capitais nas poucas mãos que os acumulam...

Em 1901, outra modalidade de empréstimo, o de Rescisão, destinado a encampar estradas de ferro com garantias de juros. A casa Rotschild contratou-o por 61 anos isto é, até 1962, com os juros de 4 %. A mesma casa vendia os títulos do funding de 1898 e comprava os de Rescisão, ganhando as comissões respectivas. Em 1922, quando se comemorou a independência, o saldo dessa operação contra nós era de £ 11.296.100 e em 1930 de £ 9.773.440.

No ano de 1962, seu custo será de £ 29.280.000!

Os “Rescission Bonds” foram autorizados pela lei n.° 746 de 29 de dezembro de 1900. Na assinatura do respectivo contrato, representou o Brasil o conselheiro José Antonio de Azevedo e Castro.

A 18 de maio de 1903, novo empréstimo com Rotschild para as obras do porto do Rio de Janeiro: £ 8.500.000 a tipo 90 e juros de 5 % pelo prazo de 30 anos, o que equivale a receber £ 7.650.000 e pagar £ 21.250.000!

Para o Lloyd Brasileiro se contratou a 4 de abril de 1906 um empréstimo de £ 1.100.000, ao par, juros de 5 % e prazo de 21 anos.

Dezoito anos depois, em 1922, ainda se deviam £ 210.500 do capital. Em 21 anos, esse milhão de libras rendeu a bagatela de £ 1.155.000.

Cansamo-nos de negócios com Rotschild. Em 1909 recorremos ao judeu francês. Lançou-se em Paris o empréstimo da Estrada de Ferro Noroeste, de Frs. 100.000.000 a juros de 5%, autorizado pelo decreto n.° 6.944 de 7 de maio de 1908. As ações foram emitidas pelo Banco de Paris e dos Países-Baixos46, e pela Societé Genérale. Nós gostamos tanto da França!... Em 1930, devíamos ainda Frs. 96.811.000, o que significa que, em vinte e um anos, tendo amortizado somente pouco mais de Fr. 3.000.000, devíamos quase todo o capital, embora tivéssemos pago Frs. 105.000.000 de juros! No fim de 50 anos, custará Frs, 350.000.000!

No mesmo ano, para o porto de Recife, contratado por Edmond Bartissol e Demetrio Nunes Ribeiro, levantamos em França Frs. 40.000:000 ao, prazo de 50 anos e juros de 5%, de acordo com o, que autorizava o decreto n.° 7.207 de 3 de dezembro de 1908. Em 1930, devíamos ainda Frs. 39.180.568 e pagáramos de juros Frs. 42.000.000. O total do custo elevar-se-á em 1950 a Frs. 140.000.000!

Aos empréstimos de Consolidação e de Rescisão, junte-se o de Conversão em 1910: £ 10.000.000, de tipo 87 ½, juros de 4 % e prazo de 57 anos, para resgatar os títulos do empréstimo da Oeste de Minas e do da Valorização do Café47. Por £ 8.750.000 recebidos, temos pagado um total de £ 8.000.000 até 1930, quando ainda devíamos £ 9.394.000 de capital. Este renderá em 57 anos, até 1967, £ 22.800.000 e, custará um montante de 32.800.000!

O empréstimo de Valorização do Café fora medida decorrente do Convênio de Taubaté entre Minas, S: Paulo e o Estado do Rio, ratificado peta lei n.° 1.489 de 6 de agosto de 1906. Constou de £ 3.000.000, a tipo 95, juros de 5 % e pelo prazo de 17 anos, tendo sido contratado com Rotschild a 3 de outubro de 1937. O empréstimo de Conversão de 1910, como já se viu, resgatou-o.

No referido ano, pediu-se na Europa segunda vez dinheiro para o Lloyd Brasileiro: £ 1.000:000 a 5% de taxa. Em 1930, devíamos ainda £ 428.800, tendo pagado £ 1.000.000 redondo, de juros.

Em verdade, o Brasil tem sido e continua a ser a galinha dos ovos de ouro do argentarismo internacional. Há um certo cuidado, pois, em não matá-la e dar-lhe, ás vezes, um pouco de fôlego e milho, afim de que se não acabe a maravilhosa postura...

Para a Estrada de Ferro de Goiás, que se não construiu (Pobre Goiás!), creio, os banqueiros franceses nos deram, em 1910, ano fértil em proveitosas negociatas et pour cause, a batelada de Frs. 100.000.000 a prazo de meio século, 1960, e juros de 4 %. A imprensa do governo elogiou a habilidade dos nossos financistas. O contrato foi aprovado pelo decreto n.°. 7.562 de 30 de setembro de 1909. Pelo decreto n.° 12.183 de 30 de agosto de 1916, o Governo Federal assumiu a responsabilidade da dívida hipotecária dessa Estrada: Frs. 25.000.000. Em 1930, quando os revolucionários triunfantes entraram na capital da República, devíamos Frs: 95.677.980 de capital e havíamos pago Fr. 80.000.000 de juros. No fim das contas, em cinquenta, anos, os juros se elevarão a Frs. 200.000.000 e o pagamento total a Frs. 300.000.000.

A França-judaica nos desanimou e voltamos cabisbaixos, de chapéu na mão, aos antigos senhores Rotschild, pedindo desculpas. Não; eles não estavam zangados e nos concederam, para a conclusão das obras do porto do Rio de Janeiro, em 1911, £ 4.500.000 em tipo 92, juros de 4 % e 71 prazo de 16 anos, generosamente. O caso resume-se em receber £ 3.680.000 e pagar sem bufar £ 7.380.000.

Essa operação foi autorizada pelo decreto n.° 8.621 de 23 de março de 1911 e contratada pelo delegado interino do Tesouro em Londres, Julio Cesar Moreira da Costa Lima.

Não se devia findar o ano sem outra operação de crédito: O Império chegou a fazer uma de ano em ano. A República resolveu bater o recorde e fez muitas por ano. Em novembro, realizaram para a Rede de Viação Cearense: £ 2.400.000 a 4%. Por 20 anos, salvo engano. Os intermediários do empréstimo, não se sabe bem se os de lá ou os de cá, porque essas cousas sâo sempre admiravelmente confusas, depositaram metade da quantia, £ 1.200.000, não sei por que cargas de água, no The Russian Commercial and Industrial Bank of London, que tinha este pomposo nome, mas não passava duma arapuca de judeus russos. O banco levou a breca e lá se foram com ele as nossas libras. Desta sorte, as restantes nos custarão £ 4.320.000.

Um dos nossos técnicos financeiros declara que esse empréstimo “ficará assinalado na história financeira do Brasil como a operação mais desastrada que já foi realizada”. É sobremaneira curioso e edificante acompanhar-se o desenvolver da maroteira com todos os seus truques, maroteira que surripiou uma grande soma à economia nacional.

No decreto n.° 9.168 de 30 de novembro de 1911, que autorizava a realização do empréstimo, se dispunha, em vista de estar sendo a Rede de Viação Cearense construída pela South American Railway Construction Company Limited, que, para os devidos pagamentos, metade da soma seria depositada em um banco de Londres ou Paris, designado pelo ministro da Fazenda de acordo com a Companhia. A cláusula trazia água no bico, tanto assim que se não escolheu, para o depósito em questão, a casa Rotschild ou um grande estabelecimento bancário duma das duas capitais. “A designação, porém, - afirma um alto funcionário do Tesouro - recaiu no The Russian Commercial and Industrial Bank, de Londres, CUJA OBSCURIDADE ESTAVA NA RAZÃO DIRETA DA EXTENSÃO DO SEU NOME.” O ministro da Fazenda de então, sr. Francisco Antonio de Sales, concordou com a magnífica escolha.

Ultimada a operação de crédito, fez-se o depósito no tal banco, “cuja existência era quase ignorada mesmo na praça de Londres”. Quatro anos depois, em 1915, um grupo de homens de negócios ou de negocistas promovia em Londres a falência da South American Railway Construction Company Limited, de nome tão comprido como o do banco e de moralidade tão curta quanto a dele. Os requerentes dessa falência pediam mais à justiça que fosse retido o depósito feito pelo Governo Brasileiro no, The Russian Banlc. O ministro da Fazenda tomou providências, comunicou-se com os nossos agentes, os srs. Rotschild, e nada conseguiu. Estes, na opinião do sr. Jacob Cavalcanti, empenharam-se em defender os interesses do Brasil. Em certas ocasiões, é muito fácil fingir empenho. Constituiu-se advogado para o feito e o ministro da Fazenda ordenou ao tal banco russo que transferisse os fundos para a casa Rotschild, em vista da rescisão do contrato de construção entre o Governo e a South American.

Tudo foi inútil. O Brasil não pôde intervir no litígio entre os negocistas e a South American. O nosso dinheiro continuou nas caixas do Banco Desconhecido. Enfim, veio a guerra e, depois da guerra, a revolução comunista russa. O banco levou o diabo e as nossas louras esterlinas também. Talvez vamos encontrá-las no vale de Josafá, ao toque da trombeta do Juízo Final.

Armaram-nos uma grande trapalhada e fomos no embrulho...

O serviço de pagamentos dos juros e comissões do empréstimo da Rede de Viação Cearense passou a ser executado pelo Lloyd Bank.

Os nossos déficits continuam de vento em popa...

Ainda em 1911, com a autorização constante do decreto n.° 8794 de 21 de junho; tentamos a sorte na França, tomando Frs. 60.000.000 a juros de 4 % e prazo de 56 anos, para a Rede Viação Baiana. Devíamos em 1930 Frs. 58.697.472 de capital, havendo pago Frs.. 69.600.000 de juros. O custo total da operação se elevará em 1967 a Frs. 194.400.000!

Rotschild entra em cena em 1913 com outro empréstimo, autorizado pelo decreto.n.° 10.197, de 29 de abril de 1913 e assinado a 5 de maio. O câmbio sobe. A imprensa oficial elogia o ministro da Fazenda. O povo alegra-se. £ 11.000.000, tipo 97, taxa de 5% e prazo de 40 anos. Se algum pessimista se arrepia, respondem-lhe que o Brasil é um país de grande porvir, de imensas possibilidades, devendo sacar sobre o futuro. Certos politicões fartos sorriem como quem diz: “Depois de mim, o dilúvio!” Luizes XV de fancaria!

Fizera-se a operação para construir ferrovias e portos; porém, na sombra, se adensam os déficits da faustosa e inútil Exposição Nacional de 1908, com que os entusiasmos do Jardim da Infância haviam festejado o primeiro centenário da Abertura dos Portos, que, em 1818, Henry Koster vira com outros olhos, os dum observador estranho: o Brasil passando de colônia portuguesa a colônia inglesa... Em 1909, David Campista alarmara-se com eles. Não se construíram nem caminhos de ferro nem docas. Pagaram-se com o ouro apanhado aos prestamistas os gastos daquele luxo de pobre enfeitado.

Embolsamos £ 10.670.000, que pagaremos, se possível, em 1943, com £ 33.000.000.

O resultado natural tinha de ser, com tal política financeira, por não chegarem as rendas do Estado para suas despesas e o serviço da divida, novo funding loan. Além disso, o nome é inglês, pouco conhecido, tentador para se deitar sabença na tribuna do Congresso, na tal Comissão de Finanças, ou nas entrevistas de vespertinos e matutinos puxadas a retrato. Foi feito com Rotschild, leit motif da nossa Opera financeira, trágica e bufa ao mesmo tempo, em 1914, ao carregar dos canhões para a Grande Guerra, da qual nasceria um mundo novo, com doutrinas geradas na lama e na podridão, mas com outras iluminadas pelas aureolas da dor e do sacrifício.

Desencadeia-se aguda crise financeira de 1913 para 1914. Rivadavia Corrêa mostrava-se apreensivo ante a situação do erário. Só se via um remédio: recorrer aos prestamistas judeus.

Novo empréstimo de consolidação: £ 15.000.000 de que não sentimos nem o cheiro, pois representavam os juros vencidos dos empréstimos de 1883, 1888, 1889, 1895, 1908, 1910, 1911 e 1913, dos títulos de dívida do Lloyd Brasileiro, da Viação Cearense, dos empréstimos franceses de 1908, 1909, 1910 e 1911, e dos bônus do empréstimo de Rescisão (Rescision bonds). Os Rotschilds entraram, então, diretamente e claramente, nas operações feitas em França.

Nada mais, nada menos do que o que Joaquim Murtinho definia em 1898: “...pagamento duma divida com os recursos de outra dívida contraída para esse fim.” E o financista acrescentava que os empréstimos externos do regime republicano haviam sido quase completamente absorvidos no pagamento de juros de outros empréstimos!!

O contrato desse novo funding foi calçado nos termos de 1898. Como garantias, mais uma vez as rendas alfandegárias. Suspenderam-se todas as amortizações de empréstimos e o Governo soberano do Brasil ficou proibido de garantir ou lançar qualquer operação de crédito interna com juros pagáveis na Europa até 1917. Soberania limitada! E dizer que não são os banqueiros internacionais que governam nossa pátria!...

Compreenderam-se na Consolidação os seguintes empréstimos: de 4 %, de 1889, 1910, 1911, 1901 e Lloyd; de 4½%, de 1883, 1888; de 5 %, de 1895, 1908, 1913, 1908 - 1909, 1909 e títulos do Lloyd.

Figura no contrato, assinado pelo dr. Joaquim Inacio Tosta, uma cláusula que o sr. Jacob Cavalcanti considera onerosíssima e que o Governo Brasileiro não quis cumprir, a do resgate dos títulos do empréstimo de Rescisão pela emissão e venda de títulos do novo funding, sujeitos no mercado às oscilações da oferta e da procura. Uma mina de 76 negociatas frutuosas à custa do nosso pobre povo. A casa Rotschild constantemente reclamou o cumprimento desse dispositivo e venceu enfim, pois, no ano de 1919, o sr. João Ribeiro, ministro da Fazenda, lhe deu ganho de causa. Esse ato - diz, apesar do seu “onerosíssimo”, o citado sr. Jacob Cavalcanti, - “foi muito bem recebido nos círculos financeiros da City e repercutiu favoravelmente na cotação dos nossos títulos.” Pudera!... A 5 de junho de 1919, Rotschild passava um telegrama de agradecimentos cordiais ao ministro João Ribeiro, que se babou de prazer. Quanta honra! A imprensa publicou-o com os ditirambos da praxe...

 

Bibliografia:

. Sites maçônicos

. Gustavo Dodt Barroso – A história Secreta do Brasil

. Gustavo Dodt Barroso – Brasil, Colônia de Banqueiros

Faça-se saber:

“Ousei rasgar o espesso e misterioso véu que cobria o Tesouro, persuadido de que a desconsolação pública e a extinção do patriotismo andam a par da miséria pública; deque a ruína dos Estados, a queda dos Impérios são consequências das desordens das finanças”. (Relatório do Ministro da Fazenda, Manuel Jacinto Nogueira da Gama, Visconde de Baependi, em 1823).

Temos que ter em mente que: Tudo o que a maçonaria faz ou promove é exclusivamente para benefício próprio e nunca para atender os interesses alheios. Onde nós os cidadãos comuns, nos tornamos mais e mais escravizados pelo sistema imposto por eles, onde o comandante é o deus GADU.

Como benefício próprio, podemos citar: Enriquecimento ilícito (pouquíssimas vezes lícito), pois o poder do dinheiro lhe dá o domínio sobre os menos favorecidos e concede benefício imérito aos poderosos e ricos.

"O poder tende a corromper - e o poder absoluto corrompe absolutamente." Lord Acton.

Assim aconteceu em todos os fatos históricos no Brasil e não foi diferente na Proclamação da República. Os maçons, detentores do poder na sociedade, escravizava, submetendo negros e índios à todo tipo de tortura, castigo e humilhação, sem motivo algum, apenas movidos pela ganância que pairava em seus corações.

E neste evento histórico (ou em qualquer outro) jamais a Pátria amada foi beneficiada, e seus filhos vivendo da miséria, dor e sofrimento, enquanto o topo da “pirâmide” se banqueteava do ouro, das pedras preciosas, Pau-Brasil, Cana de açúcar, cacau, café, etc.

Qualquer semelhança com os dias atuais, não é mera coincidência.

*Este é apenas um curto trecho de um vasto arquivo em nossas mãos. Ao longo do tempo, postaremos aqui neste blog, se assim fizer necessário.



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