16 de mar de 2012

Papas ligados a Maçonaria, será?

papas maçonaria - priscila e maxwell palheta


O estudo que vem a seguir é sobre o Concílio Vaticano II, que por muitos é tido como um concílio que tentou tirar a Igreja Católica Apostólica Romana dos eixos do Cristianismo, e por outros foi tido como um avanço que colocou a ICAR no caminho do séc XX. 

A intenção disposta nas linhas que se seguirão NÃO TEM INTENÇÃO NENHUMA DE DENEGRIR A CRENÇA de ninguém, porém os fatos que serão descritos a seguir têm a intenção de levar o leitor a uma reflexão, deixando que o mesmo faça suas escolhas e o mais importante PESQUISE sobre o assunto. 

METODOLOGIA: O material inicial de consulta tem por base as Encíclicas de João XXIII que estão disponíveis para consulta aqui: 

Também deixaremos como uma base de pesquisa o artigo:

The Scandals and Heresies of John XXIII

Recomendamos também a leitura, Maçonaria e Igreja Católica de autoria dos Padres J.A.E. Benimeli, G. Caprile e V.Alberton, Editora Paulus, São Paulo, 1981. Cito a Quarta edição brasileira, que é de 1998.


Nas páginas 100 e 101 desse livro, você lerá o seguinte:

"...cremos que sinais claros desta nova, mais serena atitude encontra (sic)-se também na posição assumida por alguns grupos maçônicos diante da figura dos dois papas artífices do Concílio, por ocasião de sua morte.

O Concílio Vaticano II (CVII), XXI Concílio Ecumênico da Igreja Católica, foi convocado no dia 25 de Dezembro de 1961, através da bula papal "Humanae salutis", pelo Papa João XXIII. Este mesmo Papa inaugurou-o, a ritmo extraordinário, no dia 11 de Outubro de 1962. O Concílio, realizado em 4 sessões, só terminou no dia 8 de Dezembro de 1965, já sob o papado de Paulo VI

Nestas quatro sessões, mais de 2.000 Prelados convocados de todo o planeta discutiram e regulamentaram vários temas da Igreja Católica. As suas decisões estão expressas nas 4 constituições, 9 decretos e 3 declarações elaboradas e aprovadas pelo Concílio.[1] Apesar da sua boa intenção em tentar renovar a Igreja, os resultados deste Concílio, para alguns estudiosos, ainda não foram totalmente entendidos nos dias de hoje, enfrentando por isso problemas que perduram. Para muitos estudiosos, é esperado que os jovens teólogos dessa época, que participaram do Concílio, salvaguardem a sua natureza; depois de João XXIII, todos os Papas que o sucederam até Bento XVI, inclusive, participaram do Concílio ou como Padres conciliares (ou prelados) ou como consultores teológicos (ou peritos).

joseph ratzinger papas maçonaria - priscila e maxwell palheta Joseph Ratzinger

Como Padre Conciliar 5 anos antes de assumir "Congregação para a Doutrina da Fé" Atual nome do Tribunal do santo ofício.

Todos os concílios católicos são nomeados segundo o local onde se deu o concílio episcopal. A numeração indica a quantidade de concílios que se deu em tal localidade. Vaticano II, portanto, indica que o concílio ocorreu na cidade-Estado do Vaticano, e o número dois indica que foi o segundo concílio realizado nesta localidade.

O Papa João XXIII "imaginava o Concílio como um «novo Pentecostes» [...]; uma grande experiência espiritual que reconstituiria a Igreja Católica" não apenas como instituição, mas sim "como um movimento evangélico dinâmico [...]; e uma conversa aberta entre os bispos de todo o mundo sobre como renovar o Catolicismo como estilo de vida inevitável e vital".

 
[ George Weigel, A Verdade do Catolicismo, Bertrand Editora 2002 ISBN 972-25-1255-2; cap. 3, págs. 45-46] 
No dia 11 de Outubro de 1962, o Concílio Vaticano II, idealizado pelo Papa João XXIII, "teve seus trabalhos oficialmente inaugurados, contando com a presença de 2.540 padres conciliares ou prelados, número este inédito para a História da Igreja: 1060 europeus (dos quais 423 italianos, 144 franceses, 87 espanhóis, 59 poloneses, 29 portugueses...), 408 asiáticos, 351 africanos, 416 da América do Norte, 620 da América Latina e 74 da Oceânia". Mas, mesmo assim, "estavam ainda ausentes do Concílio muitos bispos de dioceses que viviam sob regimes autoritários", na sua maioria de ideologia comunista. "O número de participantes variou muito de acordo com as sessões, nunca, porém estando abaixo de 80% do total de padres conciliares".

Devido aos seus objetivos supra-mencionados, o Magistério da Igreja Católica reconhece que o Concílio Vaticano II tem uma natureza e um fim predominantemente pastoral, não chegando por isso a proclamar nenhum dogma novo. 

1. Antes do mais, é de notar que o Concílio apresenta a Igreja como "o sacramento visível da unidade salvífica" em Lumen Gentium nº 9. Donde se vê que o "como que" de LG nº 1 não é essencial.

Isto evidencia que o Concílio não rejeitou a qualificação de Igreja como sacramento sem mais. Usou-se a partícula "como que" em LG nº 1, o Concílio o fez tomando o conceito de sacramento em sentido estrito de "rito litúrgico (Batismo, Crisma...)". A Igreja tem, sim, a estrutura do sacramento-rito litúrgico, pois é um sinal visível portador e transmissor da graça divina, mas não é um rito: o "como que" significa que ela não é sacramento em sentido estrito, mas em sentido amplo, como, aliás, o é também a santíssima humanidade de Cristo na qualidade de sacramento primordial. Com efeito: a santíssima humanidade de Jesus é o primeiro invólucro portador de uma realidade transcendental (a Divindade), realidade transcendental que Jesus assinala e transmite aos homens do seu tempo na Palestina (perdão de pecados, cura de paralítico, de leproso...).

Esta função de Jesus (Deus feito homem) se prolonga na Igreja, que é seu Corpo Místico e Sacramento continuado, o qual se consuma nos sete filetes litúrgicos, fazendo assim a vida eterna do Pai atingir todo e qualquer ser humano em qualquer época ou localidade. Dá-se o nome de "ordem (âmbito) sacramental" a essa trilogia concatenada: humanidade de Jesus, Igreja, ritos litúrgicos ditos "sacramentos em sentido estrito".

Reconheçamos que a expressão "Igreja-sacramento" é nova no linguajar teológico, mas tem fundamento tradicional que repousa nos escritos do Novo Testamento. Sim, "Igreja-sacramento" corresponde aos dois aspectos da Igreja (o jurídico, visível e o transcendental, místico), de que falam os Evangelhos e São Paulo. 

Acreditamos não ser necessário explicitar todas as etapas que levam à íntima união com Deus cada vez que se fala deste assunto. De resto, no decorrer mesmo da sua explanação a mesma Constituição conciliar faz menção da necessidade do Batismo como porta de entrada na Igreja: 
"Cristo, inculcando com palavras expressas a necessidade de fé e do Batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo como por uma porta" (nº 14). 

Quanto à semente divina existente em todo homem conforme a Constituição Gaudium et Spes n° 3, não é senão a alma humana espiritual, capaz de se elevar até o Infinito que é Deus.

3. Orlando Fedeli critica ainda a afirmação segundo a qual a Igreja realiza a unidade do gênero humano.

Como entender isto?
Não parece difícil compreender que, sendo a Igreja chamada a reunir todos os homens na mesma condição de criaturas beneficiárias da obra da Redenção efetuada por Cristo, ela é chamada, por isso mesmo, a fazer a unidade do gênero humano sem relativismos, mas na mesma profissão de fé. Aliás, há três planos nos quais todos os seres humanos convergem na unidade, apesar das diferenças raciais e culturais.

Eis a resposta: o Concílio reconhece que, fora da Igreja Católica, existem elementos da Igreja (a leitura da Bíblia, a oração, o jejum, o martírio...). Por isto não diz simplesmente que a Igreja de Cristo é a Católica, como se fora desta, confiada a Pedro e seus sucessores, nada houvesse de eclesial ou como se todas as práticas religiosas e todos os artigos de Credo professados por cristãos não-católicos fossem estranhos à Igreja de Cristo. Ora a fim de respeitar tais valores, os padres conciliares escolheram a expressão: "A Igreja de Cristo subsiste na Igreja Católica". O que quer dizer: a Igreja de Cristo está integralmente presente com todos os elementos da verdade revelada e vivenciada na Igreja Católica. O verbo subsiste, no caso, é novidade, mas novidade sadia, que, sem cair no relativismo, reconhece a verdade: as confissões cristãs não católicas professam heresias, sim (era isto que mais se dizia nos tempos anteriores ao Vaticano II), mas também professam artigos de autêntica fé e praticam as virtudes inspiradas por essa fé (piedade, zelo pela causa de Deus, amor ao próximo...).

Por conseguinte, se também neste ponto a linguagem do Concílio inovou, ela só fez para melhor, sem trair a Verdade e o Bem.  São, pois, infundadas as restrições ao Vaticano II pretensamente baseadas na Lumen Gentium.


Vamos focar por hora a figura de João XXIII 

Angelo Giuseppe Roncalli nasceu e foi baptizado em Sotto il Monte (província de Bérgamo, Itália), no dia 25 de Novembro de 1881. Era o terceiro filho numa família humilde e numerosa de tipo patriarcal e de trabalhadores agrícolas. Desde cedo, devido ao "clima religioso da família e à fervorosa vida paroquial", Roncalli já era muito devoto, acabando por ingressar no Seminário de Bérgamo. "Ali, ele começou a redigir os seus escritos espirituais, que depois foram recolhidos no "Diário da Alma"" (ou Jornal da Alma), um livro auto-biográfico muito famoso de Roncalli. Em 1897, ele professou a regra da Ordem Franciscana Secular. "De 1901 a 1905, foi aluno do Pontifício Seminário Romano, graças a uma bolsa de estudos da diocese de Bérgamo"
Na sequência da morte do Papa Pio XII, em 1958, realizou-se rapidamente um conclave, onde se reuniu os cardeais-eleitores para escolherem um novo Papa. Ao contrário do que se sucedeu no conclave de 1939 (onde Pio XII foi quase unanimamente eleito Papa), o conclave de 1958 tinha vários candidatos favoritos (ou papabiles). Devido a este fato, os cardeais-eleitores procuraram escolher um candidato idoso e "de compromisso", acabando por isso por eleger Ângelo Roncalli, que era precisamente um homem modesto e idoso (já tinha 77 anos). Por esta razão, ele era apenas considerado um Papa "de transição".

Assim sendo, Ângelo Roncalli foi, com grande surpresa para si, eleito Papa em 28 de Outubro de 1958, na 11ª votação; tomou o nome papal de João XXIII (Ioannes PP. XXIII, pela grafia latina). Embora a intenção fosse a de homenagear São João Evangelista, a escolha desse nome causou surpresa. Isto porque, afinal, o último papa a chamar-se João fora o francês Jacques D'Euse, ainda na Idade Média (Papa João XXII); e ainda porque existiu, também na Idade Média, um anti-papa com o nome de João XXIII.

Aqui é interessante fazer a seguinte observação: Segundo a tradição dos rosascruz, Cada Grão Mestre ao assumir o Posto adotava o nome de João (Jean), os grãos mestres teriam criado uma sucessão de Joãos de 1188 até os dias atuais. Essa sucessão seria um contra ponto, esotérico, a doutrina da sucessão de Pedro. 

Mas quem seria o primeiro João? O Batista ou o Apóstolo amado? Qualquer que seja a resposta, o que sabemos é que em 1959 Jean Cocteu ainda era Grão mestre da Ordem quando Pio XII morreu, assumindo Ângelo Roncalli, mesmo sabendo que o Nome João XXIII já tinha sido estigmatizado por um antipapa em 1415. 

Não se pode provar tal afirmação, mas fica muito fácil concluir que a ordem pode ter tido o mesmo João para ela e para Roma.

[Grãos Mestres e a corrente Subterrânea Pág. 125] 

Sobre o antipapa:
Quem era Ângelo Roncalli?
"Da sua juventude sacerdotal, na década de 1910, manteve relações particulares com os príncipes italianos, há muito excomungados por espoliar bens da Igreja" (E. Lebec: "Histoire secrète de la diplomatie vaticane", A. Michei, 1997, p. 147).
Durante a II Guerra Mundial, os serviços secretos britânicos criaram uma seção denominada "o MI 5", sob as ordens de Churchill. Este órgão foi encarregado do trabalho na área do ocultismo, a fim de desestabilizar o III Reich por meio de um ritual mágico. 'Amado ressalta que ritual ocorreu em presença de personagens tais como Ian Fleming, e com a benção do bispo Ângelo Roncalli, INICIADO NA SEITA DOS ILUMINADOS NA TURQUIA.
”(...) Aliás, sobre sua cruz peitoral, ele ostentava o símbolo dos llluminati: um olho aberto no centro de um triângulo... Isto se passou num obscuro bosque de Sussex, no inicio do ano de 1941”.

(Pesquisa sobre a existência de anjos rebeldes, de Edward Brasey, p. 259, Filipacci).


Sobre a afirmação acima do Olho que tudo Vê – encontramos isso:


papa skull and bones - priscila e maxwell palheta
                       A imagem não permite que se veja com clareza o que ele tem nas mãos,
                                                     mas permite ver o que tem atrás.

Os vídeos do Spirit TvOnline (CANAL YOUTUBE) explicam sobre o símbolo destacado, mas esse símbolo nos lembrou a seguinte lenda Maçônica:
 
Uma grande dama era amada de um templário, um senhor de Sídon, mas ela morreu jovem, após o seu enterro seu amante imoral se arrastou até o túmulo, desenterrou seu corpo e o violou. Então uma voz do além falou que ele deveria retornar depois de 9 meses ao túmulo, pois ali encontraria um filho. Ele obedeceu e na data marcada ele abriu novamente o túmulo e encontrou uma cabeça nos ossos das pernas (um crânio e osso em cruz). E a mesma voz lhe disse: "Guarda bem isso, pois ela é a doadora de toda a sabedoria". Então ele carregou consigo. Ela se tornou seu amuleto, e ele podia vencer qualquer inimigo apenas por mostrar a cabeça mágica. Que no devido tempo se tornou possessão da ordem.
Essa narrativa pode ser retrocedida até o séc XII onde encontramos um certo Walter Map, tanto ele quanto outros escritores afirmam que o necrófito violador de tumba era um templário. 
Em 1307 a história já estava ligada a ordem pois a mesma é e montrada nos registros da inquisição, e os atuais herdeiros da ordem são os Maçons

Em 1983, foi publicado no México um livro intitulado: "Introdução à Franco-Maçonaria". Seu autor, Jaime Ayala Ponce, era Iniciado do grau 33 do rito escocês, membro ativo do Conselho supremo, principal escritor maçônico mexicano, nos diz na apresentação do livro:

"Em 1935, Ângelo Roncalli, arcebispo de Mesembria, é delegado apostólico na Turquia. A vida não é fácil para ele. Com a guerra, assim como outros padres e religiosos, ele veste-se civilmente. É justamente nessa época que foi convidado a ingressar numa sociedade herdeira dos ensinamentos Rosa-Cruzes, à qual Louis Claude Cagliostro deu tanta força... Píer Carpi, um jornalista pesquisador sério, denunciador desses tipos, membros das sociedades secretas, iria descobrir, no curso das suas pesquisas, as provas escritas da filiação maçônica de ÂngeloRoncalli na Turquia. Este grande jornalista nos relata no seu livro o procedimento de filiação, e descreve, detalhadamente, o seu ritual. Ele relata que foi durante uma dessas sessões numa loja que Ângelo Roncalli caiu em transe místico, e enunciou suas famosas profecias... Quem quiser se aprofundar nessa história, e conhecer melhor essas sociedades, pode procurar nas livrarias a obra "Les prophéties de Jean XXIII, de Píer Carpi. (Existe uma edição brasileira, e Píer Carpi é maçom (n. d. t.).
A obra intitulada "Introdução à Franco-Maçonaria” [referida linhas atrás], Jaime Ayala Ponce relata que, há alguns anos, o célebre maçom Prof. A. Sierra Partida quis publicar, nos jornais nacionais, uma cópia da ata de entronização numa loja de Paris, na qual constava que os profanos Ângelo Roncalli e Giovanni Montini tinham sido levados nesse mesmo dia [?] a serem iniciados nos augustos mistérios da confraria. Entenda-se que a imprensa recusou-se a publicar a matéria, e assim, o próprio professor fez copias que distribuiu nos círculos maçônicos do país.
Albert Pike é um dos fundadores do rito paládico luciferiano, para o qual o Conselho dos Treze, que forma o poder oculto, recebe suas ordens diretamente de Lúcifer. 

O Símbolo desse rito é o anel adornado de rubi, mas isso é outra história.
 
obreiro maçonaria maos e pes - priscila e maxwell palheta 


homem cosmico maçonaria - priscila e maxwell palheta

O aperto de mão

O aperto de mão é um costume que remonta o antigo Egito, pois o costume dos helenos, latinos e alguns orientais era o beijo, que podia ser dado no rosto (irmãos ou iguais) ou até mesmo nos pés (escravos e senhores). Dentro da maçonaria que diz ser a detentora dos segredos dos templários foi criado um aperto de mão típico, no qual o polegar da mão direita encosta na primeira ou segunda junta correspondente ao dedo indicador ou o dedo do meio (varia do grau), sendo assim em fração de segundos é possível saber sem nem ao menos saber o nome, descobrir que a pessoa é um Ir .*. e até o grau...

A figura abaixo é um brasão da revolução Francesa, repare no aperto de mão:


brasao revolucao francesa aperto de mao - priscila e maxwell palheta
Agora vejamos o aperto de mão do PAPA João XXIII 

PAPA Paulo VI aperto mao maconico - priscila e maxwell palheta
Talvez uma única imagem não seja suficiente para que você leitor desse pequeno estudo possa se convencer que o Papa - fiel representante do pensamento católico - pudesse ter qualquer laço com a maçonaria, haja vista a  encíclica de Pio XI proibindo ligação com esta fraternidade.

Mas acaso você ainda não tenha se convencido, exposmos mais uma prova:

 

Paulo VI aperto mao maconico - priscila e maxwell palheta

Paulo VI em visita ao Patriarca 

Paulo VI maçonaria - priscila e maxwell palheta
Paulo VI e João XXIII (o até então arcebispo que depois virou PAPA e seu antecessor João XXIII)
Todos que leram o início do artigo se lembram que citamos o nome de Joseph Ratinger (Bento XVI) como pertencente a ala de João XXIII (Junto com João Paulo II e outros), sendo assim não seria de admirar que o atual papa seja também inclinado as práticas da ordem. Vejamos:


Tony Blair e papa maçonaria - priscila e maxwell palheta
Sobre Tony Blair não precisamos mencionar nada.

Alguns católicos mais fervorosos podem acreditar que o PAPA como "defensor do trono de Pedro" tem que proteger o catolicismo a qualquer custo e defender o Cristianismo. A Bíblia tem que ser sua espada, porém é com grande desconforto quando alguns católicos se deparam com a imagem a seguir:


joao paulo II beijando alcorao - priscila e maxwell palheta João Paulo II beijando o Sagrado Alcorão
A seguir temos um documento do Vaticano assinado por Paulo VI
assinatura papa 666 - priscila e maxwell palheta
Muitos maçons deixam em suas assinaturas o famoso 3 pontinhos o fato que irei relatar pode ser uma simples COINCIDÊNCIA, se bem que essa história é tão enrolada que de COINCIDÊNCIA não tem mais é nada, mas o fato está ai.

Quando invertemos a assinatura de Paulo VI, encontramos um Peculiar 666, formado pelos "P"

assinatura maçonica papa 666 - priscila e maxwell palheta
Deixamos a cargo do leitor fazer o julgamento das provas! 
Paulo VI (1963-1978) João Batista Montini

Paulo VI - priscila e maxwell palheta
Nasceu no dia 26 de Setembro de 1897 em Concesio (BS), de Giuditta Alghisi e Giorgio Montini. O pai tomou-se um expoente do novo Partido Popular Italiano (em odor de modernismo), fundado pelo sacerdote Luigi Sturzo; a mãe, pertencia a uma família que notoriamente se inspirava aos princípios maçônicos, tanto que sobre a tumba da família Alghisi, no cemitério de Verolavecchia, na Província de Brescia, podem ser notados vistosos símbolos maçônicos.

tumulo maçom Família Alghisi cemitério de Verolavecchia na Província de Brescia - priscila e maxwell palheta
Família Alghisi cemitério de Verolavecchia, na Província de Brescia

tumulo maçom - priscila e maxwell palheta
simbolo maçonaria tumba de paulo VI - priscila e maxwell palheta
SIMBOLO DA MAÇONARIA NA TUMBA DE PAULO VI
Eleito formalmente Papa no dia 21 de Junho de 1963, Montini convocou a Segunda Sessão do Vaticano II de 19.9.63 ao 4.12.63, a Terceira de 14.9.64 ao 21.11.64 e a Quarta Sessão de 14.9.65 ao 8.12.65; guiando sempre seus trabalhos com medidas discretas, na base das sugestões de teólogos escolhidos entre aqueles que os Papas precedentes até 1958, ano da morte de Pio XII, havia afastado.

Além do mais é interessante notar que Paulo VI por baixo do crucifixo carregava um Efod, o mesmo usado pelos sumo sacerdote em Israel, também um Efod semelhante era carregado pelos druidas (Caifás portava um desses também).

A maçonaria carrega em seus atributos e mantos também o Efod (é só procurar em qualquer site de lojas que vende materiais a lojas maçônicas que poderá constatar isso).


Em caso de dúvida, está aqui uma imagem: 

 

Efod papa maçonaria druidas - priscila e maxwell palheta

Na morte de Paulo VI, o Dr. G. Gamberini (Grão Mestre do Grande Oriente da Itália), distribuiu a nota seguinte:
"(...) Nenhum dos seus predecessores foi tão difamado como ele. Talvez, porque, no seu tempo, a arte de difamar não conseguira as presentes garantias de impunidade. Mas, sem dúvida, a ele e não aos seus predecessores coube a sorte de tomar conhecimento da incumbência da ameaça final para a sua Igreja como para todas as religiões, como para toda espiritualidade. E teve de bater-se e procurou fazê-lo em mais de uma frente, com mais de uma tática. Para os outros, a morte de um Papa é um acontecimento proverbialmente raro, mas que acontece, não obstante com a freqüência de anos e de decênios. Para nós é a morte de quem fez cair a condenação de Clemente XIV e de seus sucessores. Ou seja, é a primeira vez -- na História da Maçonaria moderna -- que morre o chefe da maior religião ocidental, não em estado de hostilidade com os maçons. E pela primeira vez na História os maçons podem prestar homenagem ao túmulo de um Papa, sem ambigüidades nem contradições”. 

(Dr G. Gamberini citado por J.A.E. Benimeli, G. Caprile e V.Alberton, Maçonaria e Igreja Católica, editora Paulus, São Paulo, 1981. Cito a Quarta edição brasileira, que é de 1998, pp. 101-102.)

Transcrito abaixo: 

Algumas frases de Dom Estevão Bettencourt, (em memória), o maior especialista brasileiro sobre Vaticano II 

“Assim, a Maçonaria cultua, em última análise, a Humanidade, apresentando-a como um grande Todo” (Dom Estevão Bettencourt in Pergunte e Responderemos, N0 9- Setembro de 1958, pp. 386).

E Paulo VI, como num eco, disse:

“Humanistas do século XX, reconhecei que também Nós temos o culto do Homem”. (Paulo VI, Discurso de Encerramento do Concílio Vaticano II, em 7 de Dezembro de 1965).
  O Humanismo...

Aceitando a chamada civilização moderna antropocêntrica, o Vaticano II colocou o Homem no lugar de Deus. Daí ter renunciado à paz dada por Cristo para buscar uma falsa paz arquitetada pelo Homem, isto é, pelas sociedades secretas que cultuam o Homem.

“Nossa Mensagem quer ser, principalmente, uma ratificação moral e solene desta instituição-- [a ONU] – (...) Nós estamos convencidos que esta Organização representa o caminho obrigatório da civilização moderna e da paz mundial (...) Os povos se voltam para as Nações Unidas como para a última esperança da concórdia e da paz. Nós ousamos trazer-lhe, aqui, junto com o Nosso, o seu tributo de honra e de esperança” (Paulo VI, Discurso na ONU – 4 de Outubro de 1968).”
Ora, não é segredo para ninguém quais sejam as relações da ONU com as sociedades secretas que cultuam o Homem, e que buscam a Fraternidade Universal.
“Durante o Concílio Vaticano II, o Bispo D. Méndez Arceo, de Cuernavaca, famoso por suas posições avançadas, pediu, por duas vezes, fosse estudada em assembléia conciliar a questão das relações entre a Igreja Católica e a Maçonaria. Todavia, o momento ainda não era oportuno” (Dom Estevão Bettencourt, in Pergunte e Responderemos, Ano V, N0 171- Março de 1974, p.25).

Dom Estevão respondeu a essa suspeita, ou acusação, lembrando que, segundo documento da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé de 19 de Julho de 1974, a excomunhão aos maçons que tramassem contra a Igreja continuava em vigor, mas já se interpretava a condenação, porque muitos eclesiásticos e leigos afirmavam que os maçons já não tramavam contra a Igreja. (Cfr Dom Estevão Bettencourt, in Pergunte e Responderemos, Ano VII, N0 195- Março de 1976, p.40).

Com base nisso, então, Dom Estevão diz:

“Quanto aos católicos que ainda não pertencem à Maçonaria e nela desejam entrar, para que o possam fazer de consciência tranqüila, procurem previamente certificar-se dos rumos filosóficos adotados pela loja a que se candidatam. Procurem chegar à possível clareza, usando de sinceridade para consigo mesmos, para com a Igreja e para com Deus. Se se torna evidente que em tal Loja não há intenções anticatólicas, entrem...” (Dom Estevão Bettencourt, in Pergunte e Responderemos, Ano VII , N0 195 - Março de 1976, p.41).

Vejam que “bom” conselho Dom Estevão dá aos católicos: perguntem a uma sociedade secreta: “Aqui se conspira?”
Caso o Venerável da loja maçônica responda: “Nããão””, então os católicos ingênuos podem entrar na loja...
Bento XVI

 

Em sua homilia na Missa da Imaculada Conceição, Sua Santidade, o Papa Bento XVI, lembrou que, ao amaldiçoar a serpente, Deus previu que na História haveria uma batalha contínua entre os filhos da Mulher e os filhos da Serpente.

E há quantos anos não se falava mais dessa luta. Desde o Concílio Vaticano II não mais se falou em lobos, e não mais se lembrou dos filhos da serpente. Todos passaram a ser incluídos entre os homens de boa Vontade dos quais falou Julles Romain...

Bento XVI voltou a falar em lobos que ele quer combater. E agora voltou a lembrar que os filhos da serpente existem, e combatem os filhos da Virgem...

O que é bem diverso da pretensão de realizar a 
Fraternidade Universal preconizada pelo Vaticano II e pelo Iluminismo. FRATERNIDADE UNIVERSAL? ILUMINISMO? 
JÁ OUVIMOS ESSA HISTÓRIA ANTES.

PARA TERMINAR VAMOS POSTAR ALGUMAS IMAGENS

papa joao paulo II aperto mao maçonico - priscila e maxwell palheta
JOÃO PAULO II
JOAO XXIII aperto mao maçonico - priscila e maxwell palhetaJOÃO XXIII
 
JOAO XXIII maçonaria - priscila e maxwell palheta
JOÃO XXIII

Deus abençoe!


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