2 de mar de 2012

Jornalistas: prostitutas intelectuais

Rupert-Murdoch - Priscila e Maxwell Palheta

O ponto fundamental para qualquer tirania é o controle da informação, e os senhores do mundo de hoje já realizam este feito. A imprensa de massas está nas mãos das empresas que fornecem notícias diárias que levam as pessoas a enxergarem o mundo de uma forma que sirva a empresa e as redes sombrias que a controlam. É por isso que a única investigação sobre a versão oficial do 11 de setembro, está nas mãos de investigadores e verdadeiros jornalistas, que trabalham fora do sistema controlado pelas grandes empresas. As empresas como a "General Electric", a "AOL Time Warner", a satânica "Disney", "News Corporation", "Viacom" e a doentia "Bertelsmann" detêm um grande controle sobre a imprensa mundial e, com as fusões e as aquisições contínuas, esse controle está cada vez em menos mãos. Esse tipo de negócio é incentivado pelos governos, que querem acabar com as leis do monopólio da imprensa. Isso normalmente processa-se através da troca de favores políticos, na mudança de leis, pelo apoio político durante as eleições, uma técnica que se revelou muito eficiente, para magnatas como Rupert Murdoch.

Trata-se de um ciclo vicioso, já que quanto mais empresas um grupo de mídia tiver, mais apoio poderá dar a este ou aquele político, logo, maior influência terão sobre a escolha de governos. Para ser justo, até os verdadeiros jornalistas encontram dificuldades em publicar a verdade, pois trabalham dentro dos limites estabelecidos. E por sua vez, estes estão por ser demitidos. A política atual é empregar aqueles que não desafiam o sistema. Os mestres da imprensa querem os estúpidos, os ignorantes ou os submissos, para os quais a carreira e a "fama" sejam mais importantes do que dizer a verdade.

Somos levados a acreditar que existe imprensa de esquerda e de direita, tal como se requer que haja políticos de esquerda ou direita, mas estas são expressões pouco diferentes da adoração do mesmo sistema, como irei explicar mais a frente. O exemplo mais gritante é a manipulação de imprensa de "ala direita" da "Fox News", o ministério da propaganda que é possuído por Rupert Murdoch que, no seu vasto império, conta com a “sky TV”, “Asian Star TV”, o “New York Post” e os jornais britânicos, “The Sun” e “Times”. Murdoch comprou também o Myspace.com em 2005 e dado esse alinhamento, e tanto mais, podemos imaginar o que se passa nos bastidores do feudo ditatorial e manipulador, que nos é fornecido diariamente como "noticias".

Usarei a "Fox News" para explicar como é sistemática a supressão de informação, mas a "imprensa de esquerda" funciona do mesmo modo e ambas atacarão quem sequer sugerir por exemplo, que o 11 de setembro foi um trabalho interno, ou que foi usado para implementar um estado mundial autoritário mais rapidamente (utilizo o 11 de setembro apenas porque foi a ultima grande farsa , o último problema-reação-solução de maior relance). A maneira como algumas pessoas são enganadas pelas falsas noticias é alarmante. Lhes darei um exemplo, você em casa, a hora das noticias em casa é sagrada como em muitos dos lares. O Brasil é apenas uma repetição da imprensa mundial, desta maneira temos que aprender a filtrar todas as notícias, por exemplo, a guerra do Iraque, Afeganistão e agora Líbia não são apenas financiada por dinheiros obscuros, elas são financiadas pela nossa consciência, nós aprovamos aquilo porque nos é vendida uma falsa realidade. Não nos preocupamos com os milhares de civis mortos, incluindo crianças.

Continuando, para aqueles que não sabem como funciona o mundo da imprensa, vale a pena relembrar que são estas pessoas que servem de intermediários entre o acontecimento em si e aquilo que nos chega aos olhos e ouvidos. Algumas pessoas argumentarão que se realmente houvesse uma conspiração a imprensa iria fazer disso notícia, mas, aquilo que está prestes a ler irá explicar porque não o fazem.

A maior parte dos "jornalistas" são ignorantes sobre quem controla realmente os acontecimentos. Para eles, a noção de jornalismo de investigação resume-se em ler os jornais diários e estar à par daquilo que é noticiado na televisão. Mesmo que soubessem, as empresas, controladas pela elite, não deixariam publicar essa notícia. Neste clima de supressão, qualquer investigação fatídica sobre o 11 de setembro não teve uma única hipótese de ser divulgada, em vez disso temos o relatório oficial, que contém falhas graves e piadas hilariantes.

A "Fox News" é a televisão mais manipulada que já vi, pelo menos entre televisões americanas e europeias, e no entanto o seu slogan é "justa e equilibrada". Trata-se da nova linguagem, onde a história e a verdade são falsificadas. Por exemplo: "guerra é paz" "liberdade é escravatura" ignorância é força". Se acham isto ridículo, durante o mandato de George Bush , muitas pessoas depois do 11 de setembro apoiavam a invasão ao Afeganistão com cartazes "guerra = paz". Esta nova linguagem está sendo implementada e é real. Para a "Fox News" alguém que questione a versão oficial do que se passou a 11 de setembro de 2001 é um "louco", que deve ser silenciado. Foram particularmente corrosivos com o ator Charlie Sheen e com a apresentadora Rosie O´Donell por terem revelado publicamente que não acreditavam na versão oficial dos acontecimentos. Os apresentadores empregados pela "Fox News" são "orientados" quanto as histórias decretadas por produtores, que respondem diretamente a Murdoch ou aos seus capangas. Ver almas sendo vendidas para o lucro de Murdoch faria qualquer jornalista decente vomitar, e nem sequer é necessário assistir por muito tempo para ver o quão injusta e desequilibrada a "Fox News" realmente é. Vou dar um exemplo, um tipo chamado Bill O'reilly, que trabalha para a "Fox News" teve um debate com uma representante da organização "O mundo não pode esperar mais", Sunsara Taylor. Ela realçou que o advogado de Bush, Jonh Yoo, que foi co-autor do ato patriótico, uma medida implementada logo após ao 11 de setembro, que retira várias liberdades e uma afronta a um estado dito democrático, que não havia nenhuma lei que impedisse o então presidente Bush de ordenar tortura, o que poderia incluir "esmagar os testículos do filho da pessoa". O'reilly acusou-a de calúnia e de não ser patriótica. Chamou-a de "histérica" e de "mulher que simplesmente não sabe daquilo que fala". O tipo é repugnante, um rufia e, assim sendo, Murdoch deve adorá-lo. O tratamento que O'reilly deu a Jeremy Glick foi ainda mais deplorável. O "crime" de Glick, filho de um trabalhador que morreu no 11 de setembro, foi assinar uma petição contra a guerra e, enquanto a entrevista em si foi apática, o que se passou nos bastidores foi uma mostra do tipo de mentalidade que Murdoch emprega. O´reilly disse a Glick palavras como "sai já do meu estúdio antes que te meta uns tapas". Glick foi obrigado a sair dos estúdios, depois que o produtor executivo lhe ter dito que era melhor sair, antes que O´reilly fizesse alguma tolice. Numa outra ocasião, quando um espectador que telefonou, chamado Mike, mencionou um programa concorrente, apresentado por Keith Olbermann da “MSNBC”, Oreilly cortou-lhe a palavra e disse depois: "...se estiver ouvindo Mike, nós temos o teu número de telefone que passaremos para a segurança da Fox e você irá receber uma pequena visita...". Vejam o documentário Outfoxed, a guerra de Rupert Murdoch ao jornalismo, que entrevistou vários antigos funcionários da Fox e outros comentadores, que revelaram os limites sistemáticos e manipulação de informação apresentados como "notícias".

Aqui está um exemplo de um antigo repórter da "Fox News", Frank O´donell: "Recebemos uma ordem de um dos capangas de Murdoch... Que deveríamos abandonar as notícias que estávamos emitindo e começar a prestar um tributo bajulador a Ronald Reagan, que estava na convenção do partido republicano. Ficamos espantados, já que, até nessa altura, era-nos permitido fazer noticiários legítimos e de repente, recebemos ordens da chefia para começar a fazer propaganda para a ala direita republicana." Outra das declarações deste ex-repórter: "Foi-nos dito em muitas ocasiões, que ele era um dos nossos alvos. Tudo o que pudéssemos fazer ou dizer para o envergonhar ou desacreditar, era-nos incentivado, publicar."

Os executivos da "Fox News" emitiam uma "mensagem do dia" e outras ordens ao pessoal, que o antigo colaborador da Fox e analista da CIA, Larry Jonhson, descreveu como "uma lista detalhada de assuntos a abordar e a não tocar". Ele disse que eles "estavam mesmo emitindo diretivas sobre aquilo que os repórteres poderiam ou não dizer e sobre a forma como o faziam". O apresentador Jon Du Pré disse que chegava um memorando todas as manhãs da sede, que dizia "abordem estes temas, façam estas coberturas, façam-no desta maneira..." Du Pré chegou mesmo a ser suspenso por não soar suficientemente entusiasmado na cobertura do aniversário de Ronald Reagan. Como resposta aos irados executivos da Fox, ele reportou que tinham vindo pessoas de propósito do Canadá e do México para assistir ao aniversário de Reagan, muito embora isso não tivesse acontecido. A "Fox News" utiliza o medo para manipular os seus espectadores através de reportagens sensacionalistas e para controlar o seu próprio pessoal. O colaborador Larry Jonhson revelou como os correspondentes e aqueles que captam os convidados para os programas são assustados, para o caso de saírem da linha e é quase como se "estivessem sendo controlados por um sistema Estalinista, com medo de serem vistos falando com determinada pessoa ou de ter os tipos errados na lista de e-mails".

Os exemplos são imensos, e como já disse, aconselho o documentário Outfoxed para mais informação. Assista abaixo:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

 

A casa branca na altura de Bush (e agora, e sempre) e a "Fox News têm os mesmos temas nas suas "mensagens do dia", porque trabalham juntos. Na noite de eleições viciadas de Bush filho em 2000, o primeiro a anunciar a sua eleição como presidente foi Jonh Ellis, o homem encarregado pela Fox News, na divisão de análise eleitoral. Ellis é primo direito de Bush. Fez o anúncio numa altura em que os dados da Flórida ainda estavam indefinidos e renhidos. Ainda assim, este primo de Bush anunciou a sua vitória. Isso levou a “ABC”, “NBS” e a “CBS” a seguirem a história. John Nichols, correspondente em Washington do "The Nation" e autor do livro sobre o abusador ex-vice presidente Cheney: "Dick: o homem que é presidente", diz: "Quando a Fox divulgou que Bush ganhara as eleições e as outras cadeias seguiram essa liderança, isso gerou a idéia de que ele tinha ganho mesmo, o que não aconteceu. Mas foi essa a percepção que ficou nos seguintes 37 dias e sugiro que a decisão dessas eleições teve mais a ver com o "fazer de Bush presidente", do que propriamente com qualquer recontagem de votos."

O antigo escritor freelancer da Fox, Dave Korb, fala como as pessoas foram influenciadas pela “Fox News”. Falou sobre a cobertura dos progressos no Iraque, enquanto as tropas americanas e iraquianas morriam juntamente com civis, todo dia: "A produtora sênior disse aos seus dois ou três escritores para o seu programa televisivo: "mantenham presente: é tudo bom. Trata-se de um assunto justo e equilibrado. Não escrevam sobre o número de mortos ou tropas sobre fogo, nem que alguém possa ter morrido, entenderam? Mantenham uma escrita positiva sobre o assunto". Nessa altura ela fez uma referência à construção de escolas e à democracia no Iraque. Viva a américa!"

Esta foi a declaração de um antigo repórter da Fox que decidiu ficar no anonimato: "Quando temos este vice- presidente executivo, e aqueles que o rodeiam, que dizem constantemente "não vamos fazer esta história, essa história é má, aquela é boa", torna-se claro para todos os que lá passem alguns anos, que existe um certo tipo de histórias pré-aprovadas e, nem sequer vale a pena mencionar outro tipo de histórias, já sabemos que não irão ser aprovadas."

Podemos dizer que os jornalistas atualmente não são mais do que “prostitutas intelectuais”. A Fox não está sozinha infelizmente, todas as grandes estações e todos os grandes jornais estão totalmente viciados, de modo a alterar o nosso modo de percepção. Nós não ouvimos nenhuma conspiração porque grande parte da elite, manda na imprensa. Quando pouca gente sabe o que é o clube Bilderberg, porque nunca foi reportado, e para quem não sabe, este grupo alberga as personalidades mais poderosas do mundo, em reuniões que tratam do nosso futuro e do mundo, podemos constatar que tudo é alterado e escondido, as noticias são escolhidas e viciadas. Devemos procurar a informação alternativa que não está influenciada pelo sistema. Aconselho as notícias da InfoWars.com, apresentado pelo jornalista Alex Jones, que aborda todos os assuntos da atualidade, com pesquisa pura e sem noticias pré-concebidas.

Não se desviem da realidade, eu por exemplo tenho consciência que ninguém quer guerra, a guerra não é, nem nunca foi boa para coisa nenhuma. Ficamos moralmente ofendidos quando alguma celebridade mostra um seio ou diz alguma coisa que não concordamos, mas quando vemos uma criança afegã completamente aos pedaços não ligamos, é para bem da democracia, VIVA ESTA DEMOCRACIA!



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