30 de mar de 2012

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 5 – Final)

Introdução

O objetivo da ‘elite’ é minar o corpo humano com químicos, que desequilibram o nosso organismo. Vemos esse ataque em todas as áreas, seja em nossa comida, água, medicamentos, vacinas, ar ou até mesmo nas radiações que nos rodeiam (a chamada ‘poluição eletromagnética’). Estas, propositalmente trabalham na mesma freqüência que o nosso cérebro.

maconha_narcotrafico_drogas_priscila e maxwell palheta

 

Isto tudo tem uma razão, entretanto, muitas pessoas se questionam que se nos quisessem matar, já o tinham feito de uma maneira mais rápida. Às vezes usam o argumento de que nós estamos vivendo mais e em melhores condições de vida. A princípio isso é uma verdade, mas não nos esqueçamos que temos os números em nosso favor: somos sete bilhões e se nos exterminassem de uma maneira muito óbvia, haveria uma enorme revolução. O objetivo deste ataque diz respeito mais ao controle populacional, nos impedindo de enxergar o que está muito claro, do que propriamente dizimar a raça humana.

A redução da população mundial é uma meta, mas os aditivos em nossa alimentação e os componentes das drogas têm o propósito de nos submeterem a um estado não-natural, de desligamento. Podemos afirmar que o fato de estarmos divididos por conta do entorpecimento, nos impede de ver o que realmente se passa à nossa volta e nos causa um sofrimento social de tremendas proporções. Isso destrói diversas famílias. Assim, famílias desorganizadas em sua maioria originam filhos desestruturados e futuros cidadãos com problemas de diversas origens.

Todo desequilíbrio é um fator poderoso para o surgimento de doenças em nosso organismo, o que se torna perfeito para os planos da elite: lucrar com o “Big Farma” através de tratamentos que normalmente só desequilibram mais o corpo (e os torna dependentes dos compostos) e reduzir a população do mundo. E não demoraremos a constatar a redução de pessoas no mundo já que políticas agressivas com controle de natalidade, liberação do homossexualismo e campanhas pró-abortistas estão também fortalecendo tal projeto.

Falsas pandemias constituem também um antigo tipo de estratégia. A ‘elite’ cria uma falsa doença já com a vacina pronta. Como pode ser comercializada uma vacina com o intuito da aplicação em massa, antes mesmo da pandemia?

A procedência acaba sendo muitas vezes duvidosa devido à ocorrência de muitos casos sendo relatados em função da destruição do sistema de defesa imunológico humano. de várias pessoas.

“O meu médico deu-me 6 meses de vida, mas quando não consegui pagar a conta, ele deu-me mais 6 meses."

Walter Matthau

Amigos, nesta quinta parte, iremos nos ater a recortes jornalísticos dos autores Daniel Estulin e Gustavo Barroso, tendo como base a economia, política, agências do governo, grandes empresas e bancos, revelando como seus interesses estão acima do bem e do mal e o como é feita a lavagem de dinheiro. Boa leitura!

CIA (Agência Central de Inteligência) – Drogas e MK ULTRA

MKULTRA foi o nome de código dado a um programa ilegal e clandestino de experiências em seres humanos, feito pela CIA – o Serviço de Inteligência dos Estados Unidos da América. As experiências em seres humanos visavam identificar e desenvolver drogas e procedimentos a serem usados em interrogatórios e tortura, visando debilitar o indivíduo para forçar confissões por meio de controle de mente.

As várias drogas utilizadas, todas do tipo drogas psicoativas, incluiram Mescalina, LSD e outras.

 

mkultra - priscila e maxwell palheta

As experiências do MKULTRA têm relação com o desenvolvimento de técnicas de tortura contidas nos Manuais KUBARK divulgadas também pelos treinamentos da Escola das Américas.

No livro "Torture and Democracy" (Tortura e Democracia em Português), do Professor Darius Rejali, ele traça a História do desenvolvimento de métodos de tortura incluindo a passagem pelos estudos da CIA no MKULTRA, os Manuais KUBARK , as técnicas utilizadas em Abu Ghraid e a evolução de tortura desde os tempos medievais como uma atividade de interesse de vários governos.

O autor e psiquiatra Harvey Weinstein estabeleceu o relacionamento direto das pesquisas em controle da mente feitas na Inglaterra pelo psiquiatra britânico William Sargant, envolvido nas pesquisas do MKULTRA na Inglaterra, com as experiências de Ewen Cameron no Canadá também para o MKULTRA e com métodos atualmente usados como meios de tortura como, por exemplo, uso de drogas alucinógenas como agentes desinibidores e privação de sono. Ewen Cameron frequentemente contou com a colaboração de William Sargant, tendo ambos sido ligados aos experimentos da CIA.

CIA (Agência Central de Inteligência) – E o tráfico de drogas

A Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos esteve envolvida em várias operações de tráfico de drogas. Muitas vezes, a CIA trabalhou com grupos que sabia que estavam envolvidos em tráfico de drogas, de modo que esses grupos iriam fornecer-lhes informação útil e material de apoio, em troca de permissão para a continuação de suas atividades criminosas, dificultando ou impedindo a sua detenção, indiciamento e prisão por agências de aplicação da lei dos EUA.

A CIA partiu para o comércio de drogas, tendo como finalidade, encher seus cofres e fazer operações clandestinas, como mostram alguns documentos nos Estados Unidos.

A história das relações entre a CIA e o tráfico de drogas começou na década de 70 e culminou nos anos 90. Mais de 8.000 documentos desclassificados do governo federal pela Lei de Informação Pública revelam detalhes desses relacionamentos controversos. Relatórios dos anos 80 mostram que para combater a presença militar soviética no Afeganistão, os EUA gastaram mais de dois bilhões de dólares em financiamentos a resistência afegã através dos cartéis de droga. Os mesmos documentos indicam que a CIA também estava envolvida com traficantes de drogas da América Latina.

“No cenário americano, o dinheiro da droga veio do Cone Sul e tornou-se legítimo em Wall Street. No cenário latino-americano, este mesmo dinheiro, uma vez lavado, voltava par a região como fundos para os paramilitares”, diz Michael Ruppert, ex-agente federal.

Além disso, a desestabilização de governos e revoluções na América Latina não foram os únicos alvos da Inteligência dos EUA, também foram vítimas da CIA dentro dos movimentos sociais dos EUA. A agência tentou desacreditar os líderes que lutaram pelos direitos civis, a fim de evitar alterações no contexto ideológico, a integração racial, justiça e outras áreas.

Os presidentes Ronald Reagan e George Bush promoveram a doutrina do “Controle de Drogas”, mas especialistas afirmam que esta abordagem tem causado mais problemas do que soluções.

Segundo Bruce Bagley, um especialista em assuntos latino-americanos da Universidade de Miami, a maior parte da luta contra as drogas é parte da uma estratégia falha, em vez de reduzir o comércio de drogas, aumentou. Em países como Colômbia e México violência entre os cartéis provoca milhares de mortes a cada ano, bem como nos EUA o número de toxicodependentes vem crescendo. Além disso, a lavagem de dinheiro, deixou um rastro de corrupção e os fundos de origem duvidosa em todos os lugares.

Além disso, pesquisadores da área dizem que hoje sofisticadas operações financeiras para esconder o fruto de branqueamento de capitais estrangeiros são um fenômeno constante. Esses procedimentos fazem uso de ferramentas tecnológicas como a Internet para enviar fundos de uma conta para outra sem controles rígidos, garantindo assim a impunidade.

A Comissão de Juristas para a publicação de relatórios sobre o tráfico de drogas, estima-se que anualmente os EUA lavam mais de cem bilhões de dólares de drogas. A documentação também sugere que grande parte da elite econômica, tanto na América Latina e nos Estados Unidos, continua beneficiando o negócio das drogas.

Acompanhe alguns casos e fatos históricos do envolvimento da CIA com o tráfico de drogas:

CIA e Kuomingtang (KMT): operações de contrabando de ópio

A fim de proporcionar fundos secretos para o Kuomingtang (KMT) durante a Guerra Civil Chinesa, as forças leais ao Generalíssimo Chiang Kaing Kai-Shek, que lutava contra os comunistas chineses, liderados por Mao Tse-tung, a CIA ajudou o KMT no contrabando de ópio da China e da Birmânia para Bangkok, na Tailândia, fornecendo aviões de propriedade por uma de seus negócios de fachada, o Air America.

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Afeganistão Soviético

Foi suposto pelos soviéticos em múltiplas ocasiões que os agentes norte-americanos da CIA estavam ajudando a contrabandear ópio para fora do Afeganistão, ou para dentro do Ocidente, para levantar dinheiro para a resistência Afegã; ou para a União Soviética a fim de enfraquecer os russos por meio do vício.

A CIA apoiou vários "barões das drogas" no Afeganistão, como Gulbunddin Hekmatyar lutavam contra os soviéticos.

O historiador Alfred W. McCoy afirma que:

"Na maioria dos casos, o papel da CIA envolveu várias formas de cumplicidade, tolerância, ou ignorância intencional sobre o tráfico, nenhuma culpabilidade quaisquer direta no tráfico real ... a CIA não lidava com a heroína, mas deu a seus aliados os senhores das droga transporte, armas e proteção política. Em suma, o papel da CIA no tráfico de heroína do Sudeste Asiático envolveu cumplicidade indireta ao invés de culpabilidade direta. "

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Era do Vietnã

O Vietnã Ocidental e o Camboja Oriental tinham alguns campos de ópio. Foi amplamente alegado entre vários soldados que se viraram contra a guerra, que a CIA estava envolvida no contrabando deste ópio aos produtores de heroína nos Estados Unidos a um lucro considerável. Existe evidência disso no livro A Política da Heroína no Sudoeste da Ásia, escrito por Alfred W. McCoy, um professor da Universidade de Wisconsin-Madison. O livro discute o uso do ópio no custeio de operações camufladas pela CIA no Vietnã. A agência também intimidou as fontes de McCoy e tentou barrar a publicação do livro, citando "interesses de segurança nacional."

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O Incidente do Irã-Contras

Lançado em 13 de abril de 1989, o relatório do Comitê Kerry concluiu que membros do Departamento de Estado dos EUA "forneciam apoio para os Contras, estavam envolvidos em tráfico de drogas...e os próprios componentes dos Contras sabiamente recebiam assistência financeira e material dos traficantes de drogas."

Em 1966, Gary Webb escreveu uma série de artigos publicados no San Jose Mercury News, que investigou nicaragüenses ligados aos Contras apoiados pela CIA que faziam contrabando de cocaína para os EUA que era então distribuída como crack em Los Angeles, e os lucros canalizados para os Contras. A CIA tinha conhecimento das operações de cocaína e os grandes carregamentos de drogas para os EUA pelo pessoal dos Contras e ajudou diretamente os traficantes de drogas a arrecadar dinheiro para os Contras.

Em 1966, o diretor da CIA John M. Deutch foi para Los Angeles para tentar refutar as alegações levantadas pelos artigos de Gary Webb, e ficou famoso por enfrentar o ex-oficial da LAPD Michael Ruppert, que testemunhou que ele havia testemunhado sua ocorrência.

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Caso da Guarda Nacional da Venezuela

A CIA - apesar das objeções da Drug Enforcement Administration, permitiu, que pelo menos, uma tonelada de cocaína quase pura fosse enviada ao Aeroporto Internacional de Miami. A CIA alegou ter feito isso como uma maneira de reunir informações sobre os cartéis de drogas colombianos. Mas a cocaína acabou sendo vendida nas ruas.

Em novembro de 1966, um júri de Miami indiciou o ex-chefe do antinarcóticos venezuelano e ativo de longa data da CIA: o general Ramón Guilén Dávila foi o contrabandista de muitas toneladas de cocaína para os Estados Unidos a partir de um armazém de propriedade da Venezuela por parte da CIA. Em sua defesa no julgamento, Guillen alegou que todas as suas operações de tráfico de drogas foram aprovadas pela CIA.

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Haiti

De acordo com fontes anônimas, em meados 1980, a CIA criou uma unidade no Haiti, cujo suposto objetivo era a atividade antidrogas, mas era na realidade foi "usado como um instrumento de terror político", e estava pesadamente envolvido no tráfico de drogas. Os membros da unidade eram conhecidos por torturar apoiadores de Aristide, e ameaçaram matar o chefe local da DEA. De acordo com um oficial norte-americano, a unidade fez tráfico de drogas e nunca apresentou qualquer informação útil da droga.

Panamá

Em 1989, os Estados Unidos invadiram o Panamá como parte da Operação Justa Causa, que envolveu 25 mil soldados norte-americanos. O general Manuel Noriega, chefe do governo do Panamá, deu a assistência militar aos grupos Contras na Nicarágua, a pedido dos EUA, que, em troca, lhe permitiu continuar a sua atividade de tráfico de drogas, que era conhecida desde 1960. Quando a DEA tentou indiciar Noriega em 1971, a CIA impediu de fazê-lo. A CIA, que era dirigida pelo futuro presidente George H.W. Bush forneceu a Noriega centenas de milhares de dólares por ano como pagamento por seu trabalho na América Latina. No entanto, quando piloto da CIA, Eugene Hasenfus foi abatido sobre a Nicarágua pelos sandinistas, os documentos a bordo do avião revelaram muitas das atividades da CIA na América Latina, e as conexões da CIA com Noriega tornaram-se as relações "responsabilidade" para o governo dos EUA, que finalmente autorizou ao DEA denunciá-lo por tráfico de drogas, depois de décadas de permissão, fazendo com que as suas operações de drogas continuassem desmarcadas. A Operação Just Cause, cujo objetivo aparente era capturar Noriega, matou muitos civis panamenhos, mas não conseguiu capturar Noriega, que encontrou asilo com o Núncio Apostólico, e mais tarde se entregou às autoridades dos EUA em Miami, onde foi condenado a 45 anos de prisão.

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Sistema bancário - Tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro

Uma parte essencial do sistema bancário global e sistema financeiro

Neste artigo publicado pelo senhor Daniel Estulin, o escritor nos revela (mais uma vez) como o dinheiro do tráfico de drogas é importante para o sistema bancário e financeiro mundial e é parte integrante da economia ocidental, pois fornece o dinheiro necessário para fazer “pagamentos mínimos mensais” do mercado especulativo nos EUA e na Grã-Bretanha. Questões relevantes e de suma importância são tratadas a partir da lavagem de dinheiro por grandes e poderosos bancos.

O comércio das drogas ganhou força, porque é ele que sustenta o investimento de grandes corporações em todo o mundo. Wall Street não se pode dar ao luxo de soltar os barões das drogas. O Congresso não se pode dar ao luxo de soltar os barões das drogas. Presidentes que têm suas campanhas financiadas não se podem dar ao luxo de soltar os barões das drogas. Por quê? A economia global, controlada por um por cento, não pode correr o risco de concorrência (nos negócios ou na política) se atreva a usar o dinheiro das drogas.

Os políticos por sua vez, estão diretamente envolvidos e sua capacidade de intervenção depende do apoio que têm e os fundos para mantê-los no poder. Este conluio de interesses é uma parte essencial da economia (como já foi citado), o combustível que mantém as rodas do capitalismo.

Suicídios causados por Alcoolismo e uso de drogas

Estudos norte-americanos mostraram que 33% a 69% dos suicidas apresentavam alcoolemia positiva. De fato, nos Estados Unidos, 16,5% dos suicídios estão relacionados ao álcool. No Reino Unido, um estudo de suicídios ocorridos entre 1988 e 1995 determinou que 45% das vítimas apresentavam alcoolemia positiva, com maiores porcentagens na faixa etária de 35 a 44 anos. Alcoólatras são de 5 a 20 vezes mais propensos a se matar, enquanto o mal uso de outras drogas aumenta o risco de 10 a 20 vezes. No Brasil, em estudo realizado com 290 vítimas de suicídios na cidade de São Paulo, 36,2% apresentavam alcoolemia positiva. Cerca de 15% dos alcoólicos cometem suicídio, e cerca de 33% dos suicídios em menos de 35 anos têm um diagnóstico primário de álcool ou abuso de outras substâncias, mais de 50% dos suicídios estão relacionados à dependência de álcool ou drogas. Sabe-se que o consumo de álcool aumenta a agressividade e essa afirmação é também válida para violência dirigida a si mesmo. Em adolescentes o álcool ou uso indevido de drogas desempenha um papel em até 70% dos suicídios.

Negócio das drogas

Altamente eficaz, potencializador e concentrador dos processos de aceleração da acumulação capitalista e dos ganhos exacerbados de poder, em benefício dessa mesma oligarquia ávida e inescrupulosa, o negócio das drogas tornou-se elemento-chave na compreensão dos processos de enriquecimento ilícito, da submissão mental e do controle da humanidade.

Paralelamente ao estudo da aplicação política das drogas e à evolução das técnicas de dominação psicológica, apreciaremos, também, como a transformação dos costumes e das diversões públicas, da música e dos modismos no vestir e no falar foram associados ao comportamento rebelde, ao acirramento de ódios irracionais entre indivíduos e gerações; de diferenças religiosas supostamente inconciliáveis e à doença do racismo, empregados a serviço do esquema de poder, como instrumentos catalisadores do incitamento à alienação, às rivalidades, hostilidades e à cizânia entre irmãos.

Aperfeiçoados em centros de pesquisas das técnicas de 'mind control' (controles psicológicos), como os institutos Tavistock de Londres, Esalen e Stanford nos Estados Unidos, onde são elevados ao 'estado da arte', tais costumes, técnicas e drogas visam demolir barreiras e resistências mentais, submeter ou teleguiar pessoas, induzindo-lhes sensações de medo incontido ou levando-as a atitudes de violência extrema.

Para conseguir tais resultados, intimidar cidadãos e lograr sua exaustão e rendição psicológica, realizam as melhores técnicas de manipulação e controle mental. seria preciso submeter populações inteiras a estados extremados de tensão e submissão permanentes, conservar-lhes imprescindívelmente, em tempo integral, seus nervos à flor da pele. E essa tem sido, como examinaremos, a razão precípua pela qual os noticiários que relatam constantes situações de guerras, crimes, atentados terroristas, de desastres ou catástrofes e da violência quotidiana contra os cidadãos sejam, sempre, os preferidos, os mais expostos e explorados.

Nas chamadas de noticiários, das encenações de teledramaturgia, filmes, competições esportivas, a tônica é ressaltar os aspectos emocionais da notícia ou da programação, levando, sempre que possível, a insegurança e o medo aos lares e aos indivíduos, pelo relato de desastres, de fatos que exacerbem as atitudes desabusadas de bandidos, assaltantes e traficantes, de policiais empenhados em trocas de tiros com a marginalidade, de matanças e incidentes envolvendo as temíveis 'balas perdidas', horror máximo das pessoas que necessitam se expor nas ruas, fora dos seus lares.

Mesmo os responsáveis pela divulgação de programas destinados ao lazer doméstico, supostamente tranqüilo, relaxante, procuram destacar as fortes sensações sobre os planos racional e espiritual da vida, tanto nas transmissões esportivas, competições que anunciam como de 'arrepiar a galera', quanto nas sessões de cinema, ao exibirem películas 'emocionantes', destinadas a 'balançar os corações'', comover a família, abalar os espíritos, a provocar o medo e 'congelar os ossos'; nas telenovelas ou programas de auditório destinados a transpirar emoções, a infligir abalos morais ou à consciência, como se fossem interditadas aos espectadores as faculdades de pensar, orar, ou de relaxar tranqüilamente, restando-lhes, apenas, entregarem-se ao sentir emocionado.

Enfim, impõem ao povo a obrigação de seguir, à risca, os preceitos mais irracionais e impulsivos de vida, como o sentenciado pelo filósofo popular Roberto Carlos: "... O importante é que emoções eu vivi..."

Por isso, costumam seduzir maior público os efeitos teatrais exacerbados, as disputas renhidas, acaloradas, os temas que conseguirem levar protagonistas e espectadores às lágrimas, à exaltação da violência e da sexualidade, à libertinagem ilimitada, à excitação das vísceras baixas em detrimento do superior exercício intelectual, animalizando-as, de molde a submetê-las aos descontroles e impulsos mais primários, sem interditos de consciência ou da moral, essência superior a distinguir os seres humanos do restante da criação.

E, triunfo incomparável, levá-las, publicamente, à violência verbal e às vias de fato, à explícita infidelidade conjugal e à separação familiar, cenas degradantes que, quando captadas, serão logo depois exibidas à exaustão, sob falsa comoção e pesadas críticas, como exemplos de atitudes lamentáveis, reprováveis, incompatíveis com o decoro e a boa educação, exigindo-se imediatas providências das pessoas de bem ou das autoridades competentes, para coibir tais 'abusos e desvios inaceitáveis'.

Estudos formulados em centros internacionais de pesquisa comportamental, aos quais nos dedicaremos com bastante atenção, revelam que estados tensionais permanentes, pela submissão planejada a pavores constantes, fraturam barreiras e resistências psicológicas, fazendo com que as pessoas, amedrontadas e nervosas, logo procurem suporte e apoio externos, solicitem o socorro das autoridades, mostrando-se propensas a apoiar e se juntar a demonstrações e reações de indignação coletiva.

Deus te abençoe!

 

Estudo de Priscila e Maxwell Palheta

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 1)

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 2) – Amy Whinehouse

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 3)

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 4)



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