30 de mar de 2012

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 4)

 

drogas comprimidos - priscila e maxwell palheta

DROGAS ESTIMULANTES

Cocaína, crack, anfetaminas e ecstasy

Estas drogas têm em comum o fato de exercerem um efeito estimulante sobre o sistema nervoso central. Quase sempre, as substâncias estimulantes melhoram o estado de ânimo, reduzem o apetite e eliminam a sensação de cansaço ou sono.

Seus efeitos, no entanto, são passageiros e, ao fim de algumas horas, o organismo sofre um efeito chamado “rebote”, que se caracteriza por uma brusca sensação de esgotamento físico e depressão, que só é eliminada com uma nova dose.

Existem vários tipos de estimulantes ilícitos, porém os mais comuns são a cocaína, o crack e o ecstasy. As anfetaminas, quando não são usadas sob prescrição médica, também são estimulantes ilegais.

Cocaína

A cocaína é um pó branco, fino e absorvente, extraído da coca (Erythroxilum coca), uma planta com cerca de dois metros de altura, originária do Peru. Há centenas de anos, nativos dos Andes já mascavam as folhas da coca, para liberar os princípios ativos nelas contidos, a fim de combater os efeitos da altitude.

Os incas, por exemplo, utilizavam-se dessas práticas com fins religiosos, que incluíam a adivinhação, fazendo também oferendas aos seus deuses com essas folhas.

No século XIX, foi possível isolar e concentrar esse princípio ativo na forma de cocaína, que, no passado, foi até considerada uma substância benéfica para o organismo.

Com o decorrer dos anos, entretanto, pesquisas científicas revelaram os seus efeitos nocivos e o seu caráter viciante. Na atualidade, a cocaína é uma das drogas ilícitas de uso mais difundido.

É consumida por inalação direta, injetada ou fumada, produzindo um efeito de euforia acentuado e fazendo desaparecer a sensação de cansaço. Seu consumo contínuo, entretanto, provoca uma forte dependência e sérias seqüelas, tanto físicas como psicológicas.

O usuário sofre alterações de personalidade, delírios e, eventualmente, alucinações terríveis, como a visão de pequenos insetos presos na roupa ou na pele, fenômeno que é denominado Síndrome de Magnan.

 

cocaina - priscila e maxwell palheta

 

Podem ocorrer também sintomas repentinos de medo, agressividade e violência. Em casos graves, o indivíduo pode experimentar paralisia transitória de alguns músculos, ou até mesmo perder a consciência.

Fisicamente, o consumo habitual de cocaína destrói o septo nasal, chegando até a perfurá-lo, provoca a constrição dos vasos locais, atrofia a mucosa e afeta o coração e os pulmões.

Crack

O crack é preparado à base de pasta de cocaína com anfetamina moída, e faz efeito mais rápido, criando maior dependência psíquica e física. É vendido na forma de pequenas pedras e o seu nome provém do ruído que elas produzem ao serem queimadas.

O crack pode ser fumado em cachimbo, mas costuma ser consumido também por inalação da fumaça produzida pela queima da substância. Fumar crack no cachimbo, no entanto, faz com que a cocaína chegue ao cérebro quase imediatamente, como se fosse injetada.

Isso porque do pulmão ela vai para o cérebro, em segundo, produzindo uma agitação extrema e uma intensa euforia. Os usuários de crack costumam ter dificuldades para descreverem os seus efeitos.

A euforia dura menos de dez minutos e é seguida de uma repentina e profunda depressão, provocando ainda cansaço. O uso repetido leva à necessidade de aumentar progressivamente a dose.

Fumantes regulares de crack apresentam comportamento de irritabilidade, com alterações do humor, e às vezes usam outras drogas, como benzina, álcool e maconha, para aliviar a depressão.

 

crack anfetamina viciado - priscila e maxwell palheta

Anfetaminas e ecstasy

As anfetaminas foram sintetizadas em laboratórios na década de 30. Até o final da Segunda Guerra Mundial, elas eram utilizadas livremente, pois acreditava-se que a sua administração não era nociva para o organismo.

Na década de 50, entretanto, começaram a ser observados os seus efeitos nocivos, o que fez com que elas se transformassem em substâncias de uso autorizado apenas sob prescrição médica.

Sua utilização é exclusiva para casos bem definidos, como o tratamento da narcolepsia (desejo incontrolável e permanente de dormir) e de tipos muito específicos de obesidade.

Existe uma variedade de anfetaminas na forma de comprimidos, que podem ser administrados por via oral. Quando triturados, podem também ser injetados por via venosa, o que multiplica os seus efeitos.

Esta droga afeta o sistema nervoso de maneira parecida com a cocaína, principalmente no que se refere ao estado eufórico e ao desaparecimento do cansaço, e causa alterações da percepção, levando o indivíduo a contemplar o ambiente que o rodeia de forma equivocada e confusa.

A overdose provoca angústia, desorientação, medo e alucinações. São sintomas mais graves que os produzidos por outras substâncias entorpecentes, já que as anfetaminas se mantêm ativas no organismo por mais tempo.

O consumo habitual produz graves distúrbios físicos, como: enxaqueca; dificuldade respiratória; arritmia cardíaca; visão irregular; tremores. Psicologicamente, as anfetaminas são devastadoras, pois provocam uma forte dependência e causam lesões no sistema nervoso, podendo dar origem a quadros de paranóia e até mesmo de esquizofrenia.

A síndrome da abstinência das anfetaminas é especialmente grave, com profunda depressão, angústia e até tentativas de suicídio.

Ecstasy

Embora tenha sido descoberto em 1912, este entorpecente começou a ser utilizado de modo generalizado na década de 90, quando o seu consumo se propagou nas discotecas.

O ecstasy é uma anfetamina alucinógena derivada, que afeta a mente e, ao mesmo tempo, acelera o organismo. Na Europa, transformou-se na droga do culto à dança, e estima-se em mais de 500 mil o número de usuários freqüentes só na Inglaterra. Em Nova Iorque, nos Estados Unidos, de cada mil adolescentes 250 já experimentaram a droga.

O ecstasy é uma substância conhecida quimicamente como MDMA, que provoca no indivíduo aumento da sensação auditiva e do tato, além de uma sensação erótica, razão pela qual também paradoxalmente, diminua a capacidade de satisfação sexual.

Seu consumo habitual provoca lesões no sistema nervoso, no coração e nos mecanismos reguladores da temperatura. Têm sido notificadas diversas mortes de jovens relacionadas ao uso do ecstasy.

A substância ativa, MDMA, abreviação de metilendioximetanfetamina, presente no ecstasy, foi sintetizada em 1912, na Alemanha, a patenteada em 1914.

Espalhou-se pela Europa na década de 60, a partir de Londres, capital inglesa, chegando aos Estados Unidos e, mais tarde, ao Brasil. Nos Estados Unidos, durante a década de 70, esta droga podia ser comprada legalmente, para uso recreativo.

Na década seguinte, psiquiatras norte-americanos estavam usando a substância com sucesso no auxílio ao tratamento de casos individuais, de casais e em psicoterapia de grupo.

Foi também considerada útil no tratamento de abuso de outras drogas e álcool. Tornou-se ilegal no Reino Unido em 1976, mas continuou legal nos Estados Unidos até 1985, e na Suíça até 1993.

A primeira quantidade significativa de comprimidos de ecstasy teria entrado no Brasil em 1994, sendo consumida pelos clubbers na cena underground da noite paulistana.

Até 1999 o seu uso era esporádico. No ano 2000, o seu consumo ultrapassou as fronteiras do ambiente techno clubbers, mas continuou restrito a um círculo de jovens de classe média alta, com idades entre 20 e 30 anos. Os “passadores” também pertencem à classe média alta e vendem para amigos e conhecidos.

Em 2000, a Polícia Federal apreendeu 170 mil comprimidos no Aeroporto de Cumbica, na capital paulista, e o Departamento de Narcóticos da Polícia Civil de São Paulo (Denarc) encontrou as primeiras fábricas de ecstasy no Brasil, com altíssima capacidade de produção.

Apenas metade das drogas vendidas como sendo ecstasy são autênticas; a outra metade é “malhada”. As misturas variam desde um pouco de ecstasy misturado a outras substâncias, como cafeína ou anfetamina, até pastilhas vermífugas para cachorros, aspirinas ou purificadores de caixas d´água.

Na verdade o usuário nunca sabe ao certo o que está tomando. As substâncias misturadas ao ecstasy que mais preocupam são os sedativos (calmantes) e anestésicos.

O ecstasy é vendido em comprimidos e cápsulas de vários formatos, cores e tamanhos. No Brasil é geralmente contrabandeado da Espanha, da Holanda e da Inglaterra, chegando ao país disfarçado em vidros de vitamina.

A quantidade normal de MDMA encontrada em cada dose varia de 75 a 200mg. O ecstasy é geralmente tomado por via oral, mas pode ser encontrado também na forma de pó, de colírio ou líquido, para ser cheirado ou até mesmo injetado.

A maioria dos usuários são freqüentadores de casas noturnas ou de festas rave, ou adeptos da Nova Era em busca de “iluminação”. No entanto, está sendo cada vez mais usado por parceiros sexuais e grupos de jovens.

Os efeitos de uma dose tomada via oral aparecem em 30 minutos, atingindo o ápice entre 60 e 90 minutos e podendo durar várias horas. A freqüência cardíaca e a pressão arterial sobem. Os músculos da mandíbula se enrijecem e os usuários começam a ranger os dentes e a lamber os lábios. Há uma sensação de proximidade e empatia pelas outras pessoas.

Embora os relatos afirmem que o ecstasy intensifica a experiência sexual, em alguns casos pode causar impotência ou retardar o orgasmo em ambos os sexos. Tomada em grandes quantidades, a droga pode causar ansiedade, confusão e até mesmo paranóia.

Se o ecstasy fosse um medicamento legalizado, uma pessoa seria aconselhada a não tomar mais de 1,5mg por quilo do seu peso total, e com uma freqüência de no máximo uma vez a cada seis semanas.

Embora não existam evidências concretas, é provável que haja um risco real de os usuários desenvolverem algum tipo de doença mental resultante do uso persistente da droga.

Os efeitos colaterais indesejáveis incluem falta de coordenação motora, baixa concentração desorientação e, eventualmente, náuseas e vômitos.

O uso pode causar problemas relacionados ao sono e apatia ao final do efeito da droga.

Lesões no fígado já foram relatadas. Fora isso, a combinação de ecstasy com outras drogas, sejam elas legais ou não, pode ser fatal.

Há um sério risco de desidratação após a pessoa dançar por várias horas seguidas, em lugares lotados. Para algumas pessoas, a droga causa uma elevação na temperatura do corpo, podendo ocasionar derrame, coma ou morte.

Por isso, é comum os jovens tomarem ecstasy e depois começarem a dançar, bebendo após a dança grande quantidade de água. Por outro lado, tomar água em excesso pode causar perda de sal no organismo, e o ecstasy pode intensificar este efeito. Pelo menos uma morte recente foi atribuída a isso.

Há casos de jovens que chegam aos hospitais com taquicadia e o estômago cheio de tanto beberem água. O ecstasy não causa dependência física, mas age como uma droga estimulante, sendo particularmente perigoso para quem sofre do coração, de diabetes, de asma ou epilepsia.

DROGAS DEPRESSORAS

Heroína e ópio

A heroína e o ópio pertencem ao grupo das drogas que produzem efeitos sedativos, ou seja, contrários aos das substâncias estimulantes, mas isso não significa que anulem os efeitos destas, já que tendem a se combinar com elas e produzir um quadro específico de alterações físicas e mentais.

As drogas sedativas produzem um estado de calma e relaxamento mais ou menos intenso. Algumas são utilizadas pela Medicina para aliviar sintomas de doenças do sistema nervoso, como a insônia.

Esses tratamentos, porém, dever ser feitos sempre sob rigoroso controle médico, pois são entorpecentes que geram forte dependência, tanto física quanto psicológica.

Na atualidade, o consumo ilegal dessas substâncias é muito difundido, especialmente o da heroína, e representa um grave problema de saúde pública e segurança, já que a sua venda e o seu consumo estão relacionados com ambientes de marginalidade social.

A heroína é um pó fino, de cor branca, marrom ou cinza, conforme a destilação, e provavelmente a mais nociva e mais perigosa de todas as drogas conhecidas, sendo derivada do ópio, com grande potência e enorme capacidade de viciar.

Foi descoberta no fim do século XIX e utilizada inicialmente como medicamento contra a tuberculose. A partir de meados do século XX, seu consumo se generalizou em alguns ambientes freqüentados por jovens nos Estados Unidos e na Europa.

viviado drogado injetando - priscila e maxwell palheta

A forma de consumo mais comum é a injeção intravenosa, já que assim se potencializam os seus efeitos, mas o ritual de compartilhar as seringas se transformou em uma das principais formas de contágio de graves doenças, como a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) e a Hepatite C.

Com isso, generalizou-se o uso de outros procedimentos de consumo, como a inalação direta ou a aspiração da fumaça produzida pela queima em um cachimbo, ou sobre um pedaço de papel-alumínio.

 

heroina efeitos organismo - priscila e maxwell palheta

Nas primeiras vezes, a heroína produz uma sensação de prazer, assim como um grande relaxamento de todo o corpo, mas esses efeitos desaparecem de forma repentina ao fim de pouco tempo.

Quando o consumo se torna habitual, a droga não produz nenhum efeito prazeroso. Simplesmente atenua os fortes sintomas da síndrome da abstinência.

O viciado em heroína sofre, com o passar do tempo, a deterioração generalizada do seu organismo, com pneumonias e abscessos, doenças hepáticas e doenças musculoesqueléticas, como osteomielite (infecção da coluna vertebral).

Além de distúrbios neurológicos e de personalidade, que costumam terminar, na maior parte dos casos, em morte por overdose.

A família e os amigos podem detectar que uma pessoa próxima é viciada em heroína observando certos detalhes, como sinais de picadas, olhos brilhantes, perda de peso, ansiedade e palidez.

Também é muito comum o hábito de usar roupas de mangas compridas, até em dias quentes, na tentativa de ocultar as marcas das picadas das seringas.

O ópio é um líquido leitoso obtido da papoula, planta originária do continente asiático. Contém diversos princípios ativos que atuam sobre o sistema nervoso, produzindo sono e relaxamento.

É consumido em quando todo o mundo, geralmente em pequenos cachimbos. Sua importância está no fato de construir a base para a produção da morfina e da heroína.

Nos últimos anos, o Afeganistão vinha sendo o maior produtor mundial de ópio e de heroína. O dinheiro da venda financiava ações terroristas da Al-Qaeda, grupo fundamentalista islâmico, dedicado a combater os valores ocidentais.

 

opio heroina - priscila e maxwell palheta

 

As drogas, de um modo geral, também são usadas como se fossem armas químicas, pois vão minando as sociedades e destruindo principalmente os jovens, que representam o futuro.

Alguns países da Europa e da América do Norte têm sido os principais alvos dessa forma de terrorismo. No Brasil, porém, a venda de heroína é insignificante em relação a outras nações, porque o país não é considerado como inimigo, devido às suas relações comerciais com o Oriente.

Psicotrópicos e outros medicamentos

A denominação de psicotrópicos engloba uma grande variedade de produtos químicos, alguns de uso comum, que exercem certa influência sobre o sistema nervoso central.

Os medicamentos se dividem de acordo com os seus efeitos: estimulantes ou tranqüilizantes. Os analgésicos podem ser sedativos soníferos analgésicos, enquanto os estimulantes podem ser excitantes ou antidepressivos.

Remédios causam dependência química?

Geralmente, tende-se a esquecer que os medicamentos são drogas e devem ser administrados sempre sob rigoroso controle médico. O consumo abusivo de psicotrópicos, sem prescrição médica, pode provocar, sim, uma dependência química tão grave quanto a de outras substâncias ilegais.

Por isso faço um alerta, principalmente aos idosos: É preciso evitar a automedicação, pois não se deve esquecer que os medicamentos à base de psicotrópicos também são drogas e provocam dependência.

Tipos de psicotrópicos que podem viciar

Entre os psicotrópicos é possível se reconhecer diversos grupos, todos potenciais causadores de dependência. A classificação varia de acordo com a função, a composição e o mecanismo de atuação.

Esses grupos incluem os ansiolíticos, a exemplo dos derivados benzodiazepínicos, os antidepressivos, os antipsicóticos e os sedativos e hipnóticos, como o hidrato de cloral e os barbitúricos de efeito sonífero, que a partir da década de 60 foram sendo substituídos pelas benzodiazepinas.

No caso dos barbitúricos, a dependência psicológica se desenvolve de maneira rápida e em poucas semanas. A dependência física depende da dose e do período de tempo em que o medicamento foi ingerido.

Todas as substâncias desse tipo precisam ser administradas e manipuladas sob o mais rigoroso controle médico, pois qualquer uma delas pode se tornar uma potencial causadora de dependência química.

Não se pode esquecer que as pessoas viciadas, quando deixam de consumir esse tipo de medicamento, podem apresentar síndrome da abstinência tão grave quando a provocada por outro tipo de droga.

Quando isso ocorre, os especialistas recomendam a internação hospitalar, já que medidas terapêuticas adequadas precisam ser adotadas contra as convulsões e as alterações de consciência freqüentes.

O tratamento consiste em um processo de desintoxicação gradual, com diminuição progressiva da dose.

Colas e solventes

Uma das formas relativamente recentes de dependência química – seu aparecimento coincide com a época do desenvolvimento industrial - geralmente mais freqüente entre crianças e adolescentes de baixa renda, consiste em inalar os gases que emanam das colas e solventes.

Uma grande variedade de produtos de uso doméstico, tais como detergentes, tinta, colas, fitas adesivas e acetonas, contêm substâncias tóxicas, as quais, até a década de 60, não foram utilizadas como drogas, embora seus efeitos em trabalhadores expostos à inalação desses gases já tivessem sido comprovados.

A inalação habitual desses produtos produz lesões nos pulmões e no sistema cardiovascular. Além disso, sob o efeito de colas e solventes o indivíduo aumenta o risco de sofrer acidentes graves, como atropelamento, devido ao quadro de confusão mental.

O consumidor deste tipo de droga tem geralmente aumentada a sua agressividade e o seu grau de insociabilidade, sentindo-se em um ambiente hostil.

Não foram relatados claramente casos de síndrome de abstinência ligados a esse tipo de vício, mas costuma ocorrer um efeito similar à “ressaca” por ingestão exagerada de álcool, o que induz muitos viciados a inalarem essas substâncias no início do dia, para aliviar o mal-estar.

Efeitos físicos e psíquicos dos solventes e colas

A inalação desses produtos em pequena quantidade produz uma sensação parecida com uma leve embriaguez e um estado geral de relaxamento e bem-estar, que desaparece no fim de alguns minutos.

Quando se continua respirando o vapor que emana deles, a intoxicação vai aumentando e começam a aparecer alucinações ópticas, nem sempre agradáveis, que duram em torno de quinze minutos, conforme o tipo de substância inalada.

O costume de inalar vapores tóxicos apresenta um risco sério de asfixia e danos cerebrais permanentes, devido à diminuição da quantidade de oxigênio fornecida às células nervosas.

Ao mesmo tempo, as vias respiratórias são afetadas pelos efeitos abrasivos dos solventes, e o ritmo cardíaco se altera.

Comprovou-se que a inalação habitual de solventes e colas durante a infância e a juventude tem uma ligação estreita com o alcoolismo na idade adulta, e também é um passo para outras drogas mais “pesadas”.

A CURA ATRAVÉS DA FÉ

Aliada eficaz

Conforme já frisado anteriormente, é fundamental o tratamento terapêutico para os dependentes químicos, mas ressalto também que existe a cura através da fé. A Bíblia Sagrada está repleta de fatos que expressam a força e o poderio de uma fé ativa.

Desde Adão até hoje, pessoas de ambos os sexos e idades, sábios e leigos, de todas as camadas sociais, têm demonstrado com suas experiências pessoais a realidade de Deus através da fé.

Se fôssemos descrever todas as bênçãos decorrentes de uma vida plena de fé em Jesus Cristo, usaríamos todo o papel existente no mundo e, ainda assim, jamais conseguiríamos terminar, pois são infinitas.

“Assim como a bênção espiritual significa a cura para o nosso corpo espiritual, a bênção física significa a cura do nosso corpo físico.”

Quando Isaías profetizou a respeito do sofrimento vicário do Senhor Jesus, ele o fez com tanta clareza e simplicidade, que não nos deixa nenhuma margem de dúvida sobre a plenitude da Sua obra redentora!

“Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si... ele foi transpassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. Isaías 53.4

E o apóstolo Pedro acrescenta:

“Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para o pecado, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados.” 1 Pedro 2.24

Para os cristãos, “... a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.” (Hebreus 11.1). Em outras palavras, fé é a certeza que temos dentro nós de que Deus cumprirá todas as Suas promessas registradas nas Sagradas Escrituras.

Muitas pessoas céticas afirmam: “Eu preciso ver, para depois crer”. A fé, entretanto, é exatamente o contrário, pois primeiramente nós cremos de todo o nosso coração, para então podermos ver com os nossos olhos físicos.

É assim a linguagem da fé. Analisemos o seguinte episódio:

“E aconteceu que chegando ele perto de Jericó, estava um cego assentado junto do caminho, mendigando. E, ouvindo passar a multidão, perguntou que era aquilo. E disseram-lhe que Jesus Nazareno passava. Então clamou, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim.

E os que iam passando repreendiam-no para que se calasse; mas ele clamava ainda mais: Filho de Davi tem misericórdia de mim! Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe, Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja. E Jesus lhe disse: Vê; a tua fé te salvou. E logo viu, e seguia-o, glorificando a Deus. E todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus. Lucas 18:35-43

Esta passagem bíblica é uma das mais importantes no que diz respeito à fé, se considerarmos o fato de que aquele cego nunca ouvira falar a respeito do Senhor Jesus.

Naturalmente, após tomar conhecimento de que Jesus estava entrando na cidade, imediatamente lhe nasceu uma grande fé no coração, a ponto de se recusar a aceitar não ser atendido logo no primeiro pedido, e suplicar mais alto ainda, até ser abençoado.

Isto provou a sua certeza de que seria atendido. Provou a sua fé! Por esta razão, meu amigo leitor, se você é um dependente químico, ou possui alguém na sua família que seja, saiba que o Senhor Jesus já carregou sobre Si, na cruz do Calvário, todas as nossas doenças e pecados.

Basta apenas você crer, para tomar posse desta bênção. Através da fé e da determinação, você pode receber a cura de todos os males causados pela síndrome da abstinência e receber forças suficientes para se libertar do vício das drogas.

AS DROGAS E SEUS EFEITOS

TABELAS:

drogas e efeitos 3- priscila e maxwell palheta  

drogas e efeitos- priscila e maxwell palheta

 

drogas e efeitos 2 - priscila e maxwell palheta

 

Continua…

Estudo de Priscila e Maxwell Palheta

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 1)

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 2) – Amy Whinehouse

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 3)



Marcadores

1984 (2) A Fazenda (1) Abner Ferreira (2) Aborto (5) Adoração (1) Agenor Duque (1) Albert Pike (10) Aldous Huxley (1) Aleister Crowley (8) Alex Jones (3) Alimentação (5) Amor (61) Anti-Cristo (28) Anton LaVey (11) Aplicativo (1) Apocalipse (52) Apostasia (81) Apóstolo Paulo (4) Apple (1) Aquino (2) Arquitetura (1) Arrebatamento (2) Atalaia (4) Atentado Paris (1) Autoridade (7) Avicci (1) Aylan Kurdi (1) Ayrton Senna (1) Bancada Evangélica (14) Baphomet (7) Barack Obama (12) Batalha Espiritual (16) Bíblia (3) Bíblia Satânica (8) Big Brother (23) Bispo Dozane (3) Bispo Macedo (12) Bispo Robson Rodovalho (2) Blogueiros (34) Brasília (2) Bruxaria (3) Cabala (6) Caim (2) Caio Fábio (1) Carnalidade (72) Carnaval (3) Catolicismo (9) Cenas fortes (1) Cezar Scholze (1) CIA (4) Clube Bilderberg (10) Codex Alimentarius (1) Comunismo (1) Conspiração (51) Controle mental (50) Copa do Mundo (1) Copa do Mundo 2014 (2) Corrupção (83) Crianças (2) Crise na Europa (8) Crítica (12) Cruz (1) Culto ao vivo (5) Cura (3) Daniel Batista (1) Daniel Estulin (6) Daniel Messac (1) Danilo Fernandes (1) Demas (1) Dep. João Campos (1) Depressão (4) Desafio (2) Desenho (2) Deuses (13) Dia dos Namorados (1) Dia dos Pais (1) Dinheiro (38) Dízimo (10) dr. Pedroza (1) Drogas (12) Economia (15) Edir Macedo (30) Eduardo Paes (1) Educação (8) Egito (4) Elite global (35) Emocional (2) Enoque Lima (4) Entretenimento (39) Entrevista (4) Escrever (1) Espiritismo (10) Espírito Santo (4) Estêvão (2) Estudo (106) Estupro (2) Evangelho (2) exposição (1) Fabio Pires (1) Facebook (3) Família (23) Faraó (7) Farsa Aquecimento Global (2) (40) Feliz Ano Novo (2) FIFA (2) Filemom (2) Futebol (1) G.A.D.U (25) Gabriel Medina (1) Gay (2) Genizah (1) George Bush (1) George Orwell (1) Gnosticismo (3) Gospel (17) Gospel Mais (3) Graça (15) HAARP (4) Halloween (1) Hangout (87) Hipnose (2) História (11) Hitler (1) Homossexualismo (40) Hórus (4) HSBC (1) Humanismo (12) Idolatria (25) Igreja (34) Igreja Em Ação (1) Igreja Universal (25) Illuminati (15) Índios (1) Influência (46) Internet (27) Iphone (1) Irmãos (48) Isadora Faber (1) Islã (1) Israel (2) Jaime Santana (29) JAMI (2) Jesus (84) (1) Jogo da Velha (1) Jogos (1) Jornal Estadão (1) Julian Assange (3) Julio Severo (3) Juventude (9) Kuddle (1) Legalismo (2) Louvor (5) Lúcifer (29) Maçonaria (165) MAFIA (3) Magia (11) Magno Malta (4) Manipulação (94) Manoel Ferreira (5) Marcha para Jesus (12) Marco Feliciano (20) Marcos Pereira (4) Marília Camargo César (1) Marisa Lobo (3) Matança (1) Matemática (2) Matrix (4) Maxwell Palheta (178) Mazzini (3) Ménage à trois (1) Mensagem (160) Mensagem Subliminar (12) Microchip (1) Mídia (92) Mike Murdoch (1) Mitologia Grega (2) MK Ultra (7) Moisés (2) MomentCam (1) Monsanto (1) Mortos (7) Moyses Macedo (1) Muçulmanos (5) Múmia (1) Música Secular (9) Músicas (6) NASA (2) Necronomicon (2) Neemias Gomes (1) Nova Era (9) Nova Ordem Mundial (73) O Rappa (1) Ocultismo (50) Olho de Hórus (8) Olimpíadas Londres 2012 (3) Opinião (284) Paganismo (16) Palestra (7) Papa (4) papa francisco (1) Paris (2) Pastor (5) Patricia Piccinini (1) Paul Walker (2) Paul Washer (3) Paulo Curi (2) PC do B (5) Pecado (59) Pedofilia (1) Perdão (21) Pirâmides (4) Pnl (1) Poema (4) Política (161) Pornografia (1) Portugal (2) Praga (1) PRB (1) Pré Pós Tribulação (3) Proclamação da República (1) Programação Monarca (3) PSB (5) PSC (9) PSDB (13) Psicologia (3) PT (17) Rachel Sheherazade (1) Rafinha Bastos (1) Raquel Elana (2) Rebeldia (19) Rede Globo (21) Rede Record (4) Reflexão (145) Rei Davi (1) Religião (71) Rio de Janeiro (43) Rituais (22) rockefeller (1) Rotschild (2) Ruy Castro (1) Sacrifício (16) Salvação (52) Samuel Ferreira (6) Santidade (44) Satanismo (43) Saúde (20) Sebastião Aragão (1) Semíramis (2) Set (3) Sexo (4) Silas Malafaia (52) Simbologias (14) Skinhead (1) Skull and Bones (2) Solidariedade (1) Stalin (1) Tecnologia (34) Televisão (1) Templo de Salomão (3) Teologia da Prosperidade (13) Terra plana (1) Thalles Roberto (1) Thomas Edison (1) Timóteo (1) Transgênicos (1) Trauma (6) Ufo (5) Universo Cristão (162) Usain Bolt (1) Vídeos (316) voyeurismo (3) WikiLeaks (3) Zumbi (2)