20 de mar de 2012

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 2) – Amy Winehouse

Winehouse-Amy-morte drogas - priscila e maxwell palheta

Episódio Amy Winehouse

Dona de uma das mais belas vozes do século 21, famosa, rica, Amy Winehouse, choca o mundo não com mais uma atitude bizarra estampada nas páginas de jornal e canais de tv do mundo, porém dessa vez, com a própria morte. Mergulhada no universo da dependência química, a cantora tornou-se uma vítima do vício perdendo essa batalha épica diante do uso abusivo de álcool, heroína, ecstasy, cocaína e possivelmente crack.

Sem saber lidar com as dores e decepções comuns da vida – quadro típico de quem sofre transtornos da drogadição -Amy já havia tentado se matar com uma faca em razão de estar perdendo seu marido Blake Fielder-Civil, que na época se encontrava na prisão. Blake acabou cumprindo 12 dos 27 meses de mandato sob acusação de lesões corporais graves e por perverter o curso do processo na justiça. Em troca, prometeu retornar à reabilitação das drogas.

Com uma carreira marcada por aparições desastrosas, rebeldia diante de familiares, agressões a fãs e paparazzis, em 2008, Amy alegou que seus vícios e o fato de sua vida ter perdido o controle eram culpa do demônio. Durante um discurso bastante inflamado em um estúdio no oeste de Londres ela gritava dizendo que Satã estava lhe dando drogas. Diante do ocorrido, muitos levantaram suspeitas sobre o estado mental da cantora.

Perturbações espirituais ou alucinações por conta das drogas? De uma coisa temos certeza, a cantora hoje pagou com a vida, toda uma tragetória detonada no pecado e na perdição. A seguir, o leitor acompanha a segunda parte do estudo “Drogas: A arma de destruição em massa”.

Assim diz a Palavra de Deus:

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.”

Romanos 6:23

causa morte amy demonio - priscila e maxwell palheta 

Dependência química

Viagem quimérica

A dependência química é um estado de intoxicação, produzido pelo consumo repetido de uma espécie de droga, seja ela natural ou sintética. É caracterizada por um desejo ou uma necessidade compulsiva de ingerir o entorpecente em doses cada vez maiores, para produzir os mesmos efeitos, como resposta à tolerância natural que o organismo adquire à substância.

Existem muitos tipos de drogas, algumas legais e de consumo generalizado, a exemplo de álcool, do fumo e de certos medicamentos.

Na Holanda e na Bélgica, no continente europeu, o comércio e o uso de algumas drogas, como maconha, haxixe, plantas alucinógenas, anfetaminas e barbitúricos, dentre outras, são livres.

Também existem alguns entorpecentes de uso proibido na maioria dos países, como heroína, cocaína, haxixe e crack.

Os efeitos dessas substâncias variam segundo o tipo, a quantidade e a forma de administração, mas sempre produzem no consumidor uma sensação inicialmente prazerosa.

Como são produtos tóxicos, ocasionam gravíssimos danos ao organismo e, a longo prazo, levam a uma terrível situação de dependência, com grande número de seqüelas e efeitos secundários.

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Em fases avançadas de dependência química, a ingestão de drogas não produz prazer algum: serve apenas para aliviar as perturbações produzidas pela chamada síndrome de abstinência.

 

Origem da dependência química


Os fatores de risco que podem levar ao consumo habitual de drogas são variados. Em alguns casos, o primeiro passo em direção ao vício e à dependência é a curiosidade natural do ser humano, especialmente durante a adolescência, período em que muitos se iniciam no consumo de drogas, apenas para experimentar seus efeitos.

Também o desejo de pertencer a um grupo, que com freqüência faz os jovens imitarem determinados comportamentos, para serem aceitos, pode levá-los a suas primeiras experiências.

Em muitos casos, no entanto, o consumo de drogas se inicia em conseqüência da incapacidade do indivíduo de enfrentar uma situação desagradável de sua vida, pois as drogas consumidas permitem um esquecimento temporário dos problemas.

Essa é uma situação característica que afeta pessoas imaturas e inseguras. Muitos também acabam se envolvendo com as drogas por viverem onde é comum o uso e a venda, como comunidades carentes das grandes cidades.

Há quem consuma drogas pela sensação de estar desafiando a lei, ou apenas, para ter mais prazer e um momento de diversão, sendo comum nos dependentes químicos jovens um ideal, que é alimentado pelas fantasias criadas pelo cinema e pelos ídolos do rock.

Também as dificuldades financeiras e o ambiente familiar problemático – pais separados, brigas, no lar, pais que muitas vezes só se preocupam com o bem-estar material dos filhos, esquecendo de outros fatores importantes na vida, como o amor, o carinho e principalmente o ensinamento da Palavra de Deus – são fatores que podem induzir o indivíduo a se iniciar no mundo das drogas.

viciado injeçao veia - priscila e maxwell palheta

 

Conseqüências do vício


O consumo, ainda que ocasional, de uma substância que causa dependência, pode levar uma pessoa ao vício. A repetição habitual dessa conduta produz a dependência, que é, na realidade, uma das conseqüências mais graves do consumo de drogas.

A dependência dá origem a uma situação em que a vontade do individua desaparece por completo, e sua vida se concentra exclusivamente na necessidade de encontrar e consumir a droga.

É o que define como dependência psicológica, na qual é alterada a personalidade, o que afeta as relações com colegas, amigos e familiares.

Esse tipo de dependência em um desejo imperioso de repetir o uso da droga para obter sensações prazerosas, ou para evitar sensações de mal-estar psíquico.

As drogas também produzem graves danos à saúde física do indivíduo. Os viciados em estágio avançado sofrem sérios distúrbios no fígado, nos rins, nos pulmões e no coração, dentre outros órgãos.

Certas formas de consumo de entorpecentes, como a injeção de heroína ou cocaína, aumentam também o risco de contágio de doenças como a Hepatite C e a Aids.

A conseqüência mais impressionante da dependência das drogas, entretanto, talvez seja a síndrome da abstinência, um conjunto de alterações físicas, dolorosas, que acometem o viciado quando ele não consome a dose habitual de droga.

Esse fenômeno ocorre porque o organismo, com a administração freqüente da droga, desenvolve uma série de alterações fisiológicas de adaptação. O sangue passa a possuir uma quantidade de substância consumida, a qual é mantida à custa de novas doses. Nesse caso, diz-se que ocorre a dependência física, que sempre está ligada à psicológica.

O consumo em massa de substâncias ilícitas é a origem de vários dos principais problemas de segurança pública nas sociedades modernas.

Com base nesse e em outros argumentos, discute-se há algum tempo, em escala internacional, a possibilidade de legalizar a venda e o consumo de algumas substâncias entorpecentes, como já acontece em alguns países.

A proibição, entretanto, mantém-se em praticamente todo o planeta. Além disso, a produção e a exportação de drogas é fonte de disputa entre alguns países, causando freqüentes sanções econômicas bilaterais.

O dinheiro da venda ilegal de drogas tem financiado vários grupos extremistas, principalmente os revolucionários e terroristas.

 

O que é síndrome da abstinência?


A síndrome de abstinência é um conjunto de alterações físicas e psicológicas, que afetam uma pessoa viciada em drogas quando ela não consegue obter a dose a que seu organismo está acostumado.

O organismo humano tende a se habituar às substâncias que ingere de forma repetida, e a desenvolver certas formas de dependência.

Com algumas drogas, no entanto, além disso, ocorre que os efeitos prazerosos, que se manifestam após a ingestão das primeiras doses, tendem a desaparecer após o uso sucessivo.

Em conseqüência, aumenta paulatinamente a quantidade de droga necessária para a obtenção das mesmas sensações. Esse fenômeno é denominado “tolerância”.

Se o organismo não recebe a droga à qual está habituado, reage com um conjunto de sintomas dolorosos. A pessoa, então, passa a usar doses cada vez maiores, e logo perde o controle da situação.

Embora os efeitos variem ligeiramente, de acordo com o tipo de droga, a síndrome da abstinência apresente uma série de sintomas comuns. Em primeiro lugar, produz um intenso estado de ansiedade, o qual se agrava com o passar do tempo, podendo desencadear agressividade, nervosismo e irritabilidade.

Além disso, o indivíduo tem: náuseas; vômitos; dor de estômago; terríveis dores no corpo; tremores; cãibras musculares; enjôos; dificuldade para respirar. Se a crise durar muito tempo, a pessoa pode até entrar em profundo estado de coma.

Nos alcoólatras e nos consumidores de barbitúricos, surge um quadro específico de sintomas, denominados delirium tremens, no qual o indivíduo sofre convulsões, rigidez, terror e alucinações assustadoras.

Vê bichos subindo em seu corpo ou nas paredes; tem a sensação de ter o seu corpo percorrido por vermes e larvas; ouve vozes o ameaçando e muitas outras coisas. É comum, nesses casos, a pessoa ficar agressiva ou extremamente agitada. Em alguns casos, pode tentar o suicídio.

No caso de heroína, a síndrome de abstinência se inicia de oito a doze horas após a última utilização.

Na primeira fase, os sintomas são de ansiedade, sudoração, ou seja, transpiração abundante, e fraqueza.

Posteriormente, o indivíduo tem sono intranqüilo ou insônia, mas a fase crítica se inicia após vinte ou até mesmo trinta horas, atingindo o ponto máximo após trinta e seis e até setenta e duas horas.

sindrome abstinencia - priscila e maxwell palheta

 

É justamente nesse período que se inicia a parte mais difícil da recuperação de um dependente químico. É quando ele precisa superar com muita coragem e força de vontade todos esses sintomas citados anteriormente.

A síndrome da abstinência desaparece lentamente, entre sete e quatorze dias depois da última dose.

 

Como identificar um consumidor de drogas


As pessoas viciadas em drogas costumam emagrecer de modo gradativo, por perda de apetite, sem que haja algum motivo evidente que justifique. Além disso, podem apresentar variações na cor da pele, que se torna pálida e, em casos avançados, amarela, devido ao mau funcionamento do fígado.

Tais pessoas também podem sofrer erupções cutâneas, sem causa aparente, e sudoração. Os olhos tendem a ser avermelhados e, em casos de forte dependência, o indivíduo afetado pode experimentar tremores e dificuldades de movimentos.

A simples presença desses sintomas não significa necessariamente que a pessoa seja viciada em drogas, mas adverte, de qualquer modo, para o fato de que ele está sofrendo algum tipo de distúrbio, que provavelmente exige atenção médica.

 

Sintomas psíquicos da dependência química


Geralmente são sintomas que pode passar despercebidos. Em primeiro lugar, quase todas as pessoas viciadas em drogas, experimentam drásticas mudanças de personalidade, que incluem diminuição da afetividade, tendência à agressividade ou ao isolamento, insegurança, falta de concentrações e ansiedade.

Além disso, o dependente químico tende a mostrar um claro desinteresse pelas atividades produtivas, o que se traduz em uma queda de nível das suas qualificações, com redução do rendimento no trabalho, e no fracasso escolar, no caso dos estudantes. Em muitos casos, a pessoa desenvolve uma mania de perseguição, que faz com que se sinta atormentada por todos que a rodeiam.

 

Alterações no comportamento


As alterações psicológicas produzem distúrbios de comportamento no indivíduo. O viciado em drogas costuma, em primeiro lugar, mudar seus hábitos mais freqüentes, em termos de higiene ou vestuário, tornando-se mais descuidado e até pouco asseado.

É particularmente comum o uso de roupas de mangas compridas, até em períodos quentes, para esconder as marcas feitas nos braços pelas seringas, no caso dos usam drogas injetáveis.

As faltas injustificadas no trabalho ou no estabelecimento de ensino também são freqüentes. No que se refere às relações pessoais, o viciado em drogas se torna retraído e menos comunicativo.

Notam-se freqüentes mentiras, sendo que a pessoa procura sempre se manter isolada, ouvindo música com o som muito alto. Ela empobrece emocionalmente, distancia-se da família e costuma trocar seu tradicional círculo de amizades por outros novos, geralmente relacionados com o consumo de drogas.

É comum que, para a compra de drogas, o viciado comece a tirar dinheiro da própria família. Os pequenos e repetidos furtos injustificados, são, portanto, um dos sinais mais claros a se levar em consideração.

Muitos pais acabam colocando seus filhos para fora de casa, por não suportarem mais essa situação. É também por esse motivo que nos últimos anos cresceu, assustadoramente, o número de moradores de rua em muitos países, incluindo os da Europa.

 

viciados drogas - priscila e maxwell palheta

A família, os amigos e os professores devem se manter atentos a qualquer alteração física, psíquica ou de comportamento em uma pessoa próxima, que apresente indícios claros de consumo de drogas, e confirmar se esta é a causa de tais alterações, para poderem ajudá-la de maneira conveniente.

Continua...

Estudo de autoria de Priscila e Maxwell Palheta baseado nas fontes anteriormente citadas.


Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 1)


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