13 de mar de 2012

Drogas: A arma de destruição em massa (Parte 1)

 

drogas - priscila e maxwell palheta

 

O ser humano tem sido há muito tempo vítima de um sistema criminoso que objetiva não somente destruir vidas, como se ganhar muito dinheiro. As drogas têm sido um mal que criou raízes profundas e desta forma, não pode ser combatido apenas com campanhas e motivações sociais ou até mesmo governamentais. É preciso compreender este tipo de manipulação a fundo através da Palavra de Deus porque a cultura do vício contribui para o aumento da criminalidade, da violência urbana, doméstica e da desestruturação familiar. Este é o triste reflexo de degradação da vida. Ora, e bem sabemos esta intensão satânica em nossos lares:

“O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.”

João 10:10

Este estudo tem conteúdo impactante e revelador e mostra os danos causados à mente humana com seus efeitos devastadores à saúde do usuário de drogas. Os seguintes temas serão abordados:

- Origem das drogas;

- MKULTRA;

- Danos na adolescência e vida adulta;

- Dependência química;

- Síndrome de abstinência;

- Seus efeitos e malefícios;

- Influência da globalização;

- Lavagem de dinheiro;

- A ameaça do narcotráfico às economias e aos mercados financeiros de todos os países e

- O Poder de Deus na cura.

Esses serão alguns dos temas abordados pelos autores Priscila e Maxwell Palheta. Desde já informamos que o estudo será extenso e teremos como base: artigos científicos, livros, e autores como o ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, Gustavo Barroso, Daniel Estulin, Pr. Roberto Ferreira, dentre outros.

No entanto, mesmo que o querido leitor, membro, visitante ou parceiro não esteja envolvido na questão abordada, não deixe de nos prestigiar com sua agradável opinião, comentário, ou quem sabe divulgação desta obra guiada pelo Espírito Santo, para evitar que famílias caiam nessa armadilha que em muitos casos tem sido fatal.

Boa leitura e que Deus abençoe!

 

INTRODUÇÃO

As drogas, um verdadeiro desafio aos governos de todos os países, financiam guerrilhas e organizações terroristas e, infelizmente, já fazem parte do dia-a-dia dos habitantes das grandes cidades em todo o mundo.

De uma maneira ou de outra, mesmo quem não faz uso delas acaba sendo vítima, porque o narcotráfico alimenta a violência urbana, levando ao cidadão o medo, à insegurança e à revolta.

Constantemente a mídia impressa e eletrônica divulga a descoberta pela polícia de grandes áreas, em locais de difícil acesso, especialmente em matas urbanas, usadas pelo tráfico para treinamento de guerrilha, com espaços reservados à prática de tiro ao alvo, para aperfeiçoamento de pontaria, com vistas aos confrontos com policiais e grupos rivais, e aulas de artes marciais.

Droga, para a Medicina, é qualquer substância que modifica a função dos organismos vivos, provocando mudanças físicas ou de comportamento. A palavra vem do inglês droog, que significa “folhas secas”, pois no passado os medicamentos eram constituídos basicamente de ervas.

As drogas podem ser classificadas em depressoras, estimulantes e perturbadoras. No primeiro caso estão incluídas as substâncias psicoativas que diminuem a atividade do cérebro, deixando a pessoa relaxada, calma e até desinibida, a exemplo de bebidas alcoólicas, tranqüilizantes, barbitúricos, opiáceos e inalantes.

No segundo caso estão as substâncias psicoativas que aumentam a atividade do cérebro, deixando a pessoa sem sono, “ligada”, como se diz na gíria popular. Como representante desta classe temos as anfetaminas, a cocaína, a cafeína e nicotina.

Veja algumas ilustrações:

- Álcool na corrente sanguínea:

danos alcool sistema nervoso cerebro - priscila e maxwell palheta

 

- Cocaína e seus efeitos:

Axônio de um neurônio em contato com o dendrito de outro neurônio (a sinapse). O elemento pós-sináptico deste neurônio mostra  sua a membrana, bem como estruturas moleculares especiais em sua superfície, chamados de receptores, aos quais o neurotransmissor se liga e intermedia os seus efeitos. Dois tipos de receptores são mostrados.

A dopamina (mostrada em vermelho) é um neurotransmissor sintetizado por certas células nervosas que age em regiões do cérebro promovendo, entre outros efeitos, o prazer e a motivação. Depois de sintetizada, a dopamina é armazenada dentro de vesículas sinápticas (em verde). Quando chega um impulso elétrico no terminal nervoso, as vesículas se direcionam para a membrana do neurônio e liberam o conteúdo da dopamina na fenda sináptica. A dopamina então atravessa essa fenda e se liga aos seus receptores específicos na membrana do próximo neurônio (neurônio pós-sináptico). Uma série de reações occorre quando a dopamina ocupa receptores dopaminérgicos daquele neurônio: alguns íons entram e saem do neurônio e algumas enzinas são liberadas ou inibidas. Após a dopamina ter se ligado ao receptor pós-sináptico ela é recaptada novamente por sítios transportadores de dopamina localizadas no primeiro neurônio (neurônio pré-sináptico).

 

recaptacao dopamina - priscila e maxwell palheta

 

Cocaína adicionada:

 

cocaina sistema nervoso - priscila e maxwell palheta

 

Quando a cocaína entra no sistema de recompensa do cérebro, ela bloqueia os sítios transportadores de dopamina que têm a função de levar de volta a dopamina que estava agindo na sinapse. Uma vez bloqueados estes sítios, a dopamina não é recaptada, ficando portanto, "solta" no cérebro até que a cocaína saia. Quando um novo impulso nervoso chega, mais dopamina é liberada na sinapse, mas ela se acumula no cérebro por seus sítios recaptadores estarem bloqueados pela cocaína. Acredita-se que a presença anormalmente longa de dopamina no cérebro é que causa os efeitos de prazer associados com o uso da cocaína. O uso prolongado da cocaína pode fazer com que o cérebro se adpte a ela, de forma que ele começa a depender desta substânica para funcionar normalmente diminuindo os níveis de dopamina no neurônio. Se o indivíduo parar de usar cocaína, não já não existe dopamina suficiente nas sinapses e então ele experimenta o oposto do prazer - fadiga, depressão e humor alterado.


Corte cerebral pós-mortem de um adito em cocaína. A lesão mostrada refere-se a uma hemorragia cerebral massiva e está associada ao uso da cocaína:

cerebro lesao cocaina - priscila e maxwell palheta

 

Já as drogas perturbadoras são as substâncias psicoativas que modificam a atividade do cérebro, deixando a pessoa fora do seu normal e alterando a percepção, a exemplo de maconha, LSD, cogumelo, ecstasy e outras.

Presentes tanto nas comunidades carentes quanto nas chamadas “altas rodas”, as drogas estão a cada dia mais acessíveis, sendo vendidas em danceterias, shoppings e clubes, por jovens da classe média, e penetrando na economia legal através da chamada “lavagem de dinheiro”, ameaçando a estabilidade das economias e dos mercados financeiros de todo o planeta.

É possível colocar um ponto final em tudo isso? É o que veremos adiante.

 

A globalização e as drogas

Hoje é evidente a dimensão mundial da problemática das drogas. Os circuitos que vão da produção à distribuição se beneficiam da progressiva eliminação das barreiras alfandegárias e do controle das fronteiras, quer no que se refere à promoção do comércio internacional, quer no quadro do processo de integração econômica de certas regiões, como na comunidade européia, Mercosul e outras.

Preocupa-me bastante quando ouço o presidente Lula falar de uma abertura maior entre os países do Mercosul, porque isto facilitará ainda mais as ligações entre o tráfico de drogas e outras dimensões do crime organizado.

O que inclui as conexões do tráfico com o comércio de armas e o terrorismo internacional, que já ameaçam, em diversos pontos do globo terrestre, a integridade e a efetiva soberania das nações, conforme acontece na Colômbia, no Peru, na Bolívia e em outros países da América do Sul.

A atuação dos traficantes, beneficiados pela melhoria dos sistemas de transportes e comunicação, percorrendo os caminhos abertos pelo sistema de globalização, tem alcançado uma grande sofisticação e propagação.

Estão inseridas neste contexto a utilização da internet como veículo para a divulgação e comercialização de drogas ilícitas, e a exploração dos mais imaginativos e complexos expedientes para promover o “branqueamento” de capitais, ou seja, a “lavagem de dinheiro”, principalmente a partir dos chamados “paraísos fiscais”.

A dimensão do comércio ilícito de entorpecentes e a sua penetração obscura na economia legal ameaçam a estabilidade das economias e dos mercados financeiros.

Para que se tenha idéia da dimensão econômica, a ONU, Organização das Nações Unidas, em relatórios divulgados em 2001, sobre a situação do tráfico internacional de drogas, assinala que este comércio movimenta cifras em torno de trezentos bilhões de dólares por ano. E aponta o narcotráfico como sendo, hoje, uma indústria muito bem organizada.

De algum modo, a globalização não facilita apenas a circulação das drogas e do dinheiro sujo do tráfico, mas também contribui para uma intensa aproximação cultural, que pode implicar em mudança de valores.

Por outro lado, não se pode ignorar a complexa interdependência entre os mercados de tóxicos, que no Brasil, por exemplo, implantou um poder paralelo, com representantes em todas as áreas da sociedade.

 

globalizacao drogas - priscila e maxwell palheta

 

Hoje, parlamentares, magistrados, banqueiros, policiais e empresários fazem parte da corrente que liga os traficantes nos morros aos consumidores, isto revela que só uma ação em escala internacional é capaz de produzir resultados consistentes.

Assim sendo, o Brasil precisa se engajar em uma rigorosa luta contra as drogas, que deverá se enquadrar em uma estratégia internacional, com a colaboração das polícias especializadas de cada país, e dos serviços de inteligência das Forças Armadas, mantendo uma forte fiscalização das nossas fronteiras e contribuindo ainda com todos os meios possíveis para combater o tráfico internacional de drogas. Só assim poderemos minimizar essa situação.

 

O fenômeno das drogas no mundo

O fenômeno da droga, em escala mundial, permanece grave, tendo o consumo atingido também o cotidiano dos países em vias de desenvolvimento, pulverizando a distinção clássica entre países produtores e países consumidores.

Em seu relatório de 1998, o Oice, Órgão Internacional de Controle de Estupefacientes, das Nações Unidas (INCB – Intenational Narcotics Control Board), atribui em parte aos tratados internacionais a contenção da expansão do fenômeno da droga, quase eliminando o desvio de entorpecentes do circuito clínico para o circuito legal, e mantendo o consumo, sobretudo de opiáceos, longe dos níveis do final do século passado.

Registra-se uma tendência, em certas regiões do planeta, designadamente na América do Norte, para uma expansão do consumo de cannabis e, de um modo geral, para uma prescrição excessiva de substâncias psicotrópicas, como por exemplo anfetaminas, barbitúricos e hipnóticos, dentre outros.

Pode-se dizer que em 1998, em todo o mundo, prosseguiu o aumento do consumo de drogas sintéticas psicoativas, como os tranqüilizantes, as benzodiazepinas e os estimulantes do tipo das anfetaminas, especialmente o ecstasy e outras substâncias do tipo designer drugs (drogas que foram quimicamente alteradas para terem suas propriedades acentuadas ou para o livramento de uma proibição legal), que obtiveram uma expansão sem precendentes.

Na Europa, dá-se uma prevalência de novas drogas destinadas a combater os efeitos do stress e da depressão, crescendo o número dos consumidores com mais de 65 anos.

 

drogas holanda - priscila e maxwell palheta

 

Nos Estados Unidos, o destaque vai para o uso de drogas como o estimulante metilfenidato Ritalin, destinadas a melhorar a performance escolar ou labora, ou com o intuito de beneficiar o aspecto físico ou atlético.

No Brasil, por sua vez, aumentou a procura pelas drogas sintéticas, destacando o ecstasy, mas ainda prevalece alto o consumo da maconha, do crack e da cocaína.

Registra-se também um aumento no consumo de opiáceos, sobretudo na Ásia Ocidental e no Leste europeu, e em especial da heroína fumada, particularmente nos Estados Unidos.

Por outro lado, constata-se um importante crescimento da utilização médica da morfina, e alguma escassez de drogas disponíveis para fins medicinais.

Paralelamente, surgem novos desafios para o controle do circuito das drogas, como a divulgação da concepção e a sua comercialização ilícita via internet.

Podem se descortinar ainda outras tendências, para além da prevalência do consumo de estimulantes sintéticos, predominantemente “recreativos”, no Ocidente, mas não no resto do mundo.

Nota-se a estagnação do consumo de heroína na Europa; a expansão e a diversificação de culturas ilícitas; a descentralização das organizações criminosas e o aumento do número de pequenas redes de tráfico, com a conseqüente fragmentação dos mercados; o uso múltiplo de drogas – com progressiva preferência, também na Europa, por formas de consumo não injetáveis – e, finalmente, a associação do tráfico de drogas a outros produtos, ao crime organizado em geral e às próprias estruturas de certos Estados.

 

violencia urbana drogas - priscila e maxwell palheta

 

No que se refere à União européia, verifica-se uma estabilização do consumo de cannabis, embora esta permaneça a droga mais consumida, oscilando os índices de consumo entre os 20% e 30% da população, e chegando a atingir, em certos países, quase 40% dos chamados “jovens adultos”, como se diz na Europa, ou seja, dos 18 aos 25 anos.

Em segundo lugar surgem as anfetaminas, cujo consumo aumentou e se situou em 9% entre os adultos e 16% entre os jovens, enquanto o consumo de ecstasy aumentou 3% entre a população adulta.

Pouco expressivo é o consumo de cocaína, embora tenha subido ligeiramente nos últimos tempos, e de um modo geral o crack. Apesar das tendências divergentes em certos países, registra-se uma estagnação do consumo de heroína, não excedendo os 3% de opiómanos da população da União Européia.

Em 1998, baixaram precisamente as apreensões de heroína e maconha, tendo aumentado as de haxixe, anfetaminas e cocaína.

Por outro lado, o número de overdoses estabilizou ou diminuiu na Europa. Também as taxas de portadores do vírus HIV, da Aids, baixaram, enquanto as taxas de Hepatite C continuam elevadas.

Podemos falar em uma estabilização dos índices globais de consumo na Europa Ocidental; já na Europa Central, no Leste e no resto do mundo se verifica uma tendência para o aumento generalizado dos consumos.

Continua…



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