17 de fev de 2012

A Real História do Egito

 

3_piramides_egito - priscila e maxwell palheta

 

Para compreendermos a real história do antigo Egito, precisamos relembrar alguns aspectos sócio-culturais, econômicos e principalmente religiosos desta civilização. Vamos entender como o povo de Deus, que se encontrava cativo no Egito, alcançou tremenda vitória sobre o inimigo, o temido faraó. Mas apesar do evento ter se tornado um dos mais extraordinários exemplos para a humanidade, ainda existem aqueles que cultuam o “deus” que fracassou perante a submersão do seu perverso exército no mar Vermelho. A libertação e superação da escravidão daquele povo continua sendo, até hoje, uma das maiores provas dos milagres de Deus, para aqueles que servem Seu santo nome (Joel 2:21).

O povo santo, a nação eleita de Deus precisa conhecer o poder que Deus tem e revela por amor de um povo. Deus move qualquer coisa por uma terra que O busca e tem total dependência nEle (Marcos 11:23,24, João 15:7). As situações mais extraordinárias podemos experimentar quando amamos ao Senhor e vivemos mediante sua Palavra. O povo que obedece e persevera até o termino de suas forças, até o ultimo segundo de uma grande batalha, triunfará com glória. Toda humilhação se converterá em exaltação, toda tristeza em alegria, toda fraqueza em força, toda dor em experiência com Cristo e crescimento espiritual (Tiago 1:2-4, II Crônicas 7:14).

O que os hebreus vivenciaram no deserto debaixo do jugo de faraó jamais irá se comparar diante das grandiosas manifestações que sentiram e vivenciaram do poder de Deus. Quarenta anos num deserto foi o tempo que o Senhor permitiu para que todos pudessem pelo menos perceber o tamanho de sua glória. Isso proporcionou um marco na história que dividiu a humanidade em: povo derrotado x povo vitorioso do Altíssimo.

O fracasso de faraó e seu exército jamais foi “engolido”, está preso na garganta do nosso maior inimigo até hoje. Isso só vem a comprovar o que a Bíblia diz em relação àqueles que perseguem Seus protegidos, os amados do Pai (Isaías 24:18). As profecias são as mesmas até hoje, e vem se cumprindo ao longo dos anos. Toda promessa de Sua Palavra sempre será cumprida na hora exata (Eclesiastes 3:1).

Satanás entende e corre contra o tempo (Apocalipse 12:12) para disseminar esta semente de maldição da adoração aos deuses pagãos, principalmente ao Olho que tudo vê (Hórus). O Diabo sabe que sua hora de ser jogado no lago de fogo e enxofre para todo o sempre está próximo, e por isso o ocultismo tem se difundido rapidamente. Ele tem servos ardilosos que trabalham para ele todos os dias sem descanso. 

Isso sim é uma verdadeira escravidão, pois nunca serão superiores, muito menos vencedores (Lucas 14:11). Pelo contrário, quando não cumprem com os sacrifícios obrigatórios são amaldiçoados e sofrem as cruéis conseqüências de seus atos. Sabem que não são merecedores do mínimo de piedade.

Jamais se esqueça, aquele que está assentado naquele Trono celestial é o único que tem o atributo da onisciência. Só Ele tem o poder para saber cada pensamento de todo ser humano neste exato instante, para responder toda oração, (I Coríntios 2:10,11, Hebreus 4:13, Salmos 139:1-4) e chama as infindáveis estrelas no céu, cada uma por seu nome (Salmos 147:4). Só Ele sabe passado, presente e futuro, pois é atemporal. É o único digno de toda honra, louvor e exaltação.

EGITO E ORGANIZAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA

O Egito (em egípcio: Kemet; nome oficial: República Árabe do Egito) é um país do norte da África que inclui também a península do Sinai, na Ásia, o que o torna um estado transcontinental.

Com uma área de cerca de 1. 001. 450 km², o Egito limita a oeste com a Líbia, ao sul com o Sudão e a leste com a Faixa de Gaza e Israel. O litoral norte é banhado pelo mar Mediterrâneo e o litoral oriental pelo mar Vermelho. A península do Sinai é banhada pelos golfos de Suez e de Acaba. A sua capital é a cidade do Cairo.

Egito (Wikipédia)

A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, principalmente: escravos, camponeses, artesãos, pequenos comerciantes, militares, escribas (responsáveis pela escrita) e sacerdotes. No topo desta hierarquia se encontra o faraó, autoridade máxima considerada como um “deus na Terra”. Os escravos eram na maioria das vezes capturados de guerras e recebiam por seu árduo trabalho apenas água e comida.

A economia se sustentava pelos impostos pagos e também pelas tarefas não remuneradas da escravatura. A agricultura era o principal meio de subsistência. Era realizada nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques).  

A escrita egípcia também foi algo importante e marcante na história deste povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos. 

ARQUITETURA E OS MISTÉRIOS DE SUAS CIÊNCIAS

No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Grande parte delas era erguida com grandes blocos de pedra e utilizando a mão-de-obra escrava. As pirâmides e a esfinge de Gizé são as construções mais conhecidas do Egito Antigo. E em torno de suas regiões existem mais de 100 dessas obras. Algumas ruínas de pirâmides mesopotâmicas ainda estão preservadas no Iraque e Irã.

A civilização destacou-se muito nas áreas das ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na matemática, engenharia e astronomia usados na construção de suas obras arquitetônicas.

Simbolismo

As pirâmides representavam a dialética entre o céu e a terra. Sua base larga e firme plantada no solo, suas 4 faces triangulares eram relacionadas aos pontos cardeais. Seu formato era considerado facilitador do “trânsito da alma” do mundo material para o mundo espiritual além de simbolizar a “evolução humana”, do peso do corpo à leveza da alma.

piramides - priscila e maxwell palheta

As pirâmides tumbas eram consideradas como "veículos" que conduziriam a alma imortal à sua morada entre os deuses. Deveriam também ser lembranças permanentes de um reinado, uma dinastia.

Por outro lado, foram construídas respeitando uma topografia que resultasse no alinhamento de pontos da edificação com estrelas e constelações muito bem determinadas. A ligação entre pirâmides e astronomia não é um fruto do acaso; antes, um inconteste enigma no que diz respeito à "cartografia do céu visto da Terra".

O pesquisador Robert Bauval foi o primeiro a divulgar que o alinhamento das pirâmides era correspondente ao alinhamento de três estrelas da constelação de Órion, sugerindo que elas eram um complexo arquitetônico relacionado com os estudos dos astros e, especificamente, com aquela constelação.

A questão da localização também é intrigante porque tudo indica que foi cuidadosamente escolhida em função das relações geográficas e cosmográficas implícitas na arquitetura. Ocorre que a precisão desse posicionamento somente seria possível se os construtores pudessem ter uma visão privilegiada do local, uma visão de quem está muito distante da Terra, no espaço.

Fizeram um espelho na Terra do que havia nos céus. E não há dúvidas de que as cerimônias e rituais tinham o objetivo de contatarem demônios para auxílio. Até hoje os encantamentos e feitiços são referenciais para práticas ocultistas e idolatria. Para afrontar a Deus, o povo egípcio planejou este feito por que a exortação era:

"Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra."

Êxodo 20:4

Curiosidades:

* Cada pirâmide tem 150m de altura, 31.200.000 toneladas de peso, 2 milhões e 600 mil blocos gigantescos;

* O solo rochoso sobre o qual se levanta a construção foi cuidadosa e exatamente nivelado;

* A altura da grande pirâmide Quéops, multiplicada por um bilhão, corresponde, aproximadamente à distância Terra-Sol, isto é,  a 149.450.000 Km;

* Um meridiano que passe pelo centro da pirâmide divide continentes e oceanos em duas metades exatamente iguais;

* A sua circunferência dividida pelo dobro de sua altura, resulta no famoso número de Ludof, Pi=3,1416;

* As medidas da pirâmide fornece cálculos sobre o peso da Terra.

MITOS DERRUBADOS

Apesar de todo um clima de mistério e enigmas em torno da história da cultura egípcia e principalmente suas obras faraônicas, muitos mitos hoje em dia foram derrubados. Inegavelmente este povo alcançou um grande avanço. Revelaram grande capacidade de técnicas e organização necessária em monumentos. Mas nada parece indicar que sua tecnologia representava genialidade. As informações ainda são escassas, mas suficientes para entendermos que nada extraordinário aconteceu nesta civilização.

O que sabemos hoje é que tudo se ergueu à custa de valores exorbitantes e de um endividamento externo com relação às importações dos melhores materiais. Por conta disso, uma falência foi experimentada entre a terceira e sétima dinastia de faraós.

Atualmente é sabido que a civilização já conhecia e utilizava o ferro e não somente o cobre - como tanto especulam - para montar as gigantescas pedras uma a uma. Isso se que correlaciona com este metal ter sido descoberto e utilizado na África. A argamassa (pedra calcária) também foi outro elemento utilizado para corrigir imperfeições de encaixes e formato piramidal que buscavam.

Uma construção levava muitos anos para terminar. Nenhuma quantia foi poupada, muito menos o trabalho escravo humano e o animal. Toda uma nação foi destinada para a execução de fortes sistemas de engrenagens e polias que erguiam blocos pesados de granito. As pedras rolavam através de toras embebidas em óleo. Escavações em torno do complexo descobriram restos de uma rampa de tijolos.

O solo era previa e cuidadosamente estudado para alicerçar uma pirâmide. Os projetistas orientavam a busca de um solo rochoso, o qual era calçado e aplainado. Escolhiam sempre próximo a um plato, com enorme quantidade de pedras para serem utilizadas sem que fossem trazidas de longe. Assim, eles podiam criar rampas de areia em zigue-zague para levar cada bloco ao destino. A pedreira de onde se retiravam as pedras inclusive permanece até hoje.

Outro fato extremamente relevante que pode ser somado a essas evidências descobertas, é o da pirâmide de Meidum. Cálculos inexatos fizeram por sua tortuosa edificação desmoronar. Em um dos vales do Egito pode se acompanhar a “evolução” destas obras que começaram com muitos erros até chegar ao auge do aperfeiçoamento. Essas construções, apesar de suas imperfeições, conseguiram ser a base para a consolidação de novos critérios de pirâmides surgirem ao longo do tempo. Existem alguns estudos que demonstram os estágios intermediários destas pirâmides.

passo intermediario Saqqara - priscila e maxwell palheta

Pirâmide Saqqarapasso intermediario meidum pyramid - priscila e maxwell palheta passo intermediario meidum pyramid - priscila e maxwell palheta

Pirâmide Meidum

 

EVIDÊNCIAS BÍBLICAS

Em vista de tudo o que os arqueólogos, paleontólogos e outros estudiosos no assunto descobriram e ainda estão em busca, confirmamos diversos fatos que estão relatados na Bíblia. Mais uma vez a Palavra é a prova irrefutável para qualquer descoberta científica. A civilização egípcia existiu, povo hebreu também e ambos tiveram suas histórias detalhadamente contadas na Palavra de Deus.

A arqueologia tem sido a maior amiga dos historiadores e estudiosos bíblicos na procura de locais e objetos que possam evidenciar o trajeto dos hebreus. Já são muitas as evidências encontradas no Egito e na Arábia Saudita.

No último século arqueólogos redescobriram evidências sobre a escravidão dos hebreus, as pragas e a fuga do Egito.

 

farao carruagem mar - priscila e maxwell palheta Notícias das evidências arqueológicas

farao carruagem - priscila e maxwell palheta

Carruagem de faraó exposta no museu

roda carruagem farao egito mar - priscila e maxwell palheta

Roda da carruagem encontrada no fundo do mar Vermelho

roda outro carruagem farao - priscila e maxwell palheta  Outra roda coberta de ouro

 

ASPECTOS RELIGIOSOS DOS EGÍPCIOS

A religião egípcia era repleta de mitos e crenças. Acreditavam na existência de vários deuses (politeísmo - e muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. Estas divindades possuíam algumas características (poderes) acima da capacidade humana. Poderiam, por exemplo, estar presente em vários locais ao mesmo tempo, assumir várias formas (até mesmo de animais) e interferir diretamente nos fenômenos da natureza. As oferendas e festas em homenagem a eles eram realizadas com freqüência. Tinham como objetivo agradar aos seres superiores, para que “ajudassem” nas guerras, colheitas e momentos da vida.  Cada cidade possuía um “deus protetor” e templos religiosos em sua homenagem.

**Politeísmo;
**Culto ao deus Sol (Amom – Rá);
**Politeísmo antropomórfico / Politeísmo antropozoomórfico;
**Crença na vida após a morte (Tribunal de Osíris), daí a necessidade de preservar o cadáver.

Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides tumbas, com o objetivo de preservar o corpo. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano e aprimoramento de conhecimentos médico-anatômicos.

A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma “vida na escuridão” aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para uma “outra vida” boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam: chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque), águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado à ressurreição).

Conheça abaixo uma relação das principais divindades e suas características.

Nome de alguns deuses (as) e o que representavam:

Rá: sol;

Hórus: céu;

Toth: sabedoria, conhecimento, representante da lua;

Anúbis: os mortos e o submundo (deus da morte - era representado com cabeça de chacal num corpo de ser humano);

Bastet:  fertilidade, protetora das mulheres grávidas;

Hathor: amor, alegria, danças, vinho, festas;

Khnum: criatividade, controlador das águas do rio Nilo;

Maat: justiça e equilíbrio;

Ptah: obras feitas em pedra, protetor da capital do Egito.

Seth: tempestade, mal, desordem e violência;

Sobek: paciência, astúcia;

Osíris: vida após a morte, vegetação;

Ísis: amor, magia;

Tefnut: nuvem e umidade;

Chu: ar seco, luz do sol;

Geb: terra;

Neftis: irmã de Ísis e representa o mal;

Selket: deusa da morte, providenciava alimento para os mortos.

HÓRUS

Na mitologia do Egito Antigo, Hórus era o deus do céu. Era representado com o corpo de um homem na cabeça de um falcão (animal sagrado entre os egípcios). Hórus era filho de Isis (deusa do amor) e Osíris (deus da vegetação e da vida no além). Para os ocultistas Hórus representa a segunda pessoa da tríade egípcia, as outras seriam seu pai e sua mãe.

De acordo com a mitologia, Hórus matou Seth (deus da traição, da violência e da inveja) para conquistar o domínio sobre o Egito. Porém, na luta, Hórus perdeu um olho, substituindo-o por um amuleto de serpente. Um olho representava a Lua e outro que representava o Sol.

horus egito - priscila e maxwell palheta

HÓRUS NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

Para comprovarmos como a idolatria encontra-se impregnada em nossa cultura e principalmente sendo amplamente difundida pela mídia do entretenimento, vejamos algumas imagens do culto ao deus Hórus (Olho que tudo vê / Olho de Lúcifer):

monumento cidade horus piramide - priscila e maxwell palheta Pirâmide com olho de Hórus no monumento da cidadesus sistema de saude horus - priscila e maxwell palheta No nosso SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)

nota dollar - priscila e maxwell palheta

Na nota de 1 DÓLAR

defense advanced research projects - priscila e maxwell palheta  Defense Advanced Research Projects Agency: Agência de Projetos, Pesquisa Avançada e Defesa

banco alfa olho horus piramide - priscila e maxwell palheta Nos sistemas bancários

simpsons horus - priscila e maxwell palheta Nos desenhos dos Simpsons

lady gaga horus - priscila e maxwell palheta Lady Gaga

Vamos abrir um parênteses para Aleister Crowley que é considerado o maior satânico de todos os tempos, foi sacerdote das famílias Illuminati do século passado e guru de várias celebridades. Quando se busca a base de sua história, verifica-se que realmente só começou quando, nas pirâmides do Egito, invocou o demônio OZ, ou Hórus, que se apresentou a ele e lhe orientou em suas atividades. Escreveu a demoníaca obra “Livro da lei” com a máxima de Thelema:

"Faze o que tu queres será o todo da Lei”.

Aleister Crowley - Priscila e Maxwell

O sistema thelemico inclui uma série de referências de magia, ocultismo, misticismo e religião, tanto ocidentais quanto orientais, tais como a Cabala e a Yoga. Segundo Crowley, Thelema representaria um novo sistema ético e filosófico para a humanidade, caracterizando um Novo Eon (Nova Era).

BÍBLIA x ADORAÇÃO A DEUSES PAGÃOS

A Bíblia é bem clara em diversas passagens quanto ao politeísmo. Deus abomina qualquer culto a deuses pagãos, pois tem amor a humanidade e não tem prazer em adorarmos aos que são na verdade demônios (II Coríntios 11:14). Eles só têm uma intenção: destruir nossas vidas (João 10:10).

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro.” 

Mateus 6:24

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.”

Timóteo 2:5

“Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata ou deuses de ouro não fareis para vós.”

Êxodo 20:23

E vejamos ao que a Bíblia revela com relação a tais práticas espíritas:

Sobre os mortos:

”Tal como a nuvem se desfaz e some, aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir. Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar o conhecerá mais.”

Jó 7:9,10

”Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”

Eclesiastes 9:5,6

“... e o pó volte para a terra como o era, e o espírito volte a Deus que o deu.”

Eclesiastes 12:7

Não existe contato com os mortos

“Quanto àquele que se voltar para os que consultam os mortos e para os feiticeiros, prostituindo-se após eles, porei o meu rosto contra aquele homem, e o extirparei do meio do seu povo.”

Levítico 20:6

“Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;”

Deuteronômio 18:10,11

”Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos? A Lei e ao Testemunho! se eles não falarem segundo esta palavra, nunca lhes raiará a alva.”

Isaías 8:19,20

“Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada.”

I Timóteo 4:1-2

Destino dos que morrem

“... o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno; o inimigo que o semeou é o Diabo; a ceifa é o fim do mundo, e os celeiros são os anjos. Pois assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será no fim do mundo. Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles ajuntarão do seu reino todos os que servem de tropeço, e os que praticam a iniquidade, e lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça.”

Mateus 13:38,43

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.”

Hebreus 9:27,28

Não podemos nos deixar guiar por espíritos

“Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo.”

I João 4:1-3

Sobre feitiçaria e adoração a outros deuses

“E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos.”

Malaquias 3:5

“Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como o Senhor teu Deus.”

Deuteronômio 18:9-13

“Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.”

Apocalipse 21:8

“Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata ou deuses de ouro não fareis para vós.”

Êxodo 20 23

“Cansaste-te na multidão dos teus conselhos; levantem-se pois agora os agoureiros dos céus, os que contemplavam os astros, os prognosticadores das luas novas, e salvem-te do que há de vir sobre ti.”

Isaías 47:13,14

A LIBERTAÇÃO DO POVO DE DEUS

moises mar vermelho - priscila e maxwell palheta

“E aconteceu que, passados os quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia, todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito.” Êxodo 12:41

“Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos, e vede o livramento do Senhor, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais os tornareis a ver. O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.” Êxodo 14:13,14

“Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito.” Mateus 28:7

Para entendermos melhor as passagens, vamos fazer uma síntese da história de Israel, de seu surgimento, escravidão sob o jugo do Egito até a libertação do povo israelita através de Moisés.

A história deste povo começa com Abraão, aproximadamente em 2.100 a.C. Ele morava na Mesopotâmia quando o Senhor o chamou e ordenou-lhe que andasse sobre a terra (Gênesis 12:1-9, 13:14-18). Andou pela terra de Canaã que seria futuramente a terra escolhida por Deus para seu povo habitar.

Abraão foi honrado por Deus, como o Pai de um povo inumerável (Gênesis 15:4-6). Nasceu Isaque (Gênesis 21:1-7), deste veio Jacó (Gênesis 25:19-26, 25:29-34, 27:27-30) e gerou a José (Gênesis 30:22-24), que mais tarde seria vendido como escravo ao faraó (Gênesis 37).

“E o Senhor estava com José, e foi homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio.”

Gênesis 39:2

Foi promovido por faraó a governador do Egito (Gênesis 41:37-46). Trouxe os seus familiares de Canaã, nação que sofria de uma grande fome (Gênesis 46:1-7). Receberam terras, para que as cultivassem (Gênesis 47:5-12). Assim os israelitas começaram a prosperar. Ali foram abençoados por Deus de uma forma extraordinária: prosperaram e se tornaram tão ricos e tão numerosos que assustaram o reino egípcio.

Isso despertou a ira e inveja em faraó que os subjugou militarmente e os submeteu à escravidão (Êxodo 1:7-14). Faraó decidiu então que deveria também acabar com a expansão da nação israelita começando pelo decreto que determinava o assassinato de todos os filhos varões que nascessem das famílias dos israelitas (Êxodo 1:15,16,22).

Um desses bebês, Moisés, foi escondido por seus pais por 3 meses dos soldados egípcios. Até que sua mãe o soltou no rio Nilo dentro de uma cesta (Êxodo 2:1-10). Foi resgatado pela filha de faraó que deu a ele o nome de Moisés (Êxodo 2:5-9).

Moisés cresceu e estudou dentro do reino egípcio, muito bem tratado apesar de ser um hebreu. Sua mãe tornou-se sua ama (Êxodo 2:9). Um dia ele foi visitar seus “irmãos” hebreus. Foi quando assistiu um deles ser ferido por um egípcio e a fúria tomou seu coração. Moisés o matou e escondeu seu corpo na areia, o que não adiantou, pois isso chegou aos ouvidos de faraó. Este deu ordem de busca e morte ao mesmo.

Moisés fugiu e na terra de Mídia conheceu sua esposa Zípora com quem teve um filho que chamou de Gerson (Êxodo 2:15, Êxodo 2:21,22, Êxodo 2:22).

Passaram-se os anos e o faraó que o perseguia morreu, mas os israelitas continuavam sob o jugo egípcio. O povo ainda clamava a Deus por causa do sofrimento (Êxodo 2:24) e foi quando Ele ouviu e apareceu para Moisés no monte Horebe em uma sarça ardente (Êxodo 3).

"... Eis que os clamores dos israelitas chegaram até mim, e vi a opressão que lhes fazem os egípcios. Vai, te envio ao faraó para tirar do Egito os israelitas, meu povo” Êxodo 3:9-10.

Em companhia de Arão, seu irmão, voltou para o Egito e contatou o faraó. Este permanecia inabalável na decisão de manter os hebreus escravos (Êxodo 5:1-5). Por este motivo, Deus, chamou Moisés com a finalidade de libertar o seu povo. Após ser atingido por dez pragas enviadas diretamente por Deus (Êxodo 7-12), faraó permitiu que o povo finalmente fosse liberto. Comeram a páscoa e partiram em direção ao deserto (Êxodo 12.37-51). De acordo com a tradição hebraica, Eram aproximadamente 3 milhões de pessoas. Começava a caminhada em direção a Canaã. A Bíblia fala em 600 mil (homens, sem contar as mulheres e crianças, eram aproximadamente três milhões de pessoas) andando pelo deserto durante 40 anos, em direção à terra prometida (Êxodo 12:37).

As terríveis pragas tiveram por finalidade levar faraó a confessar Deus como único ser supremo, abandonar a idolatria e castigar pelo sofrimento que fizeram passar o povo hebreu que ficou tanto tempo escravizado de forma cruel. Vejamos cada uma delas a seguir.

“Ninguém se engane! Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” Gálatas 6:7.

farao - priscila e maxwell palheta

As 10 pragas

1 - Águas em Sangue:

Os egípcios reverenciavam o rio Nilo como o primeiro dos seus deuses e na época, eles obrigavam os hebreus a carregarem água para eles. Durante o fenômeno das águas estarem transformadas em sangue, os hebreus tinham água boa para beber. Diferentemente dos egípcios assaltavam os odres e as taças de água das mãos dos hebreus, e estas, na mesma hora tornavam-se sangue! Isso se deu por sete dias (Êxodo 7:14 em diante).

2- A praga das rãs:

Na praga das rãs foi o próprio rio sagrado um ativo instrumento de castigo, juntamente com outros dos seus deuses. A rã era um animal consagrado ao sol, sendo considerada um emblema de divina inspiração. Os egípcios obrigavam os hebreus a pescarem para eles. A praga também desapareceu repentinamente (Êxodo 8:1 em diante).

3- O pó de terra tornou-se piolhos:

De um modo especial os sacerdotes rapavam o pelo de todo o corpo de três em três dias, a fim de que nenhum dos parasitas pudessem achar-se neles, enquanto serviam os seus deuses. Esta praga abalou os próprios magos, pois que, em conseqüência da pequenez desses insetos, eles não podiam produzi-los pela ligeireza de mãos, sendo obrigados a confessar que estava ali o "dedo de Deus" (Êxodo 8:19).

4- A praga das moscas:

Nesta ocasião Deus separou o povo que tinha escolhido para que não sofresse com esta praga (Êxodo 8:20-23). Este milagre seria, em parte, contra os sagrados escaravelhos, adorados no Egito. Agora os egípcios obrigavam os hebreus trabalharem expostos em lugares em condição sub-humana, sem nenhuma limpeza.

5- Peste no gado:

A quinta praga se declarou no dia seguinte, em conformidade com a determinação divina (Êxodo 9:1). O gado do povo idólatra foi inteiramente destruído, escapando à mortandade o dos israelitas. Este milagre foi diretamente operado pela mão de Deus, sem a intervenção de Arão, embora Moisés fosse mandado a faraó com o usual aviso. Os egípcios enviavam os hebreus com as ovelhas para lugares desertos a fim de separá-los de suas famílias. Para os egípcios, ser pastor de rebanhos era desonra.

6- Sarna, Úlceras e tumores:

A sexta praga mostra que a ira de Deus aumentava. E aparecia agora também Moisés como executor das ordens divinas; com efeito, tendo ele arremessado no ar, na presença de Faraó, uma mão cheia de cinzas, caiu uma praga de úlceras sobre o povo. Foi um ato significativo. A dispersão de cinzas devia recordar aos egípcios ao que eles costumavam fazer no sacrifício de vítimas humanas, concorrendo o ar, que era também uma divindade egípcia, para disseminar a doença. Os egípcios obrigaram os hebreus a construírem casa de banhos que serviam apenas para os corpos dos egípcios se deleitarem (Êxodo 9:8).

7- Saraiva e fogo:

Esta praga destruía as plantações, homens e animais que estavam nos campos. Lembramos-nos de que os egípcios obrigavam os hebreus a trabalharem em seus campos (Êxodo 9:22). Houve, com certeza algum intervalo entre esta e a 6ª praga, porque os egípcios tiveram tempo de ir buscar mais gado à terra de Gósen, onde estavam os israelitas. É também evidente que os egípcios tinham por esta ocasião algum temor de Deus de Israel, e a tempo precaveram-se contra a terrível praga dos trovões e da saraiva. (Êxodo 9:20).

8- Os gafanhotos:

Os gafanhotos destruíram todas as plantas, pois os hebreus plantavam para os egípcios, mas estes não permitiam que eles comessem os frutos. Foi um castigo mais terrível que os outros, porque a alimentação do povo constava quase inteiramente de vegetais. Nesta ocasião os conselheiros de faraó pediram com instância ao rei que se conformasse com o desejo dos mensageiros de Deus, fazendo-lhes ver que o país já tinha sofrido demasiadamente (Êxodo 10:7). Faraó cedeu até certo ponto, permitindo que somente saíssem do Egito os homens; mas mesmo isto foi feito com tão má vontade que mandou sair da sua presença a Moisés e Arão (Êxodo 10:7-11). Foi então que uma vez mais estendeu Moisés o seu braço à ordem de Deus, cobrindo-se a terra de gafanhotos, destruidores de toda a vegetação que tinha escapado da praga da saraiva. Outra vez prometeu o monarca que deixaria sair os israelitas, mas sendo a praga removida, não cumpriu a sua palavra.

9- Três dias de escuridão:

Durante três dias os egípcios não podiam sequer sair de seus lugares tão grande era a trevas. Isto porque para castigar alguns hebreus os colocavam em calabouços escuros. A praga das trevas mostraria também a falta de poder do deus do sol, ao qual os egípcios prestavam culto. Isso ocorreu por três dias (Êxodo 10:21). Mas, os israelitas tinham luz nas suas habitações. Faraó já consentia que todo o povo deixasse o Egito, devendo, contudo, ficar o gado. Moisés, porém rejeitou tal proposta. Sendo dessa forma a cegueira do rei, anunciou a última e a mais terrível praga que seria a destruição dos primogênitos do Egito (Êxodo 10:24-11:8). Afastou-se Moisés irritado da presença de faraó cujo coração estava ainda endurecido (Êxodo 11:9,10).

10- A morte dos primogênitos:

Foi esta a última e decisiva praga (Êxodo 11:1). Foi claramente infligida pela direta ação de Deus, não só porque não teve relação alguma com qualquer fenômeno natural, mas também porque ocorreu sem a intervenção de qualquer agência conhecida. Mesmo as famílias, onde não havia crianças, foram afligidas com a morte dos primogênitos dos animais. Os israelitas foram protegidos, ficando livres da ação do anjo exterminador, pela obediência às especiais disposições divinas. A mão de Deus pesou sobre os primogênitos devido à sanguinária decisão de faraó na época do nascimento de Moisés, em que os recém-nascidos dos hebreus eram lançados no rio Nilo. Após esta décima praga, faraó se rendeu e permitiu a retirada do povo hebreu do Egito.

Saída do Egito e milagres divinos

Depois que os israelitas saíram do Egito, chegaram notícias a faraó de que o povo avançava em direção ao mar Vermelho o que despertou sua ira.

Os egípcios também começaram a reclamar e dizer que tinham sido tolos em atribuir a morte dos filhos mais velhos ao poder do Deus dos israelitas. Os sábios e mágicos foram buscar as causas naturais para explicar os grandes castigos que tinham sobrevindo ao Egito, e chegaram à conclusão de que tudo não passara de coincidência. Com isso, não poderiam ficar sem seus escravos.

Reuniu todo o seu exército, que era muito bem equipado, e mandou preparar todos os carros de guerra. Faraó comandou o ataque com as melhores táticas de guerra reunindo um grupo poderoso. Os sacerdotes neste momento invocavam por ajuda aos mesmos deuses que fracassaram diante do sofrimento deles em vista das pragas.

A intenção de Faraó era intimidar os israelitas e fazê-los voltar quando vissem a potência do seu exército. Orgulhosos como eram, o rei e os egípcios temiam que a história da "fuga" dos escravos se espalhasse por outros países e eles ficassem desmoralizados. Como explicariam que haviam abaixado a cabeça para o Deus dos seus escravos? Faraó saiu então em busca deles.

Neste momento Deus mandava: Marchem! Não parem! Não tenham medo. Fiquem firmes e vocês verão que o Senhor vai salvá-los hoje (Êxodo 14:13)

Colunas de nuvem conduziam os israelitas. De repente, no deserto, alguém avista os carros de guerra do exército egípcio que se aproximava rapidamente.

Eles tiveram medo porque não possuíam armas e experiência em guerrear. Moisés, porém, tinha sua confiança depositava somente em Deus.

Enquanto o exército se aproximava, a coluna de nuvem que estava à frente dos israelitas se deslocou para cima e ficou atrás do povo, exatamente entre os israelitas e os egípcios. A densidade da nuvem não permitia ninguém vê-los e isso impediu que faraó prosseguisse. Como já estava anoitecendo, os egípcios imaginaram que aquela era a neblina do mar. Por isso, resolveram continuar no dia seguinte. Não imaginavam que o lado dos israelitas estava claro e iluminado como o dia.

Os israelitas levantaram acampamento e avançaram quando Moisés os ordenou. Orientado por Deus, Moisés tocou a água do mar com sua vara. E então Deus fez soprar um vento tão forte que as águas se dividiram, formando dois enormes muros. No meio, o caminho estava seco e seguro. O povo começou a atravessar o mar, tendo a coluna de fogo a iluminar seu caminho.

Os egípcios passaram a noite comemorando a vitória que esperavam obter no dia seguinte. Mas, perto do amanhecer, quando chegaram ao mar, tiveram uma grande surpresa. As águas do mar estavam divididas. Havia uma trilha seca, e o povo se encontrava na metade do caminho. Tomados por sentimentos de ódio, os egípcios seguiram o povo de Deus.

Quando estavam no meio do caminho, a nuvem que os separara do povo de Israel se transformou em uma coluna de fogo. Então começou a trovejar e relampear. Os egípcios sabiam o que aquilo significava. O Deus dos escravos queria mostrar de que lado estava. Certamente fracassariam ao tentar enfrentá-Lo. Eles ficaram com medo e resolveram voltar, mas foi tarde. As rodas dos carros começaram a atolar na areia e, por mais que se esforçassem, não conseguiam andar rápido.

mar vermelho fechado - priscila e maxwell palheta

À ordem de Deus, Moisés estendeu a vara, e outro milagre aconteceu. As águas se uniram violentamente, engolindo e sepultando os egípcios. O poderoso exército foi totalmente liquidado (Êxodo 14:28).

Perceba que Deus havia conduzido os israelitas até aquele caminho difícil, aparentemente sem saída, para provar sua fé. Momentos antes, eles haviam reclamado, mas manifestaram fé quando obedeceram à ordem de Moisés para avançar em direção ao mar.

rotas israelitas - priscila e maxwell palheta

 

O Cântico de Vitória

Depois do completo livramento dos israelitas no mar Vermelho, cantaram em louvor a Deus com profunda alegria. Veja:

“Cantarei ao Senhor, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei. O Senhor é homem de guerra; o Senhor é o seu nome. Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus escolhidos príncipes afogaram-se no Mar Vermelho. Os abismos os cobriram; desceram às profundezas como pedra.

A tua destra, ó SENHOR, se tem glorificado em poder, a tua destra, ó Senhor, tem despedaçado o inimigo; E com a grandeza da tua excelência derrubaste aos que se levantaram contra ti; enviaste o teu furor, que os consumiu como o restolho. E com o sopro de tuas narinas amontoaram-se as águas, as correntes pararam como montão; os abismos coalharam-se no coração do mar.

O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos; fartar-se-á a minha alma deles, arrancarei a minha espada, a minha mão os destruirá. Sopraste com o teu vento, o mar os cobriu; afundaram-se como chumbo em veementes águas. O Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas?

Estendeste a tua mão direita; a terra os tragou. Tu, com a tua beneficência, guiaste a este povo, que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade. Os povos o ouviram, eles estremeceram, uma dor apoderou-se dos habitantes da Filistia. Então os príncipes de Edom se pasmaram; dos poderosos dos moabitas apoderou-se um tremor; derreteram-se todos os habitantes de Canaã. Espanto e pavor caiu sobre eles; pela grandeza do teu braço emudeceram como pedra; até que o teu povo houvesse passado, ó Senhor, até que passasse este povo que adquiriste.

Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da tua herança, no lugar que tu, ó Senhor, aparelhaste para a tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram. O Senhor reinará eterna e perpetuamente;”

Êxodo 15.1-18

Deus te abençoe!



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