19 de fev de 2012

Autoridade Espiritual

 

AUTORIDADE ESPIRITUAL

Este texto é composto de trechos extraídos do livro de Watchman Nee denominado “Autoridade Espiritual” que já teve mais de 200 mil exemplares vendidos no mundo. Vem sendo reeditado desde 1979 e em 2009 publicaram sua quarta edição.

“O conteúdo desta obra compreende uma série de mensagens transmitidas em chinês durante o período de treinamento de obreiros realizado em Kuling Foochow, na China, em 1948, as quais agora foram traduzidas das anotações publicadas por alguns dos participantes do evento.”

Desejo que por meio dele Deus possa falar poderosamente ao seu coração, assim como falou comigo e muito me edificou. Deus te abençoe!

Autoridade Espiritual

“Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus.

Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.

Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela.

Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal.

Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência.

Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto mesmo.

Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.”

Romanos 13:1-7

“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,

A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.

O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;”

Hebreus 13:1-7

O trono de Deus estabelecido sobre autoridade

Deus age a partir do seu trono, e o seu trono está estabelecido sobre sua autoridade. Todas as coisas são criadas pela autoridade de Deus e todas as leis físicas do universo são mantidas através de sua autoridade. Por isso a Bíblia diz que Deus está “sustentando todas as cousas pela palavra do seu poder”, o que significa que todas as coisas são mantidas pela palavra do poder de sua autoridade. Pois a autoridade divina representa o próprio Deus enquanto o seu poder se expressa apenas pelos seus atos. O pecado contra o poder é mais facilmente perdoado do que o pecado contra a autoridade, porque este é um pecado contra o próprio Deus. Só Deus é autoridade em todas as coisas; toda autoridade da terra foi instituída por Deus. A autoridade é uma coisa tremenda no universo – nada a sobrepuja. Portanto é imperativo que nós que desejamos servir a Deus conheçamos a autoridade dele.

 

Deus - priscila e maxwell palheta

 

A origem de Satanás

O querubim transformou-se em Satanás quando tentou usurpar a autoridade de Deus, competir com Deus, e assim se tornou um adversário de Deus. Foi a rebeldia que provocou a queda de Satanás.

Tanto Isaías 14:12-15 como Ezequiel 28:13-17 falam da ascensão e queda de Satanás. A primeira passagem, entretanto, enfatiza como ele violou a autoridade divina enquanto a segunda enfatiza sua transgressão contra a santidade de Deus. Ofender a autoridade de Deus é uma rebeldia bem mais séria do que ofender a santidade de Deus. Considerando que é uma questão de conduta, o pecado é mais facilmente perdoado do que a rebeldia, pois esta última é uma questão de princípio. A intenção de Satanás de estabelecer o seu trono acima do trono de Deus foi o que violou a autoridade de Deus; foi o princípio da auto exaltação. O ato do pecado não foi o que provocou a queda de Satanás; esse ato não passou do produto de sua rebeldia contra a autoridade. Foi a rebeldia que Deus condenou.

Quando servimos a Deus não devemos desobedecer às autoridades, pois isso é um princípio satânico. Como podemos pregar a Cristo de acordo com o princípio de Satanás? Pois é possível em nossa obra permanecemos com Cristo em doutrina e, ao mesmo tempo, permanecermos com Satanás em princípio. Que coisa iníqua presumirmos que estamos executando a obra do Senhor. Observe que Satanás não tem medo quando pregamos a palavra de Cristo, mas como tem medo quando nos submetemos à autoridade dele! Sempre que o princípio de Cristo está operando o de Satanás desvanece. Pregamos o evangelho a fim de colocarmos os homens sob a autoridade de Deus na terra se nós mesmos ainda não a conhecemos? Como nos seria possível enfrentar Satanás?

Autoridade, a controvérsia do universo

A controvérsia do universo centraliza-se sobre quem deve ter autoridade, e nosso conflito com Satanás é o resultado direto de atribuirmos autoridade a Deus.

Antes de reconhecer a autoridade, apóstolo Paulo tentou acabar com a igreja; depois de se encontrar com o Senhor na estrada de Damasco entendeu que era difícil recalcitrar (o poder humano) contra os aguilhões (autoridade divina). Imediatamente caiu ao chão e reconheceu Jesus como Senhor. Depois disso, foi capaz de se submeter à orientação que lhe foi dada por Ananias na cidade de Damasco, pois Paulo tomara conhecimento da autoridade de Deus. No momento em que foi salvo, reconheceu a autoridade de Deus além da salvação de Deus.

 

visao Paulo - priscila e maxwell palheta

 

Como podia Paulo, que era inteligente e capacitado dar ouvido às palavras de Ananias – um humilde e desconhecido irmão que só foi mencionado uma vez na Bíblia – se não reconhecesse a autoridade de Deus? Se não tivesse tido um encontro com a autoridade na estrada jamais teria se sujeitado a este obscuro e humilde irmão na cidade.

Não obedeça ao homem, mas a autoridade que está nesse homem. Deus tem o propósito de manifestar sua autoridade ao mundo através da igreja. A autoridade de Deus pode ser percebida na coordenação dos diversos membros do corpo de Cristo. Antes que um homem se sujeite à autoridade delegada por Deus, é preciso que reconheça a autoridade inerente à Deus.

Obediência à vontade de Deus – a maior das exigências da Bíblia

A maior das exigências que Deus faz ao homem não é a de carregar a cruz, servir, fazer ofertas, ou negar-se a si mesmo. A maior das exigências é que obedeça. Deus ordenou.

“Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor do que a gordura de carneiros.”

I Samuel 15:22

Só a obediência honra a Deus de maneira absoluta pois só ela coloca a vontade de Deus no centro. Para que a autoridade se expresse é preciso que haja submissão. Se é preciso que haja submissão, o ego precisa ficar excluído; mas de acordo com o ego, a submissão torna-se impossível. Isto só se torna possível quando alguém vive no Espírito. É a mais alta expressão da vontade de Deus.

A oração de nosso Senhor no Getsêmani

Há quem pense que a oração do nosso Senhor no Getsêmani, quando o seu suor se transformou em gotas de sangue, foi devido à fraqueza de sua carne, ao temor que tinha que beber o cálice. De modo nenhum, pois a oração no Getsêmani fundamenta-se no princípio de I Samuel 15:22. É a oração suprema na qual nosso Senhor expressa sua obediência à autoridade de Deus. Nosso Senhor considera o obedecer à autoridade de Deus mais importante do que o sacrificar-se sobre a cruz. Ele ora sinceramente para conhecer a vontade de Deus. Ele não diz: “Eu quero ser crucificado, eu tenho de beber o cálice”. Simplesmente insiste em obedecer. Não realidade, diz: “Se houver possibilidade de não subir a cruz”, mas ainda aqui não é a sua vontade que se destaca. Imediatamente ele continua, dizendo: “mas seja feita a tua vontade”.

 

Jesus - priscila e maxwell palheta

 

A vontade de Deus é absoluta; o cálice (isto é, a crucificação) não é absoluto. Se Deus preferisse que o Senhor não fosse crucificado, então ele não teria de subir à cruz. Antes de conhecer a vontade de Deus, o cálice e a vontade de Deus eram duas coisas separadas; contudo, depois que tomou conhecimento que era de Deus, o cálice e a vontade de Deus se mesclaram numa só coisa. A vontade representa autoridade. Portanto, para conhecer a vontade de Deus e obedecê-la é preciso sujeitar-se à autoridade. Mas como alguém pode sujeitar-se se não ora ou não tem desejo de conhecer a vontade do Senhor?

“Não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?” disse o Senhor (João 18:11). Aqui ele sustenta a supremacia da autoridade de Deus, não de sua cruz. Mais adiante, tendo compreendido que beber o cálice – isto é, ser crucificado para expiação – é a vontade de Deus, imediatamente diz: “Levantai-vos, vamos!” (Mateus 26:46). Indo à cruz ele realiza a vontade de Deus Consequentemente a morte do Senhor é a mais alta expressão de obediência à autoridade. Mesmo a cruz, o ponto culminante do universo, não pode ser mais importante do que a vontade de Deus. Jesus considera a autoridade de Deus (a vontade de Deus) mais importante que a sua própria cruz (seu sacrifício).

 

obediencia - priscila e maxwell palheta

 

No servir a Deus não somos chamados à abnegação ou ao sacrifício, mas a cumprir o propósito de Deus. O princípio básico não é o de escolher a cruz mas de obedecer à vontade de Deus. Se o princípio sobre o qual trabalhamos e servimos inclui rebeldia, então Satanás receberá e desfrutará a glória mesmo através de nossos sacrifícios. Saul poderia oferecer bois e ovelhas, mas Deus jamais os aceitaria como sacrifícios oferecidos a ele porque havia um princípio satânico envolvido. Eis porque as Escrituras declaram que “a rebelião é como o pecado da feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar” (I Samuel 15:23).

Na qualidade de servos de Deus, a primeira coisa que temos que fazer é travar relações com a autoridade. Entrar em contato com a autoridade é coisa tão prática como entrar em contato com a salvação, mas é uma lição mais profunda. Antes de podermos trabalhar para Deus temos de ser conquistados por sua autoridade. Todo o nosso relacionamento com Deus é regulado pelo fato de termos ou não travado relações com a autoridade. Em caso afirmativo encontraremos a autoridade em todos os lugares, e sendo assim governados por Deus, podemos começar a ser usados por ele.

Como nosso Senhor e Paulo agiram em juízo

Mateus 26 registra o julgamento duplo que nosso Senhor enfrentou após seu aprisionamento. Diante do sumo sacerdote ele recebeu julgamento religioso e diante de Pilatos, julgamento político. Quando foi julgado por Pilatos, o Senhor não respondeu, pois não se encontrava sob a jurisdição terrena Mas quando o sumo sacerdote o conjurou pelo Deus vivo, então lhe deu resposta. Isto é obediência à autoridade. Conforme registrado em Atos 23, quando Paulo estava sendo julgado imediatamente se submeteu ao descobrir que Ananias era o sumo sacerdote de Deus.

Por isso, nós que trabalhamos, temos de enfrentar face a face a autoridade. Caso contrário, nosso trabalho ficará sob o princípio rebelde de Satanás e trabalharemos sem o conhecimento da vontade de Deus. Não estaremos sob o princípio da obediência à autoridade. Mas é somente trabalhando na obediência à autoridade que podemos trabalhar de acordo a vontade de Deus.

Em Mateus 7:21-23 encontramos nosso Senhor repreendendo aqueles que profetizam e expulsam demônios e fazem muitas coisas grandiosas em seu nome. Por que foram censurados? Porque o seu ponto de partida foi o ego: eles mesmos faziam coisas em nome do Senhor. Esta é a atividade da carne. Por isso nosso Senhor declarou-os malfeitores e não seus obreiros. Ele enfatiza que só a pessoa que faz a vontade do seu Pai entrará no reino dos céus. Só isto constitui obediência à vontade de Deus, isto que se origina com Deus. Não temos que procurar trabalho para fazer, mas temos de ser enviados por Deus para trabalhar. Quando entendermos isto, realmente experimentaremos a realidade da autoridade do reino dos céus.

Para perceber a autoridade é preciso uma grande revelação

Há dois importantes aspectos no universo: confiar na salvação de Deus e obedecer à sua autoridade. Confiar e obedecer. A Bíblia define o pecado como transgressão (I João 3:4). A palavra em Romanos 2:12 “sem” lei é o mesmo que “contra” a lei. A transgressão é desobediência à autoridade de Deus; e isto é pecado. Pecar é uma questão de conduta, mas transgressão é uma questão de atitude do coração. O presente século caracteriza-se pela transgressão. O mundo está cheio do pecado de transgressão, e logo o fruto desse pecado aparecerá. A autoridade no mundo está sendo cada vez mais solapada até que, finalmente, todas as autoridades serão destituídas e a transgressão governará.

Saibamos que no universo existem dois princípios: o da autoridade de Deus e o da rebeldia satânica, não podemos servir a Deus e simultaneamente andar pelo caminho da rebeldia revelando um espírito rebelde.

Rebeldia no Antigo Testamento

"E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente,mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”

Gênesis 2: 16,17

“Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?

E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,

Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.

Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.

Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.

E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.”

Gênesis 3:1-6

“Porque, como pela desobediência de um só homem muitos se tornaram pecadores.”

Romanos 5:19

Depois que Deus criou Adão, encarregou-o de algumas coisas; entre estas estava a ordem de não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. O ponto crucial dessa recomendação foi mais do que a proibição de comer certo fruto; antes, significava que Deus estava colocando Adão sob autoridade para que aprendesse a obedecer. De um lado, Deus colocou todas as coisas criadas na terra sob autoridade para que ele as dominasse; mas, por outro lado, Deus colocou o próprio Adão debaixo de sua autoridade. Só aquele que está debaixo de autoridade pode constituir uma autoridade.

A queda do homem deve-se à desobediência à autoridade de Deus. Toda atitude que implica desobediência constitui uma queda, e qualquer atitude de desobediência é rebeldia.

Conforme a obediência de um homem vai crescendo, suas ações decrescem. Quando começamos a seguir o Senhor ficamos cheios de atividade, mas bastante falhos na obediência. Mas, conforme avançamos em espiritualidade, nossas ações gradualmente diminuem até que ficamos cheios de obediência. Muitos, entretando, fazem o que gostam, e recusam-se a fazer o que não gostam. Jamais mediante sobre se estão agindo em obediência. Por isso muito trabalho passa a ser executado pelo ego e não em obediência a Deus.

 

tentacao - priscila e maxwell palheta

 

Certo ou errado, está na mão de Deus

A ação do homem não deve ser governada pelo conhecimento do bem e do mal; deve ser motivada pelo senso de obediência. O princípio do bem e do mal é viver de acordo com o que é certo ou errado. Antes de Adão e Eva comerem do fruto proibido, o que era certo e errado para eles estava na mão de Deus. Se não vivessem diante de Deus, não saberiam de nada, pois o que era certo e errado para eles estava realmente no próprio Deus. Consequentemente, depois da queda os homens não precisaram mais descobrir em Deus o senso do certo e do errado. Já o tinham neles mesmos. Este foi o resultado da queda. A obra da redenção é levar-nos de volta ao lugar onde encontramos o que é certo ou errado para nós em Deus.

Os cristãos devem obedecer à autoridade

Não existe nenhuma autoridade que não proceda de Deus; todas as autoridades foram instituídas por ele. Quando procuramos encontrar a fonte de toda autoridade, encontramo-la invariavelmente em Deus. Deus está acima de toda autoridade, e todas as autoridades estão debaixo dele. Quando entramos em contato com a autoridade de Deus, entramos em contato com o próprio Deus. A obra de Deus se efetua basicamente não pelo poder mas pela autoridade. Ele mantém todas as coisas pela poderosa palavra de sua autoridade, exatamente como as criou pela mesma palavra. Sua palavra de ordem é autoridade. Nós não sabemos como a autoridade de Deus opera; não obstante, sabemos que ele realiza tudo através dela.

O amado servo de um centurião estava doente, o centurião sabia que se encontrava sob autoridade e em autoridade sobre outros. Por isso pediu ao Senhor que apenas dissesse uma palavra, crendo que a cura se efetuaria – pois toda autoridade não se encontra na mão do Senhor? Ele creu na autoridade do Senhor. Não nos causa admiração que o Senhor elogiasse a sua grande fé: “Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta” (Mateus 8:10). Entrar em contato com a autoridade de Deus é o mesmo que entrar em contato com Deus . Hoje em dia o universo está cheio de autoridades estabelecidas por Deus. Tudo de encontra sob sua autoridade. Sempre que uma pessoa peca contra a autoridade de Deus peca contra Deus. Todos os cristãos devem portanto aprender a obedecer à autoridade.

Obediência à autoridade

Estamos sob a autoridade dos homens como também temos homens sob nossa autoridade. Esta é a nossa posição. Até mesmo o Senhor Jesus na terra não só se encontrava sob a autoridade de Deus mas também sob a autoridade de outros.

Não deveríamos nos preocupar com o certo e o errado, com o bem ou o mal; antes, deveríamos saber quem é a autoridade sobre nós. Quando sabemos a quem devemos estar sujeitos, facilmente encontramos nosso lugar no corpo de Cristo (igreja). Quantos cristãos hoje em dia não tem a menor ideia do que seja submissão. É por isso que existe tanta confusão e desordem.

A sujeição que a Bíblia ensina relaciona-se com a sujeição às autoridades estabelecidas por Deus. Assim como a fé é o princípio pelo qual obtemos vida, a obediência é o princípio pelo qual a vida é vivida. As divisões e desentendimentos frequentes dentro da igreja brotam da rebeldia. A fim de recuperar a autoridade, a obediência tem de ser primeiramente restaurada.

 

Fique na paz do Senhor!



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